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Natureza

Natureza

A expressão Natureza aplica-se a tudo aquilo que tem como característica fundamental o fato de ser natural: ou seja, envolve todo o ambiente existente que não teve intervenção antrópica. Dessa noção da palavra, surge seu significado mais amplo: a Natureza corresponde ao mundo material e, em extensão, ao Universo físico: toda sua matéria e energia, inseridas em um processo dinâmico que lhes é próprio e cujo funcionamento segue regras próprias (estudadas pelas ciências naturais). A palavra vem do latim natura.

Escala

A escala abrangida pela palavra Natureza, dentro deste contexto, envolve desde o subatômico até o amplamente universal, como os planetas e estrelas. Tomando como o recorte a escala do homem, inclui basicamente o meio ambiente natural e normalmente exclui o meio ambiente construído, de forma a ser tradicionalmente associada à vida selvagem, aos fenômenos e recursos naturais e aos seus processos e dinâmicas próprios. Há também, porém, definições que incluem o meio-ambiente alterado pelo homem como elemento da Natureza. A associação mais popular que se faz à palavra Natureza, ligando-a à definição do parágrafo anterior, a confunde com a idéia de paisagem natural: a paisagem é o resultado dos processos complexos presentes em um determinado ambiente, enquanto a Natureza envolve vários os próprios processos e o resultado.

Realidade

Natureza.]] O mundo natural costuma estar associado ao mundo real.

A metafísica

Teoricamente, aquilo que está além da percepção natural deste mundo real (os fenômenos físicos) faz parte do mundo metafísico.

O supernatural

Estudo da Natureza

O estudo sistematizado dos elementos da Natureza, seus processos, atividades e conseqüências se dá através das Ciências naturais.

Física

Astronomia

Química

Biologia

Ciências da Terra

Natureza e o homem

Preocupação ambiental

Referências

Artigos relacionados


- Universo
- Meio ambiente
- Paisagem
- habitat
- Realismo
- Naturalismo

Páginas externas


- [http://nature.org/ Nature.org Organização para a preservação do meio ambiente natural] - em inglês
- [http://www.enature.com Dados sobre a Natureza] - em inglês
- [http://www.icn.pt/ Instituto de Conservação da Natureza] - em português

Bibliográficas


- KAHN, Fritz; Livro da natureza : a imagem do universo a luz da ciencia moderna, numa exposicao acessivel a todos; São Paulo : Melhoramentos, 1965.
- MOREIRA, Iara Verocai Dias (org.); Vocabulário básico de meio ambiente; Rio de Janeiro : Serviço de Comunicação Social da Petrobrás, 1990. Categoria:Geografia ja:自然 simple:Nature

Universo

A palavra Universo tem várias aplicações (como na matemática), podendo ser designado como a "Totalidade das coisas". Na linguagem quotidiana poderíamos dizer "Universo da Política", "Universo dos Jogos", "Universo Feminino"... Isso são particularizações da palavra. Se quisermos designar a totalidade do todo físico e real, a definição aplicada terá carácter cosmológico.

Universo - Definição Cosmológica

Conjunto de estrelas, planetas, galáxias e outros objetos celestes inseridos no sistema espaço-temporal einsteiniano que obedecem às leis físicas conhecidas. Essa definição, embora bastante vasta, é ainda incompleta frente aos avanços do conhecimento e da agregação cada vez maior de estruturas antes desconhecidas e que passam a ter comprovação empírica.

Origem

O Big Bang, ou grande explosão, também conhecido como modelo da grande explosão térmica, parte do princípio de Friedmann, onde, enquanto o Universo se expande, a radiação contida e a matéria se esfriam. Para entender a teoria do Big Bang, deve-se em primeiro lugar entender a expansão do Universo, de um ponto A para um ponto B, assim, podemos, a partir deste momento retroceder no espaço, portanto no tempo, até o Big Bang. Sabe-se que a matéria primordial (Muitos acreditam ser o Hidrogênio) ao aglomerar-se gravitacionalmente deu origem às primeiras galáxias, onde surgiram posteriormente estrelas e planetas, num processo de expansão que ainda está em marcha, desde há cerca de 13.7 mil milhões de anos (no Brasil bilhões de anos).

Link externo

Para observar uma das teorias correntes sobre o Big Bang veja a página do [http://pckepler.if.ufrgs.br/univ/eras.htm Professor Kepler] da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil.

Futuro

Nesta altura é ainda impossível garantir que o Universo continuará a expandir-se infinitamente, levando à desagragação de toda a matéria e à sua morte, ou se eventualmente essa expansão abrandará e se iniciará um processo de condensação. Este última hipótese, que sustenta a possibilidade da ocorrência de um fenómeno inverso ao Big Bang, o Big Crunch, leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta, de um conjunto mais vasto, a que outros 'Big Bangs' e 'Big Crunches' deram origem. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche, propôs a hipótese na sua teoria do Eterno retorno, de que o Universo e todos os acontecimentos que contém, se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma.


- Abóbada celeste
- Aceleradores de partículas
- Aglomerado estelar
- Aglomerado estelar aberto
- Análise espectrográfica
- Big Bang
- Big Crunch
- Big Splash
- Buraco negro
- Caudas cometárias
- Ciclo Solar
- Cinturão de Kuiper
- Cometa
- Cosmologia
- Eclíptica
- Espaço e tempo
- Estrela de nêutron
- Expansão do universo
- Galáxia
- Lei de Hubble-Homason
- Nuvens de Magalhães
- Via Láctea

Links Externos


- [http://www.geocities.com/universo_cosmologia/ Universo, Cosmologia]
- [http://pckepler.if.ufrgs.br/index.htm Astronomia e Astrofísica, Prof. Kepler UFRGS]
- [http://pckepler.if.ufrgs.br/univ/univ.htm Universo] Categoria:Cosmologia ja:宇宙 ko:우주 ms:Alam Semesta simple:Universe

Energia

(no combustível) pronta a ser utilizada enquanto espera na rampa. Quando o combustível é queimado, esta energia é transformada em calor, uma forma de energia cinética. Os gases de escape produzidos impelem o foguetão para cima.]] Energia designa tudo o que pode ser transformado em calor, trabalho mecânico (movimento) ou luz graças a uma máquina (por exemplo motor, caldeira, refrigerador, alto-falante, lâmpada) ou a um organismo vivo (por exemplo os músculos). A etimologia tem suas raízes na palavra grega εργοs (ergos), que significa "trabalho". Qualquer coisa que esteja a trabalhar - por exemplo, a mover outro objecto, a aquecê-lo ou a fazê-lo ser atravessado por uma corrente eléctrica - está a gastar energia (na verdade ocorre uma "transferencia", pois nenhuma energia é perdida, e sim transformada ou transferida a outro corpo). Portanto, qualquer coisa que esteja pronta a trabalhar possui energia. Enquanto o trabalho é realizado, ocorre uma transferência de energia, parecendo que o sujeito energizado está a perder energia. Na verdade, a energia está a ser transferida para outro objecto, sobre o qual o trabalho é realizado. O conceito de Energia é um dos conceitos essenciais da Física. Nascido no século XIX, pode ser encontrado em todas as disciplinas da Física (mecânica, termodinâmica, eletromagnetismo, mecânica quântica, etc.), assim como em outras disciplinas, particularmente na Química.

Formas de energia

As civilizações humanas dependem cada vez mais de um elevado consumo energético a sua subsistência. Para isso foram sendo desenvolvidos ao longo da história diversos processos de produção, transporte e armazenamentos de energia. As principais formas de produção de energia são:

Energia potencial

É a energia que um objecto possui devido à sua posição. Um martelo levantado , uma mola enroscada e um arco esticado de um atirador, todos possuem energia potencial. Esta energia está pronta a ser modificada noutras formas de energia e, consequentemente, a produzir trabalho: quando o martelo cair, pregará um prego; a mola, quando solta, fará andar os ponteiros de um relógio; o arco disparará um seta. Assim que ocorrer algum movimento, a energia potencial da fonte diminui, enquanto se modifica em energia do movimento (energia cinética). Levantar o martelo, enrolar a mola e esticar o arco faz, por sua vez, uso da energia cinética e produz um ganho de energia potencial. Generalizando, quanto mais alto e mais pesado um objecto está, mais energia potencial terá.

