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Rio Grande do Norte
Estado brasileiro localizado na Região Nordeste. Limita-se a norte a leste com o Oceano Atlântico, ao sul com a Paraíba e a oeste com o Ceará. Ocupa uma área de 53.306,80 km². Sua capital é Natal.
As cidades mais populosas são: Natal, Mossoró, Parnamirim, Caicó e Ceará-Mirim. O território apresenta um relevo modesto, com mais de 80% de sua área possuindo menos de 300m de altura. Mossoró, Apodi, Assu, Piranhas, Potengi, Trairi, Jundiaí, Jacu, Seridó e Curimataú são os rios principais. Veja lista de rios do Rio Grande do Norte
O clima é tropical e sua economia está em franca expansão. Na extração mineral a produção é principalmente de petróleo (segundo maior produtor do País) e sal marinho. No setor agropecuário, destaca-se a carcinocultura, a fruticultura irrigada (abacaxi, banana, melão e coco-da-baía, dentre outros) e a tradicional pecuária. Na indústria, são relevantes o parque têxtil e o as instalações de processamento de petróleo e gás natural da Petrobrás.
História
Com a distribuição das capitanias hereditárias, o então Rio Grande é doado, em 1535, a João de Barros pelo Rei Dom João III de Portugal. A colonização fracassa e os franceses, que traficavam o pau-brasil, passam a dominar a área até 1598, quando os portugueses, liderados por Manuel de Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, iniciaram a construção do Forte dos Reis Magos para garantir a posse da terra.
O domínio lusitano durou até 1634, quando o Forte dos Reis Magos caiu em poder dos holandeses, que só foram expulsos em 1654. Nesse período, todos os arquivos, documentos e registros do governo português foram destruídos, o que até hoje dificulta a reconstituição da história da época .
Em 1701, após ser dirigido pelo governo da Bahia, o Rio Grande do Norte passou ao controle de Pernambuco. Em 1817, a capitania aderiu à Revolução Pernambucana, instalando-se na cidade de Natal uma junta do governo provisório. Com o fracasso da rebelião, aderiu ao Império e tornou-se província em 1822. Em 1889, com a República, transformou-se em Estado.
Educação
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte, localizada na cidade de Natal, é o principal centro de ensino universitário e de pesquisa científica do estado. Essa universidade está localizada na capital por isso recebe um grande fluxo de pesoas pricipalmente estudantes e apaixonados por literatura.
Símbolos
Brazão
Decreto n° 201, de 1º de Julho de 1909:
Crêa o brazão de armas do Estado do Rio Grande do Norte
O Governador do Estado do Rio Grande do Norte, tendo ouvido a respeito o Instituto Historico e Geographico,
Decreta:
Art. 1º - O brazão de armas do Estado do Rio Grande do Norte é um escudo de campo aberto, dividido a dois terços de altura, tendo no plano inferior o mar, onde navega uma jangada de pescadores, que representam as industrias do sal e da pesca. No terço superior, em campo de prata, duas flores aos lados e ao centro dois capulhos de algodoeiro. Ladeiam o escudo, em toda sua altura, um coqueiro á direita e uma carnaúbeira á esquerda , tendo os troncos ligados por duas cannas de assucar, presas por um laço com as côres nacionaes. Tanto os móveis do escudo, como os emblemas, em cores naturaes, representam a flora principal do Estado. Cobre o escudo uma estrella branca, symbolizando o Rio Grande do Norte na União Brasileira.
Art 2º - O desenho original deste brazão de armas, executado pelo sr. Corbiniano Villaça, será archivado na Secretaria do Governo e d'elle se tirará uma copia authentica para o archivo do Instituto Histórico e Geographico do Estado.
Art 3º - Revogam-se as disposições em contrario.
Palacio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, 1º de Julho de
1909, 21º da República.