Energia cinética

energia cinética em energia cinética. A queima de madeira ou carvão na caldeira é uma reacção química que produz calor, obtendo vapor que dá energia à locomotiva.]] É possuída por qualquer coisa em movimento; quanto mais depressa um objecto se move, maior a sua energia cinética. Além disso, quanto mais pesado é um objecto, maior é a sua energia cinética (apenas quando está em movimento). As máquinas mecânicas - automóveis, tornos, bate-estacas ou quaisquer outras máquinas motorizadas - produzem energia cinética, e esta espécie de energia é muitas vezes chamada de energia mecânica - Fórmula: Ec=1/2mV² .

Energia química

É a energia que está armazenada num átomo ou numa molécula; reorganizando os átomos, ocorrem reacções químicas e a energia pode ser produzida ou aproveitada. As reacções químicas geralmente produzem também calor; um fogo a arder é um exemplo. A energia química também pode ser transformada em electricidade numa bateria e em energia cinética nos músculos, por exemplo.

Energia eléctrica

É a energia que é dada a um objecto fazendo passar uma corrente eléctrica através dele ou dando-le uma carga eléctrica. É convertida em energia mecânica num motor eléctrico ou em energia calorífica num aquecedor eléctrico.

Energia radiante

É a energia que pode atravessar o espaço. Inclui a luz, as ondas de rádio e os raios de calor. O calor radiante não é o mesmo que a variante de energia cinética chamada de «energia térmica», mas quando os raios de calor atingem um objecto fazem com que as suas moléculas se movam mais depressa, ganhando então energia térmica. Os raios de luz e de calor são produzidos tornando os objectos tão quentes que brilham, como no caso do filamento de uma lâmpada eléctrica.

Energia nuclear

lâmpada eléctrica, transformando urânio ou plutónio noutros elementos. As máquinas que utilizam energia química modificam as moléculas do seu combustível e os elementos mantêm-se inalterados.]] É a energia produzida pela mutação de átomos dentro de uma substância; aparece sobretudo como calor, quer sob controlo num reactor nuclear quer numa explosão de uma arma nuclear. O Sol produz o seu calor e a sua luz por reacção nuclear. Curiosamente, toda a vida na Terra depende desta energia e, no entanto, perante a existência das armas nucleares, está também ameaçada por esta forma de energia.

Energia, Trabalho e Potência

A energia e o trabalho são basicamente semelhantes, visto que o trabalho é o gasto de energia. São portanto, ambos medidos pelas mesmas unidades, a unidade SI, sendo o Joule, assim chamado em homenagem a James Prescott Joule, que demonstrou que é possível a conversão entre diferentes tipos de energia. A potência é a taxa a que se produz trabalho ou a que é dispensada energia. Um fonte de energia que pode produzir mais trabalho em dado tempo - fazer qualquer coisa mover-se mais depressa ou aquecê-la mais rapidamente, por exemplo - será mais poderosa que outra. A unidade SO de força motriz é o Watt, assim chamada em homenagem a James Watt, o inventor da primeira máquina a vapor. Assim, a relação pode exprimir-se como: um Watt de energia (E) é produzido enquanto um Joule de trabalho (W) é efectuado em um segundo (δt). Categoria:Grandezas físicas categoria:energia ja:エネルギー ko:에너지 ms:Tenaga simple:Energy th:พลังงาน

Ciências naturais

As ciências naturais são ciências que tem como objetivo o estudo da natureza. As ciências naturais estudam os aspectos físicos e não humanos do mundo. Como grupo, as ciências naturais se diferenciam das ciências sociais, por um lado, e das artes e humanas por outro. O termo ciência natural é tambem usado para diferenciar entre "ciência" como uma disciplina que segue o método científico, e "ciência" como um campo do conhecimento geral , como ciência da computação, ou mesmo "a ciência da teologia". Ciências naturais:
- Biologia
  - Botânica
  - Zoologia
- Física
- Geologia
- Química Categoria:Ciências ja:自然科学 ko:자연과학 th:วิทยาศาสตร์ธรรมชาติ

Latim

O latim é uma língua pertencente ao grupo itálico da grande família das línguas indo-européias. Falado na cidade de Roma e na província do Lácio, no século I a.C. estendeu-se a toda a Itália e seguidamente à parte ocidental da Europa, desde a atual Romênia até Portugal, vindo dar origem às línguas latinas. Foi língua de literatura e lingua franca na Europa inteira durante a antiguidade romana e a idade média européia.

Origem

O latim é um idioma original da região itálica do Lácio que ganhou grande importância por ser o idioma oficial do antigo Império Romano. O latim deu origem a um grande número de línguas européias, denominadas românicas, ou neo-latinas, como o português, espanhol, o francês, o italiano, o romeno, o galego, o occitano, o rético, o catalão e o dalmático - este, já extinto. Durante séculos depois da queda do Império Romano, o latim continuou a ser utilizado em toda a Europa como língua culta. Atualmente é idioma oficial na Cidade do Vaticano.

Características

É caracterizado por ser uma língua flexiva. No caso dos substantivos e adjetivos a flexão é denominada declinação, no caso dos verbos, conjugação. Existem no latim clássico seis formas que pode tomar cada substantivo ou adjetivo, ou "casos": nominativo (sujeito e predicado nominal), vocativo (indica a segunda pessoa gramatical), acusativo (objeto direto), genitivo (indicando posse ou especificação) e ablativo (complementos circunstanciais), assim como restos de um caso adicional indo-europeu: o locativo (indicando localização, por exemplo Urbi, na cidade.

História

O lugar ancestral da língua latina corresponde exatamente ao Vetus Latium, uma região consideravelmente muito menor do que hoje é a Itália. Estava limitada pelo rio Tibre ao norte, pelo curso baixo do rio Anio a nordeste, pela cadeia dos Apeninos a leste, pelo território Volsciano ao sul e pelo Mar Tirreno a oeste. Quando a influência militar e política de Roma se espalhou, a língua latina também se difundiu tanto nas cidades como nas zonas rurais, mesmo que com características dialetais próprias. Há uma série de datas que marcam a expansão de Roma e com elas a sua língua: em 241 a.C. a Sicília se torna província romana; em 238 a.C. também a Sardenha e a Córsega; em 197 a.C. a Espanha; em 146 a.C. A África; em 167a.C. a Ilíria; em 120 a.C. a Gália Meridional; em 50 a.C. a Gália Setentrional; em 15 a.C. a Retia e por último, em 107 d.C. sob Trajano, a Dácia. O próprio nome de Roma não só não é latino como também provavelmente sequer seja indo-europeu, provavelmente derivado do gentílico etrusco Ruma, sendo o adjetivo latinus um derivado do topônimo Latium (que pode significar comarca plana em oposição à montanhosa Sabina). Do ponto de vista lingüístico, o latim faz parte da família indo-européia, na qual representa uma área marginal do grupo de línguas kentum. Juntamente com o osco, umbro e falisco pertence ao ramo itálico de línguas indo-européias. Historicamente seus períodos podem ser assim divididos:
- Pré-clássico, do século VII a.C. ao século II a.C.. As inscrições mais antigas procedem do séclo VII a.C. Nos séculos III e II a.C. a literatura faz sua aparição, sob influência grega (Plauto, Terencio).
- Clássico, do século II a.C. ao século II d.C. A idade dourada da literatura latina.
- Latim Vulgar, incluindo o período patrístico, do século II ao V d.C. Onde se inclui a Vulgata de São Jerônimo e as obras de Santo Agostinho.
- Período Medieval, do século VI ao século XIV. A literatura latina continua mas surgem as línguas romances.
- Do século XV até agora. Redescoberta do latim da idade dourada no Renascimento. O latim vulgar continua sendo usado pelos eruditos até o século XVII, como Isaac Newton, e pela Igreja Católica Romana (obrigatório até meados do século XX). Após a sua transformação em línguas romances, o latim continua fornecendo um repertório de raízes para muitos campos semânticos, especialmente culturais e técnicos, para uma ampla variedade de línguas.

Dialetos

A difusão do latim por um território cada vez mais vasto teve duas conseqüências: a primeira, que o latim, ao entrar em contato com línguas diversas, exerceu um influxo mútuo mais ou menos considerável; a segunda, de certo modo conseqüência da primeira, que o latim foi se diferenciando nas diversas regiões. Enquanto os laços políticos com o centro eram fortes, as diferenças eram limitadas, mas quando esses laços enfraqueceram até se romper completamente, as diferenças se acentuaram. Geralmente, as populações submetidas desejavam elevar-se culturalmente adotando o latim, coisa que ocorre sempre que dois povos entram em contato: prevalece lingüisticamente o que possui maior prestígio cultural. Dessa forma Roma conseguiu fazer prevalecer o latim sobre o etrusco, o osco, o umbro, o galo, e apenas sobre parte do grego, cujo prestígio cultural era maior. As populações submetidas, federadas, etc., antes de perder sua língua em favor do latim, atravessaram um período mais ou menos longo de bilingüismo; de fato, algumas das línguas pré-romanas tiveram no território romanizado considerável vitalidade durante muito tempo.

Escrita

A mais antiga e famosa evidência epigráfica latina que se conhece está na
Lapis niger, que foi encontrada em 1899 e está datada entre os séculos VI e V a.C. A escrita está em “bustrofédon” e a leitura está sujeita a debate mesmo as palavras estando claras, mas por estarem fragmentadas complica sua interpretação. Sem dúvida, parece ter um caráter jurídico-religioso a julgar por algumas palavras. A escrita é intermediária entre o alfabeto etrusco e o latino.

Gramática

Ao latim falta a variedade e flexibilidade que o grego possui, talvez reflexo da natureza prática do povo romano, mais preocupado com o governo e com a administração que com o pensamento especulativo. Em contraste com o grego, o latim não possui artigo determinado. Há três gêneros, que vêm assinalados pelas terminações nominais
-us, -er tipicamente masculinas, -a feminina e -um neutra, ainda que nem sempre essas normas sejam consistentes, como por exemplo, nauta “marinheiro” é masculino, enquanto mulier “mulher”é feminino. Os substantivos têm dois números e seis casos. O adjetivo concorda com seus referentes gêneros, números e casos. A numeração de 1 a 10 é: “un-us/-a/um, duo/duae/duo, tres/tria, quattuor, quinque, sex, septum, octo, novem, decem”;11 undecim, 12 duodecim, 13 tredecim, 20 viginti, 30 triginta, 100 centum. Os verbos são transitivos ou intransitivos e as formas verbais finitas ou infinitas. O pronome interrogativo é quis (masculino e feminino) “quem?”, quid “que?”. Quis possui formas plurais qui, quae, qua. O demonstrativo é is/ea/id, hic/haec/hoc “isto”; ille/illa/illud “isso”. Os pronomes pessoais são: singular ego “eu”, tu “tu”; plural nos “nós”, vos “vós”. Para a terceira pessoa se usam os demonstrativos is/ea/id. A ordem das palavras é muito livre na fase do latim antigo, e no latim posterior a ordem sujeito, verbo e objeto se estabelece definitivamente.

Casos no Latim


- NOMINATIVO - Sujeito e Predicativo do Sujeito (no exemplo, tanto
Staphyla - sujeito - e serua - predicativo do sujeito) - Ex: Staphyla serua est.
- ACUSATIVO - Objeto Direto (e alguns adjuntos adverbiais) - Ex: Staphyla Phaedram amat.
- GENITIVO - Adjunto Adnominal Restritivo (indicando posse) - Ex: Amica Staphylae etiam serua est.
- DATIVO - Objeto Indireto - Ex: Phaedra seruae rosam dat.
- ABLATIVO - Adjetivo, Adjuntos Adverbiais (no exemplo abaixo, a preposição
cum é obrigatória por tratar-se de pessoa e rege o ablativo) - Ex: Cum amica ambulat.
- VOCATIVO - Vocativo, como no Português - Ex: Domine, cur laudas discipulas?

Fontes


- http://www.proel.org/
- http://www.ethnologue.com/

Páginas externas


- [http://www.latim-basico.pro.br/ www.latim-basico.pro.br] Curso de Latim disponível gratuitamente na Internet
- [http://la.wikipedia.org/wiki/Pagina_prima Wikipedia em Latim]
- [http://la.wikipedia.org/wiki/Hymnus_Brasiliensis Hymnus_Brasiliensis] Hino Nacional Brasileiro em latim.
- [http://www.yleradio1.fi/nuntii Notícias em Latim], escritas e faladas (RealAudio). Categoria:Línguas Categoria:Línguas indo-européias Categoria:Línguas litúrgicas e sagradas als:Latein ja:ラテン語 ko:라틴어 simple:Latin language th:ภาษาละติน zh-min-nan:Latin-gí


Universal

Em metafísica há, basicamente, duas teorias sobre os universais. Para os realistas, um universal é um ente que se predica de vários outros entes. Para os nominalistas, um universal não é nada além de um som saído da boca de um falante. Categoria:metafísica

Estrela

em nossa galáxia:Via Láctea.]] Uma estrela é um corpo formado de plasma, o quarto estado da matéria (e não de gás, como muitos pensam), que se mantém coeso devido sua força gravitacional. Esse corpo celeste, por causa de sua pressão interna, produz energia por fusão nuclear, transformando moléculas de hidrogênio em hélio. Uma estrela tem que ter uma massa acima de um determinado valor crítico (aproximadamente 81 vezes a massa de Júpiter) para que se dêem reações nucleares de fusão no seu interior. Corpos que não atingem esse limite, mas que ainda assim irradiam energia por compressão gravitacional chamam-se anãs castanhas (ou anãs marrons) e são um tipo de corpo celeste na fronteira entre as estrelas e os planetas. As estrelas podem ser vistas como enorme compactadores de matéria. O hidrogénio e o hélio, que estão na base da sua formação - por serem elementos com apenas um e dois electrões, mais simples de fundir - são lentamente, ao longo de milhões de anos, comprimidos dando origem a elementos mais pesados, nomeadamente metais, cujos átomos são mais difíceis de fundir. Esta incapacidade de fusão, leva irremediávelmente à morte da estrela, como no caso do Sol. Dado que nos primórdios do Universo, o hidrogénio era basicamento o único elemento existente, isso significa que todos os restantes elementos conhecidos actualmente, como por exemplo o ferro e o carbono, foram fabricados por estrelas. A sua distribuição pelo Universo cabe principalmente às supernovas, que ao explodirem espalham por milhões de kilómetros estes materiais, dando origem a novas estrelas e sistemas planetários. As estrelas visíveis aparecem como pontos brilhantes no céu noturno, à exceção do Sol que devido a sua proximidade é visto como um disco e é o responsável pela luz do dia. O uso comum da palavra estrela nem sempre reflete o seu significado astronômico, não incluindo o Sol e incluindo os planetas visíveis e até mesmo os meteoros (estrela cadente). Em virtude do uso amplo da palavra, um fenômeno belo e sem igual ocorrido dia 13 de novembro de 1833, visível do Canadá ao México, foi denominado chuva de estrelas. Depois do Sol, a estrela mais próxima da Terra é a Proxima Centauri que fica a 40 trilhões de quilômetros, mas como não é possível observá-la a olho nu, pois é uma anã vermelha cujo brilho é bastante fraco, esse título fica com Alpha do Centauro. Sua luz demora 4,2 anos no trajeto dessa estrela até nós (veja ano luz). Os astrônomos estimam que existam pelo menos 70 sextilhões de estrelas no universo conhecido. Em número fica 70 000 000 000 000 000 000 000.