ALBERTO MARANHÃO
Henrique Castriciano de Souza
Geografia
Referências
# [http://www.tribunadonorte.com.br/especial/histrn/hist_rn_3d.htm Domínio holandês] (tribunadonorte.com.br)
Enlaces externos
- [http://www.rn.gov.br/ Página oficial do Estado do Rio Grande do Norte] (rn.gov.br)
- [http://www.rn.gov.br/secretarias/idema/anuario.asp Anuário Estatístico do Rio Grande do Norte] (rn.gov.br)
- [http://www.seol.com.br/rnnaweb/ História do Rio Grande do Norte] (seol.com.br)
Rio Grande do Norte
Categoria:Região Nordeste do Brasil
Categoria:Estados do Brasil
ja:リオグランデドノルテ州
Brasil
A República Federativa do Brasil é o maior e mais populoso país da América Latina, e o quinto maior do mundo. Sua área total é de 8.514.200,5 km². Localiza-se na parte central e nordeste da América do Sul. Suas fronteiras ao Norte são com a Venezuela, a Guiana, o Suriname e com o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; tem costas ao Nordeste, Leste e Sudeste no Oceano Atlântico. Ao Sul, faz fronteira com o Uruguai; a Sudoeste, com a Argentina e o Paraguai; a Oeste, com a Bolívia e o Peru, e a Noroeste, com a Colômbia. Os únicos países sul-americanos que não fazem fronteira com o Brasil são o Chile e o Equador. Bem além do território continental, o Brasil também possui alguns pequenos grupos de ilhas no Oceano Atlântico: Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, e Trindade e Martim Vaz. Há também um complexo de pequenas ilhas e corais chamado Atol das Rocas.
História
Para obter mais detalhes, veja História do Brasil
Originalmente habitado por ameríndios (aproximadamente de 3 a 5 milhões) o território que hoje pertence ao Brasil, além do restante da América do Sul, já estava dividido entre duas potências européias, Portugal e Espanha antes mesmo de seu descobrimento oficial. O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, foi um importante acordo para a definição da futura fronteira do Brasil, que dividia o continente de norte a sul, desde o atual estado do Pará até a cidade de Laguna (Santa Catarina), sendo muito alterada posteriormente, com a expansão portuguesa para o oeste.
Oficialmente, o descobridor foi Pedro Álvares Cabral, tendo avistado terra em 21 de abril e chegado à atual Porto Seguro (BA) em 22 de Abril de 1500. A ocupação efetiva se deu a partir de 1532, com a fundação de vila de São Vicente, por Martim Afonso de Sousa. Ao longo do século XVI, foi-se ensaiando a escravidão, inicialmente a dos indígenas, e só a partir das últimas décadas a do africano. Ainda nesse século deve-se ressaltar as primeiras tentativas de exploração do interior, bem como as disputas com os Franceses, que procuravam aumentar sua influência na América, através da pirataria e do comércio do Pau-Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, gerando uma guerra luso-francesa na recente colônia, culminando com a expulsão do general Coligny do forte de Villegagnon e o estabelecimento definitivo da hegemonia da coroa portuguesa.
O século XVII vê um grande desenvolvimento da agricultura, baseada na escravatura, do tabaco e especialmente da cana-de-açúcar na Bahia, Pernambuco, e mais tardiamente no Rio de Janeiro. As expedições chamadas de Entradas e Bandeiras dos paulistas, descobriram o ouro, pedras preciosas em Minas Gerais e ervas no sertão. As colônias nordestinas foram ocupadas pelos holandeses em 1624, e entre 1630 e 1654, principalmente sob o comando de Maurício de Nassau, sendo ao final expulsos na batalha de Guararapes. Nessa época foi fundado o quilombo de Palmares, por Zumbi, líder guerreiro, e que congregava milhares de negros fugidos dos engenhos de cana do nordeste brasileiro e alguns brancos e índios. Este mini-reino foi finalmente destruído, não sem uma resistência heróica e violenta, pelos bandeirantes portugueses comandados por Domingos Jorge Velho, tendo seu líder sido morto e decapitado (segundo a tradição não-oficial, Zumbi teria conseguido fugir).