Classificação das estrelas

Há muitos tipos de estrelas que diferem pela massa, composição e brilho absoluto (não o brilho aparente que varia com a sua distância). Ao longo da vida de uma estrela a sua massa e composição se alteram gradativamente devido aos processo de fusão nuclear. Segue-se uma pequena lista de alguns dos objectos estelares mais "exóticos":
- anã castanha (ou anã marrom) - um objecto sub-estelar, onde não tem lugar a fusão de hidrogénio, mas que brilha em infravermelhos e no vermelho devido a alguns outros tipos de reação nuclear e ao calor interno.
- anã branca - resultado final da vida de uma estrela de média grandeza, uma anã branca é o núcleo que resta da estrela depois de ela ejectar as suas camadas exteriores.
- estrela de neutrons - o que resta depois da explosão de uma supernova. É um objecto extremamente denso, mas não tanto como um buraco negro.
- buraco negro - objecto em que a gravidade é tão intensa que nem a luz lhe consegue escapar (a velocidade de escape é superior à velocidade da luz)

Classificação estelar

Existem diferentes classes de estrelas indo do tipo O que são muito grandes e brilhantes, até M que são de tamanho apenas suficiente para iniciar a ignição das reações termonucleares com o hidrogênio. Algumas das classes de estrêlas mais comuns são as classes O,B,A,F,G,K,M, (Esta seqüência pode ser memorizada usando o mneumônico, em inglês,"Oh, Be A Fine Girl, Kiss Me" (ou alterando "girl" para "guy"), inventada por Annie Jump Cannon (1863-1941). Cada letra tem 9 sub-classificações. Nosso Sol é uma estrêla G2. A maior parte das estrêlas cai na faixa conhecida como sequência principal que é a descrição das estrelas baseada em sua magnitude absoluta e tipo espectral. O Sol é tomado com uma estrêla padrão (não porque seja especial em nenhum sentido, apenas porque é a estrêla mais próxima e melhor estudada que conheçemos), e a maior parte das caracteristicas de outras estrêlas é usalmente dada em unidades solares.
Poe exemplo, a massa do Sol é :MSol = 1.9891 × 1030 kg e as massas de outras estrêlas são dadas em termos de Massa Solar, MSol.

Formação e evolução

Estrelas nascem em nuvens moleculares, grandes regiões de matéria de alta densidade (apesar dessa densidade ser um pouco menor do que aquela obtida numa câmara de vácuo na Terra), e se formam por instabilidade gravitacional nestas nuvens, causada por ondas de choque de uma supernovae.(Estrelas de grande massa iluminam com muita intensidade as nuvens que as formam. Um exemplo dessa reflexão é a Nebulosa de Orion.) Estrelas gastam 90% de suas vidas realizando a fusão nuclear do hidrogênio para produzir hélio em reações de alta pressão próximo ao seu centro. Tais estrelas estão na sequência principal do diagrama de Hertzsprung-Russell. Pequenas estrelas (chamadas de Anãs Vermelhas) queimam seu combustível lentamente e costumam durar dezenas a centenas de bilhões de anos (mais do que a própria existência do Universo até hoje). No fim de suas vidas, elas simplesmente vão apagando até se tornarem Anãs Negras. Conforme a maioria das estrelas esgota seu estoque de hidrogênio, suas camadas externas expandem e esfriam formando uma Gigante Vermelha. (Em cerca de 5 bilhões de anos, quando o Sol já for uma Gigante Vermelha, ele terá engolido Mercúrio e Vênus.) Eventualmente, o núcleo será comprimido o suficiente para iniciar a fusão do hélio, então a estrela se aquece e contrai. Estrelas maiores podem fundir elementos mais pesados, podendo formar até mesmo ferro. Um estrela de tamanho médio vai perder suas camadas externas criando uma nebulosa planetária. O núcleo remanescente será uma pequena bola de matéria degenerada sem massa suficiente para provocar mais fusão, mantida apenas pela pressão de degeneração, chamada de Anã Branca. Essa mesma estrela vai se esvair em uma Anã Negra depois de um período de tempo absurdamente longo. Em estrelas maiores, a fusão continua até que o colapso gravitacional faça com que a estrela exploda em uma supernova. Este é o único processo cósmico que acontece em escalas de tempo humanas. Historicamente, supernovas têm sido observadas como "novas estrelas"onde antes não haviam nenhuma. A maior parte da matéria em uma estrela é expelida na explosão(formando uma nebulosa como a Crab Nebula) mas o que sobra vai entrar em colapso e formar uma estrela de nêutrons (um pulsar ou emissor deraios x) ou, no caso das estrelas maiores, um buraco negro. A camada externa expelida inlcui elementos pesados, que são comumente convertidos em novas estrelas e/ou Planetas. O fluxo da supernova e o vento solar de grandes estrelas é muito importante na formação do meio interestelar. A Evolução Estelar explica como as estrelas nascem e morrem com maiores detalhes.

Nomeando as estrelas

A maioria das estrelas tem somente números como nome. Algumas, no entanto, tem nomes. Esses nomes são tradicionalmente escolhidos (geralmente provenientes da língua arábica), por designação Flamsteed ou Bayer. O único órgão responsável por nomear estrelas reconhecido pela comunidade científica é o International Astronomical Union. Um número de companhias privadas (como a International Star Registry) tenta vender nomes para estrelas, no entanto, estes nomes não são reconhecidos pela comunidade científica, nem usado por ela. Eles vêem essas organizações como fraudulentas, que se aproveitam da ignorância das pessoas de como uma estrela é nomeada.

Caminhos de reações Nucleares de fusão

Uma variedade de diferentes reações de fusão nuclear pode ocorrer no núcleo das estrelas, Dependendo de sua massa e composição. (veja Nucleosíntese estelar). As estrelas se formam de uma nuvem composta basicamente de Hidrogênio e em torno de 25% Hélio e outros elementos mais pesados em pequenas quantidades. No Sol, com um núcleo a 107 K de temperatura, núcleos de Hidrogênio se fundem para formar Hélio em uma cadeia próton-próton: :2(1H + 1H → 2H + e+ + νe) (4.0 MeV + 1.0 MeV) :2(1H + 2H → 3He + γ) (5.5 MeV) :3He + 3He → 4He + 1H + 1H (12.9 MeV) Estas cadeias de reações resultam na reação líquida: :41H → 4He + 2e+ + 2γ + 2νe (26.7 MeV) onde 4 prótons se fundem para formar um núcleo de Hélio emitindo 2 pósitrons, 2 neutrinos e 2 raios gama. Em estrelas mais massivas, o Hélio é produzido em um ciclo de reações catalizadas pelo Carbono, the ciclo carbono-nitrogênio-oxigênio. Em estrelas com o núcleo a temperaturas de 108 K e massas entre 0,5 e 10 massas solares, Hélio pode ser transformadoem Carbono em um processo chamado Processo triplo-alfa: :4He + 4He + 92 keV → 8
-
Be :4He + 8
-
Be + 67 keV → 12
-
C :12
-
C → 12C + γ + 7.4 MeV Estas reações pode ser resumidas na reação líquida: :34He → 12C + γ + 7.2 MeV

Veja também


- Lista de estrelas
- Gigante azul
- Estrela de nêutron
- Buraco negro categoria:astronomiaCategoria:Estrelas ja:恒星 ko:항성 ms:Bintang simple:Star th:ดาวฤกษ์

Homem

right O Homem é o nome geral dado ao ser humano, animal bípede da família dos primatas, pertencente à espécie Homo sapiens sapiens. São chamados de homem (sentido estrito) os integrantes do sexo masculino e mulher os do sexo feminino. Os filósofos gregos buscaram durante séculos a definição exata de o que é um homem, sendo a mais conhecida a que o descreve como "um bípede implume" (duas pernas e sem penas). O feminismo critica a utilização do termo Homem(ou homem) como sinônimo de ser humano designando toda a espécie e reivindica o uso do mesmo exclusivamente como oposição a mulher (significando então apenas ser humano do sexo e/ou do gênero masculino).

Origem Mítica

Ao longo da História, desenvolveram-se diferentes concepções míticas, religiosas, filosóficas e científicas em relação ao Homem, cada uma com sua própria explicação sobre nossa origem, trascendência e sentido da vida:
- Os acádios afirmavam que o primeiro homem, Adapa, era filho do deus Ea, mas perdeu a imortalidade.
- Um mito mesopotâmico afirma que o homem cresceu da terra como uma planta.
- Para Hesíodo, Zeus modelou em argila Pandora, a primeira mulher, de cujo enlace com o deus Epimeteu nasceram o resto dos homens. Mais tarde, Pandora foi a responsável por todos os males da Humanidade, ao abrir a Caixa de Pandora. Reteve apenas na caixa a Esperança.
- O mito nórdico da criação atribui a Odin e seus irmãos o ato de infundir vida a dois troncos de árvore de uma praia, convertendo-os em Ask, o primeiro homem, e Embla, a primeira mulher.
- Seguindo o mito judaico-cristão, o homem foi criado por Deus à Sua imagem e semelhança a partir do barro, e foi expulso do Paraíso como consequência do pecado original depois de adquirir consciência do bem e do mal

Símbolo

pecado original O símbolo do sexo masculino é representando pelo símbolo que retrata o o deus Marte, deus da guerra, que simboliza a masculinidade. O deus Marte faz parte da mitologia romana, e é o equivalente a Ares na mitologia grega.


- Homo sapiens, para considerações científicas sobre biologia e evolução do Homem. Categoria:Biologia Categoria:Gênero ja:男性

Fenômenos naturais

Um fenômeno climático é qualquer atividade que ocorre na atmosfera de um dado corpo celeste, tal como um planeta ou um satélite. É coloquialmente chamada de tempo. O padrão de fenômenos climáticos em um período regular de tempo é conhecido como clima. O conjunto dos fenômenos atmosféricos (como chuva, temperatura do ar, ou vento) de uma determinada região constitui o que coloquialmente chamamos tempo, que pode mudar de um dia para o outro, ou mesmo de uma hora para outra. Observando-se as condições do tempo durante alguns anos, nota-se que alguns padrões se repetem: chove mais numa determinada época do ano, do que em outra, o calor aumenta e diminui conforme as estações do ano e assim por diante. A sucessão dos tipos de tempo registrada em determinada região é chamada clima. A ciência que estuda as variações do tempo e do clima é chamada de meteorologia. Os ventos afetam o tempo e, consequentimente o clima. Isso faz com que os estudos dos ventos seja importante para a meteorologia. Os ventos carregam grandes massas de água na forma de nuvens e destribuem o calor na atmosfera, interferindo na formação das chuvas.

Lista de fenômenos climáticos


- Chuva
- Furacão
- Granizo
- Neve
- Tempestade
- Tornado
- Vento Categoria:Clima ja:気象 simple:Weather

Recursos naturais

Headline text

Recurso não renovavel:Faz parte de produtos que não tem como renovar (reciclar) todos os produtos que são produzidos atravez do petróleo desde alcool até o pixe, ainda não existe forma como renovar. Categoria:Ambiente simple:Natural resource

Ambiente

Em geral, o ambiente consiste no conjunto das substâncias, circunstâncias ou condições em que existe determinado objecto ou em que ocorre determinada acção. Este termo tem significados especializados em diferentes contextos: Em biologia, principalmente na ecologia, o meio ambiente inclui tudo o que afecta directamente o metabolismo ou o comportamento dum ser vivo ou duma espécie, incluindo a luz, o ar, a água, o solo ou os outros seres vivos que com ele coabitam. ---- Em política e em outros contextos relacionados com a sociedade, natureza ou ambiente natural, muitas vezes se refere àquela parte do mundo natural que as pessoas julgam importante ou valiosa por alguma razão — econômica, estética, filosófica, sentimental , etc. A palavra ecologia é muitas vezes usada nesse sentido, principalmente por não cientistas. Do ponto de vista dos seres humanos, um limite mínimo de salubridade e um limite máximo de conforto delimitam fisicamente um meio ambiente saudável. O limite mínimo de salubridade é aquele que permite a reprodução da espécie. O limite máximo de conforto é aquele que garante condições de salubridade para as gerações humanas futuras. Entendendo-se "meio ambiente" como significando as condições sob as quais qualquer pessoa ou coisa vive ou se desenvolve; a soma total de influências que modificam o desenvolvimento da vida ou do caráter (TUAN, Yi-Fu, "Environment and World", in: Professional Geographer, 17 (5), 6-7, 1965.), verifica-se que ele está composto de elementos naturais e culturais. ---- Na literatura, história e sociologia, significa a cultura em que um indivíduo vive ou onde foi educado e no conjunto das pessoas e instituições com quem ele interage -- quer individual, quer como grupo; ver ambiente social. ---- Numa organização ou local de trabalho, o "ambiente" refere-se às condições sociais ou psicológicas que afectam as funções dos seus membros; ver ambiente de trabalho. ---- Na arquitectura e ergonomia, "ambiente" é o conjunto dos elementos duma sala ou edifício que afectam o bem-estar ou a eficiência dos seus cocupantes, incluindo as dimensões e arranjo dos espaços, mobília e outros objectos de uso, a iluminação, ventilação, ruído, etc. ---- Na Termodinâmica, refere-se a todos os elementos que não fazem parte do sistema em estudo e que podem fornecer ou receber dele calor. ---- Na Química, Bioquímica e Microbiologia representa a natureza química duma solução ou "meio" em que determinada reacção tem lugar, como por exemplo o seu pH (se a solução é ácida ou alcalina. ---- Em metalurgia e cerâmica, a palavra "ambiente" diz respeito às características oxidantes ou redutoras dos gases ou chama em que se dão os processos fabris em altas temperaturas; ver "ambiente do forno". ---- Na Ciência da Computação, "ambiente" refere-se geralmente aos dados, processos ou componentes que, não sendo parâmetros explícitos duma operação, podem afectar o seu resultado. Também se usa para designar o "hardware" e sistema operacional em que determinado programa pode ser executado. Ver ainda:

Tópicos relacionados com o conceito ecológico de "Meio Ambiente"

Conservacionismo
Ecologia Humana
Engenharia ambiental
A hipótese da Gaia
Poluição
En:Environment ja:環境 ko:환경 simple:Environment

[http://www.meioambienteurgente.blogger.com.br/ Meio Ambiente Urgente - Blog com atualidades da área]

Realidade

Baseando-se pelo dicionário definimos Realidade como Qualidade do que é real, existência real ou não-imaginária, o que existe verdadeiramente. A palavra tem orígem do latim realitatem. Significa o que podemos ver, tocar, sentir. Também podemos resumir como o que é real, por exemplo: A pobreza é uma realidade; a pobreza é o real. Ou, O jogo foi feito com realidade virtual.