No século XVIII, ainda que a produção do açúcar não tenha perdido sua importância, as atenções da Coroa se concentravam na região das Minas gerais onde se tinha descoberto ouro. Este, entretanto, esgota-se antes do final do século.
Após a Independência (7 de setembro de 1822), o Brasil se torna uma monarquia constitucional, mantendo a base de sua economia no trabalho escravo. Este é lentamente substituído pela imigração alemã, italiana e polonesa.
O surto de modernização continua com o fim da escravidão (1888), à época quase dispensável, e da monarquia, no ano seguinte. A República que então se instaura em 15 de novembro de 1889, dominada por oligarquias estaduais que se sustentavam através de eleições "fraudadas", dura até 1930. Nesse ano, Getúlio Vargas comanda uma revolução que o coloca no poder até 1945, incluindo uma ditadura de inspirações fascistas desde 1937.
Após a derrubada de Getúlio Vargas e a promulgação de uma Constituição em 1946, o país vive a fase mais democrática que já experimentara, embora abalada por fatos como o suicídio de Vargas em 1954, presidente eleito desde 1951.
Em janeiro de 1956, tomou posse o novo presidente Juscelino Kubitschek, ex-governador de Minas Gerais, que inicia um período de industrialização do país. Em 1961 assume a presidência da república o populista Jânio Quadros, tendo como vice-presidente João Goulart que não era do mesmo partido (havia eleições para presidente e para vice-presidente, não em uma chapa de presidente e vice-presidente). Com a renúncia de Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961 e após um período de instabilidade política e da campanha que ficou conhecida como "legalidade" patrocinada pelo cunhado de João Goulart, o governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola, Goulart assume a presidência e propõe um conjunto de reformas que ficaram conhecidas como as "reformas de base", que incluíam distribuição de renda, reforma agrária e outras medidas de cunho socialista. Inicia-se um período de instabilidade política e atritos entre o governo e os militares conservadores.
Leonel Brizola
O golpe militar de 31 de Março de 1964 derruba Goulart e instaura uma ditadura que coloca no poder o general Castello Branco. Seu governo é sucedido respectivamente pelos governos militares dos generais Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo.
A volta à democracia se inicia após uma maciça movimentação popular na campanha das Diretas-Já em 1984. Em 1985, concorrendo com Paulo Maluf, Tancredo Neves ganha uma eleição indireta no Colégio Eleitoral. Tancredo não chega a tomar posse vindo a falecer e José Sarney toma posse em 1985. Sob o governo de José Sarney, promulga-se a Constituição de 1988, que institui uma república presidencial, confirmada em plebiscito em 21 de Abril de 1993.
Em 1989, o ex-governador das Alagoas Fernando Collor, praticamente desconhecido no resto do país, é eleito presidente, nas primeiras eleições diretas àquele cargo desde 1960.
Após 2 anos o governo sofre com diversas denúncias e é instaurado um processo de afastamento no congresso. Em uma tentativa de não sofrer o afastamento, Fernando Collor renuncia mas acaba punido com a perda de seus direitos políticos e seu vice, Itamar Franco, toma posse.
O governo de Itamar Franco introduz o Plano Real, um plano econômico executado pelo então ministro da fazenda, Fernando Henrique Cardoso, inédito no mundo e que debelou décadas de inflação. Com o sucesso do Plano Real, Fernando Henrique Cardoso, centro-direita, concorre e é eleito presidente em 1994 conseguindo a reeleição em 1998, em aliança com forças da direita tradicional.
Após os oito anos do governo considerado neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, em 2002 é eleito presidente da República o ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, do tradicionalmente esquerdista PT.