Veja também


- Realidade virtual categoria:Filosofia simple:Reality

Ciências naturais

As ciências naturais são ciências que tem como objetivo o estudo da natureza. As ciências naturais estudam os aspectos físicos e não humanos do mundo. Como grupo, as ciências naturais se diferenciam das ciências sociais, por um lado, e das artes e humanas por outro. O termo ciência natural é tambem usado para diferenciar entre "ciência" como uma disciplina que segue o método científico, e "ciência" como um campo do conhecimento geral , como ciência da computação, ou mesmo "a ciência da teologia". Ciências naturais:
- Biologia
  - Botânica
  - Zoologia
- Física
- Geologia
- Química Categoria:Ciências ja:自然科学 ko:자연과학 th:วิทยาศาสตร์ธรรมชาติ

Universo

A palavra Universo tem várias aplicações (como na matemática), podendo ser designado como a "Totalidade das coisas". Na linguagem quotidiana poderíamos dizer "Universo da Política", "Universo dos Jogos", "Universo Feminino"... Isso são particularizações da palavra. Se quisermos designar a totalidade do todo físico e real, a definição aplicada terá carácter cosmológico.

Universo - Definição Cosmológica

Conjunto de estrelas, planetas, galáxias e outros objetos celestes inseridos no sistema espaço-temporal einsteiniano que obedecem às leis físicas conhecidas. Essa definição, embora bastante vasta, é ainda incompleta frente aos avanços do conhecimento e da agregação cada vez maior de estruturas antes desconhecidas e que passam a ter comprovação empírica.

Origem

O Big Bang, ou grande explosão, também conhecido como modelo da grande explosão térmica, parte do princípio de Friedmann, onde, enquanto o Universo se expande, a radiação contida e a matéria se esfriam. Para entender a teoria do Big Bang, deve-se em primeiro lugar entender a expansão do Universo, de um ponto A para um ponto B, assim, podemos, a partir deste momento retroceder no espaço, portanto no tempo, até o Big Bang. Sabe-se que a matéria primordial (Muitos acreditam ser o Hidrogênio) ao aglomerar-se gravitacionalmente deu origem às primeiras galáxias, onde surgiram posteriormente estrelas e planetas, num processo de expansão que ainda está em marcha, desde há cerca de 13.7 mil milhões de anos (no Brasil bilhões de anos).

Link externo

Para observar uma das teorias correntes sobre o Big Bang veja a página do [http://pckepler.if.ufrgs.br/univ/eras.htm Professor Kepler] da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil.

Futuro

Nesta altura é ainda impossível garantir que o Universo continuará a expandir-se infinitamente, levando à desagragação de toda a matéria e à sua morte, ou se eventualmente essa expansão abrandará e se iniciará um processo de condensação. Este última hipótese, que sustenta a possibilidade da ocorrência de um fenómeno inverso ao Big Bang, o Big Crunch, leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta, de um conjunto mais vasto, a que outros 'Big Bangs' e 'Big Crunches' deram origem. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche, propôs a hipótese na sua teoria do Eterno retorno, de que o Universo e todos os acontecimentos que contém, se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma.


- Abóbada celeste
- Aceleradores de partículas
- Aglomerado estelar
- Aglomerado estelar aberto
- Análise espectrográfica
- Big Bang
- Big Crunch
- Big Splash
- Buraco negro
- Caudas cometárias
- Ciclo Solar
- Cinturão de Kuiper
- Cometa
- Cosmologia
- Eclíptica
- Espaço e tempo
- Estrela de nêutron
- Expansão do universo
- Galáxia
- Lei de Hubble-Homason
- Nuvens de Magalhães
- Via Láctea

Links Externos


- [http://www.geocities.com/universo_cosmologia/ Universo, Cosmologia]
- [http://pckepler.if.ufrgs.br/index.htm Astronomia e Astrofísica, Prof. Kepler UFRGS]
- [http://pckepler.if.ufrgs.br/univ/univ.htm Universo] Categoria:Cosmologia ja:宇宙 ko:우주 ms:Alam Semesta simple:Universe

Meio Ambiente

Em geral, o ambiente consiste no conjunto das substâncias, circunstâncias ou condições em que existe determinado objecto ou em que ocorre determinada acção. Este termo tem significados especializados em diferentes contextos: Em biologia, principalmente na ecologia, o meio ambiente inclui tudo o que afecta directamente o metabolismo ou o comportamento dum ser vivo ou duma espécie, incluindo a luz, o ar, a água, o solo ou os outros seres vivos que com ele coabitam. ---- Em política e em outros contextos relacionados com a sociedade, natureza ou ambiente natural, muitas vezes se refere àquela parte do mundo natural que as pessoas julgam importante ou valiosa por alguma razão — econômica, estética, filosófica, sentimental , etc. A palavra ecologia é muitas vezes usada nesse sentido, principalmente por não cientistas. Do ponto de vista dos seres humanos, um limite mínimo de salubridade e um limite máximo de conforto delimitam fisicamente um meio ambiente saudável. O limite mínimo de salubridade é aquele que permite a reprodução da espécie. O limite máximo de conforto é aquele que garante condições de salubridade para as gerações humanas futuras. Entendendo-se "meio ambiente" como significando as condições sob as quais qualquer pessoa ou coisa vive ou se desenvolve; a soma total de influências que modificam o desenvolvimento da vida ou do caráter (TUAN, Yi-Fu, "Environment and World", in: Professional Geographer, 17 (5), 6-7, 1965.), verifica-se que ele está composto de elementos naturais e culturais. ---- Na literatura, história e sociologia, significa a cultura em que um indivíduo vive ou onde foi educado e no conjunto das pessoas e instituições com quem ele interage -- quer individual, quer como grupo; ver ambiente social. ---- Numa organização ou local de trabalho, o "ambiente" refere-se às condições sociais ou psicológicas que afectam as funções dos seus membros; ver ambiente de trabalho. ---- Na arquitectura e ergonomia, "ambiente" é o conjunto dos elementos duma sala ou edifício que afectam o bem-estar ou a eficiência dos seus cocupantes, incluindo as dimensões e arranjo dos espaços, mobília e outros objectos de uso, a iluminação, ventilação, ruído, etc. ---- Na Termodinâmica, refere-se a todos os elementos que não fazem parte do sistema em estudo e que podem fornecer ou receber dele calor. ---- Na Química, Bioquímica e Microbiologia representa a natureza química duma solução ou "meio" em que determinada reacção tem lugar, como por exemplo o seu pH (se a solução é ácida ou alcalina. ---- Em metalurgia e cerâmica, a palavra "ambiente" diz respeito às características oxidantes ou redutoras dos gases ou chama em que se dão os processos fabris em altas temperaturas; ver "ambiente do forno". ---- Na Ciência da Computação, "ambiente" refere-se geralmente aos dados, processos ou componentes que, não sendo parâmetros explícitos duma operação, podem afectar o seu resultado. Também se usa para designar o "hardware" e sistema operacional em que determinado programa pode ser executado. Ver ainda:

Tópicos relacionados com o conceito ecológico de "Meio Ambiente"

Conservacionismo
Ecologia Humana
Engenharia ambiental
A hipótese da Gaia
Poluição
En:Environment ja:環境 ko:환경 simple:Environment

[http://www.meioambienteurgente.blogger.com.br/ Meio Ambiente Urgente - Blog com atualidades da área]

Paisagem

Considera-se a paisagem como sendo o resultado material de todos os processos (naturais e sociais) que ocorrem em um determinado sítio. A paisagem é portanto construída a partir da síntese de todos os elementos presentes neste local e sua apreensão se dá pela imagem resultante dela. Devido a isto, o termo é normalmente usado para se referir às visuais e perspectivas existentes em cada ambiente, sendo inclusive uma categoria da pintura. Uma paisagem reúne os seguintes entre vários elementos:
- Topografia
- Ambiente natural: vegetação, formação geológica
- Ambiente construído: obras de arquitetura, obras de engenharia Quando conscientemente configurada pelo homem através de um projeto, a paisagem torna-se a matéria-prima de trabalho da Arquitetura da Paisagem, uma extensão da arquitetura. Categoria:GeografiaCategoria:Paisagismo ja:景観

Realismo

Realismo filosófico

Durante a Idade Média, três soluções para o problema dos universais e dos particulares foram propostas: o realismo, o conceitualismo e o nominalismo. Para o realismo os universais existem objetivamente, seja na forma realidades em si, transcendentes em relação aos particulares (como em Platão, universais ante rem), ou como imanentes encontrados nas coisas individuais (como para Aristóteles, universidade in re). categoria:filosofia

História do realismo na arte

O Realismo fundou uma Escola artística que surge no século XIX em reação ao Romantismo e se desenvolve baseada na observação da realidade, na razão e na ciência. O Realismo é um movimento artístico surgido na França, e cuja influência se estendeu a numerosos países europeus. Esta corrente aparece no momento em que ocorrem as primeiras lutas sociais, sendo também objecto de acção contra o capitalismo progressivamente mais dominador. Das influências intelectuais que mais ajudaram no sucesso do Realismo denota-se a reacção contra as excentricidades românticas e contra as suas falsas idealizações da paixão amorosa, bem como um crescente respeito pelo facto empiricamente averiguado, pelas ciências exactas e experimentais e pelo progresso técnico. À passagem do Romantismo para o Realismo, corresponde uma mudança do belo e ideal para o real e objectivo.

Realismo nas artes

Gustave Courbet Honoré Daumier

Realismo na literatura

Na literatura o Realismo é um período literário de confronto e superação ideológica do Romantismo, onde a observação é um instrumento do conhecimento que leva a crítica social num quadro ideológico anti-idealista e anti-romântico. Como reflexo das disfunções sociais que o século XIX começa a perceber, o realismo é tido como ferramenta para mudar a realidade social e o escritor, nesse sentido, deve ter uma atitude pedagógica virada para o alcance coletivo. O romance é o grande gênero do Realismo, ao lado do conto, pois a descrição detalhada do espaço e do personagem, possíveis apenas no modo narrativo, de um mundo em crise que o realismo trata de criticar, são fundamentais. As personagens ganham caráter próprio, a ponto de serem identificadas com pessoas reais, ao mesmo tempo em que o Realismo especializa-se na constituição de tipos sociais. O Vermelho e o Negro, de Stendhal, escrito em 1830, pode ser lido como obra limite entre o Romantismo e o Realismo devido às marcas de ambos presentes do texto. Do romantismo temos o culto a nação, o herói belo e apaixonado; do realismo, as dificuldades de ascensão social, a corrupção dos sistemas de governo e do clero, a investigação psicológica das personagens e a submisão dos sentimentos a conveniência. Alguns expoentes do realismo europeu: Gustave Flaubert, Honoré de Balzac, Eça de Queirós

No Brasil

A partir da extinção do tráfico negreiro, em 1850, acelera-se a decadência da economia açucareira no Brasil e o país experimenta sua primeira crise depois da Independência. O contexto social que daí se origina, aliado a leitura de mestres realistas europeus como Stendhal, Balzac, Dickens e Vitor Hugo, propiciarão o surgimento do Realismo no Brasil. Assim, em 1881 Aluísio Azevedo publica "O Mulato" (primeiro romance naturalista brasileiro) e Machado de Assis publica "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (primeiro romance realista do Brasil).
- Machado de Assis
- Raul Pompéia
- Aluízio Azevedo

Em Portugal

O Realismo na Literatura surge em Portugal após 1865, devido à Questão Coimbrã e às Conferências do Casino, como resposta à artificialidade, formalidade e aos exageros do Romantismo de uma sentimentalidade mórbida. Eça de Queirós é apontado como o autor que introduz este movimento no país, sendo o romance social, psicológico e de tese a principal forma de expressão. Deixa de ser apenas distracção e torna-se meio de crítica a instituições, à hipocrisia burguesa (avareza, inveja, usura), à vida urbana (tensões sociais, económicas, políticas) à religião e à sociedade, interessando-se pela análise social, pela representação da realidade circundante, do sofrimento, da corrupção e do vício. A escravatura, o racismo e a sexualidade são retratados com uma linguagem clara e directa.

A Génese do Realismo em Portugal

O primeiro aparecimento do Realismo em Portugal deu-se na Questão Coimbrã. Polémica esta que significou, nas palavras de Teófilo Braga “a dissolução do Romantismo”, nela se manifestou pela primeira vez as novas ideias e o novo gosto de uma geração que reagia contra o marasmo em que tinha caído o Romantismo. O segundo episódio do aparecimento do Realismo em Portugal verificou-se em 1871 nas Conferências do Casino (ou Conferências Democráticas do Casino). Nesta nova manifestação da chamada Geração de 70 os contornos do que seria o Realismo apareceram desenhados com maior nitidez. Especialmente através da conferência realizada por Eça de Queiroz intitulada “O realismo como nova expressão da arte”. Sob a influência do Cenáculo, e da sua figura central Antero de Quental, Eça funde as teorias de Taine, do determinismo social e da hereditariedade com as posições estético-sociais de Proudhon. Atacando o estado das letras nacionais e propondo uma nova arte, uma arte revolucionária, que respondesse ao "espírito dos tempos" (zeitgeist), uma arte que agisse como regeneradora da consciência social, que pintasse o real sem floreados. Para Eça só uma arte que mostrasse efectivamente como era a Realidade, mesmo que isso implicasse entrar em campos sórdidos, poderia fazer um diagnóstico do meio social, com vista à sua cura. Assim reagia contra o espírito da arte pela arte, visando mostrar os problemas morais e assim contribuir para aperfeiçoar a Humanidade. Com este cientismo Eça já situava o Realismo na sua posição extrema de Naturalismo. Reacções: Pinheiro Chagas atacou Eça. Luciano Cordeiro argumentou que ele próprio já tinha defendido posições parecidas A implantação efectiva do Realismo em Portugal dá-se com a publicação do Crime do Padre Amaro, seguida dois anos mais tarde pelo Primo Basílio, obras ambas de Eça, que são caracterizadas por métodos de narração e descrição baseados numa minuciosa observação e análise dos tipos sociais, físicos e psicológicos, aparecendo os factores como o meio, a educação e a hereditariedade a determinarem o carácter moral das personagens. São romances que têm afinidade com os de Émile Zola, com o intuito de crítica de costumes e de reforma social. O primeiro destes romances foi acolhido pelos críticos de então com um silêncio generalizado. O segundo provocou escândalo aberto. E a polémica e a oposição entre Realismo e Romantismo estala definitivamente. Pinheiro Chagas ataca Eça considerando-o antipatriota, pelo modo como apresenta a sociedade portuguesa. Chegaram a aparecer panfletos acusando os realistas de “desmoralização das famílias” (Carlos Alberto Freire de Andrade: “A escola realista, opúsculo oferecido às mães”) Camilo Castelo Branco vai parodiar o Realismo com Eusébio Macário (1879) e voltando a parodiar com A Corja (1880). Mas curiosamente, mesmo através da paródia, Camilo vai absorver a nova escola, como é nítido na novela A Brasileira de Prazins. (1882). Entretanto o paladino do Realismo, Eça, vai desorientar os seus seguidores ortodoxos com a publicação de O Mandarim. O que faz com que Silva Pinto (1848-1911) que tinha exposto a teoria da escola realista e elogiado Eça num panfleto intitulado Do Realismo na Arte, vai agora atacar Eça em Realismos, ridicularizando o novo estilo deste. Reis Dâmaso, na “revista de estudos livres” vai-se insurgir contra a publicação de O Mandarim acusando Eça de ter atraiçoado o movimento. Estas acusações não eram infundadas porque de facto Eça já estava a descolar de um realismo ortodoxo para o seu estilo mais pessoal onde o seu humor e a sua fantasia se aliam num estilo único. Desde a implantação do Realismo com a conferência de Eça que o movimento logrou um núcleo de apoiantes que se desmultiplicaram em explicar e defender o seu credo estético. esse núcleo resvalou, regra geral, para uma posição mais extremadamente Realista, o Naturalismo, tornando-se ortodoxos e dogmáticos. Os defensores desta posição são José António dos reis Dâmaso (1850-1895) e Júlio Lourenço Pinto (1842-1907) autor da “Estética naturalista”, que pretendia ser um evangelho do naturalismo. No entanto estes dois autores são fracos do ponto de vista literário e totalmente esquecidos hoje em dia. Aqueles que não enveredaram por posições tão rígidas estão menos esquecidos como Luís de Magalhães que nos deixou “O Brasileiro Soares” (1886) que foi prefaciado por Eça. Outros nomes são Trindade Coelho, Fialho de Almeida e Teixeira de Queiroz. Por volta de 1890 o Realismo/Naturalismo tinha perdido o seu ímpeto em Portugal. Em 1893 o próprio Eça o declarava morto nas Notas Contemporâneas: “o homem experimental, de observação positiva, todo estabelecido sobre documentos, findou (se é que jamais existiu, a não ser em teoria)

Balanço do Realismo em Portugal

Embora por vezes doutrinariamente fraco e/ou confuso o Realismo em Portugal apresenta-se por isso mesmo, mais do que um movimento consistente, como uma tendência estética, um sentir novo, que se opôs ao Idealismo e ao Romantismo. A sua consequência mais importante foi a introdução em Portugal às influências estrangeiras nos vários domínios do saber. Alargando as escolhas literárias e renovando um meio literário que estava muito fechado sobre si mesmo. Categoria:Arte moderna categoria:Literatura Categoria:Movimentos culturais Categoria:Movimentos artísticos

Naturalismo

O Naturalismo é a radicalização do Realismo. (1880) Essa nova escola literária baseava-se na observação fiel da realidade e na experiência, mostrando que o indivíduo é determinado pelo ambiente e pela hereditariedade. O naturalismo expandiu-se para outras artes.

Literatura

Os romances naturalistas se destacam pela abordagem extremamente aberta do sexo e pelo uso da linguagem falada. O resultado é um diálogo vivo e extraordinariamente verdadeiro, que na época foi considerado até chocante de tão inovador. Ao ler uma obra naturalista, tem-se a impressão de estar lendo uma obra contemporânea, que acabou de ser escrita. Teatro No teatro, o naturalismo exerceu mudanças marcantes, com o surgimento do diretor, do cenógrafo e do figurinista. Até então, o próprio ator escolhia suas roupas, um único cenário era usado para diversas montagens, e não estava definida a posição do diretor como coordenador de todas as funções. A iluminanção passou a ser mais estudada e adotou-se a sonoplastia. É um radicalismo do Realismo.

Pintura

Na pintura, um exemplo naturalista é o famoso quadro de Van Gogh, Os Comedores de batatas (1885).

Émile Zola

O francês Émile Zola foi o idealizador do naturalismo e o escritor que mais se identificou com ele. O romance experimental (1880) é considerado o manifesto literário do movimento. As leituras de Zola sobre a teoria evolucionista de Darwin (a Origem das espécies foi publicada em 1859), A filosofia da arte (1865), "um grande estudo fisiológico e psicológico". O que Calude Bernard tinha desvendado no corpo humano, Zola iria desvendar na sociedade. Outras influências fortes sobre seu trabalho, nesse sentido, seriam a obra de Balzac (que havia realizado uma verdadeira radiografia da sociedade francesa com a série de romances. A comédia humana, concluída em 1846) e as idéias socialistas em ascensão (O manifesto comunista de Marx e Engels é de 1848). Em 1871, Zola dava início a seu grande projeto, a série Os Rougon-Macquart. A repercussão na imprenssa do êxito de A taverna (1876) levou Zola a responder à crítica da seguinte forma: "Estou sendo considerado um escritor democrático, simpatizante do socialismo, mas não gosto de rótulos. Se quiserem me classificar, digam que sou naturalista. Vocês se espantam com as cores verdadeiras e tristes que uso para pintar a classe operária, mas elas expressam a realidade. Eu apenas traduzo em palavras o que vejo; deixo para os moralistas a necessidade de extrair lições. Minha obra não é publicitária nem representa um partido político. Minha obra representa a verdade". Em 1880, Nana é lançado e faz grande sucesso. Aborda um tema ousado: a prostituição de luxo. Em 1885 Zola lança sua obra-prima Germinal. Para escrevê-lo, o autor não se contentou com a pesquisa, foi direto à fonte. Passou dois meses trabalhando como mineiro na extração de carvão. Viveu com os mineiros, comeu e bebeu nas mesmas tavernas para se familiarizar com o meio. Sentiu na carne o trabalho sacrificado, a dificuldade em empurrar um vagonete cheio de carvão, o problema do calor e a umidade dentro da mina, o trabalho insano que era necessário para escava ro carvão, a promiscuidade das moradias, o baixo salário e a fome. Além do mais, acompanhou de perto a greve dos mineiros, por isso sua narração é tão impactante. A força de Germinal causou enorme repercussão, consagrando Émile Zola como um dos maiores escritores de todos os tempos.

Naturalismo no Brasil

No Brasil, as primeiras obras naturalistas são publicadas em 1880, sendo influenciadas pela leitura de Zola. O primeiro romance é O mulato (1881) do maranhense Aluísio de Azevedo, o escritor que melhor representa a corrente literário do naturalismo entre nós. Além de O mulato foi o responsável pela criação de um dos maiores marcos da literatura brasileira: O Cortiço. As personagens de seus romances são os excluídos, os humildes, com o problemas e vícios decorrentes do meio ambiente. Categoria:Movimentos culturais

Chiaque Language

The word "chiac" has two meanings, both of which refer to particular vocabulary, accent, sentence structures and idioms spoken by Acadian French inhabitants of south-east New Brunswick, Canada. The word chiac is a derivation of the name "Shediac," a town in the area. In its first meaning, chiac is a spoken French often tinged with nautical terms (e.g. haler, embarquer), reflecting the historic importance of the sea to the local economy, as well as older French words (e.g. bailler, quérir, hucher, gosier), many deemed archaic by the Académie Française, testimony to three centuries of relative isolation of Acadian communities from French influence. The collected works of Goncourt Prize-winner Antonine Maillet, and her play La Sagouine in particular, illustrate well this variation of French. In its second meaning, "chiac" has come to refer to a vernacular French mixed with English, spoken especially among youth near Moncton, Memramcook and Shediac. Usually referred to as "Franglais" (Français et anglais) by linguists, the word "chiac" has stuck to this mixture of the two main languages spoken in the area. It is a relatively more recent evolution of the French language, spurred by exposure to dominant English language media (radio, television, internet) and increased urbanization to Moncton and contact with the dominant Anglophone community in the area since the 1960s especially. Chiac is a mixture of Acadian French (which includes words from Old French) and English. Chiac uses primarily French syntax with French-English vocabulary and phrase forms. An example: Ej vas driver mon truck à soir pis ça va êt'e right la fun. Chiac is often deprecated by both French and English speakers as an impure hybrid -- either "bad" French or "bad" English. However, Chiac has been reclaimed in recent years by some Acadian groups as a living and evolving language, and part of their collective culture. A number of Acadian artists write literature and music in Chiac. It is believed that the word Chiac originates from the town of Shediac. Some have also suggested that it is a derivative of the French word chier, meaning "to shit".

External links


- [http://www.ac-bordeaux.fr/Etablissement/TDereme/Options/Acadie/Acadie18.htm Et si on parlait chiac ? (And if we spoke Chiac?)]
- [http://www.astro.gla.ac.uk/users/rejean/acadian.html Je suis acadien - an example of Chiac]
- [http://linggraduate.unm.edu/resources/proceedings/2001/Young%204.pdf The Chiac verb particle construction] - A linguistics paper (pdf format) examining certain features of Chiac grammar Category:French language Category:Languages of Canada

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