Geografia
PT
Para mais detalhes, veja Geografia do Brasil
Sua geografia é diversificada, com paisagens semi-áridas, montanhosas, de planície tropical, subtropical, com climas variando do seco sertão nordestino ao chuvoso clima tropical equatorial, ao frio da região sul, com clima subtropical e geadas.
Seu povo é o resultado da miscigenação de diferentes raças e culturas, com influências tanto dos ameríndios, moradores originais do continente, como dos europeus, e dos africanos que foram trazidos como escravos. Além destes, participam também os povos asiáticos, mas de influência mais limitada.
A imigração foi incentivada pelo governo no final do século XIX, após a abolição da escravatura, para compor a mão-de-obra que iria trabalhar nas lavouras de café e nas nascentes indústrias. Houve forte fluxo de emigrantes para a região Sudeste (Italianos, Espanhóis, Portugueses) e para a região Sul (Alemães, Poloneses, Eslavos). Outros surtos imigratórios, causados por fatores externos, trouxeram Judeus, Japoneses e Sul-Americanos em geral.
Esta miscigenação é responsável, em parte, pelo fato do Brasil ser reconhecido como um dos países mais abertos e tolerantes às diferenças culturais. Pessoas das mais diferentes origens, raças e credos convivem lado a lado, sem tensões sociais, contribuindo para uma cultura rica e diversificada.
Geologia
A estrutura geológica de um território corresponde as diversas formas de organização de suas rochas, considerando, principalmente, idade e origem das mesmas. As ciências da Terra, como a Geologia e a Geomorfologia, consideram que a estrutura geologica é composta de três domínios estruturais: os crátons ou plataformas estruturais, as bacias sedimentares e as cadeias orogênicas ou orógenos (oro= montanha; gênese= formação).O Brasil possui terrenos geológicos muito antigos e bastante diversificados, dada sua extensa área territorial. Não existem, entretanto, cadeias orogênicas modernas, datadas do Mesozóico, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. Eis a razão pela qual a modéstia de altitudes é uma das características principais da geomorfologia brasileira. Raros são os pontos em que o relevo ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país, enquanto as maiores médias regionais estão na Região Sudeste, notadamente nas fronteiras de Minas Gerais e Rio de Janeiro. As rochas mais antigas integram áreas de escudo cristalino, representadas pelos crátons: Amazônico, Guianas, São Francisco, Luís Alves/Rio de La Plata, acompanhado por extensas faixas móveis proterozóicas. Da existência destes crátons advém outra característica geológica muito importante do território: sua estabilidade geológica. São incomuns no Brasil os grandes abalos sísmicos ou terremotos. Também não existe atividade vulcânica expressiva. As partes mais acidentadas do relevo são resultantes de dobramentos ou arqueamentos antigos da crosta, datados do proterozóico (faixas móveis). As áreas de coberturas sedimentares estão representadas por três grandes bacias sedimentares: Bacia Amazônica, Bacia do Paraná e Bacia do Parnaíba, todas apresentando rochas de idade paleozóica.
Tópicos gerais e hinos
Política
Para mais detalhes, veja Política do Brasil
De acordo com a Constituição de 1988, o Brasil é uma República Federativa Presidencialista, de inspiração estadunidense quanto à forma do Estado. No entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente, eleito quadrienalmente. Concomitantemente às eleições presidenciais, vota-se para o Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo, dividido em duas casas parlamentares: a Câmara dos Deputados, que têm mandato de quatro anos, e o Senado Federal, cujos membros possuem mandatos de oito anos e se elegem em um terço e dois terços alternadamente a cada quatro anos.
Embora o peso de cada voto individual seja o mesmo no sufrágio para o Executivo, o mesmo não ocorre com o Legislativo. Por um lado, há três Senadores representando cada Unidade da Federação (atualmente 27). Por outro, a se considerar o modelo federativo clássico, a representação do povo pelos Deputados deveria ser consoante à população de cada UF; seu número é, entretanto, limitado a no mínimo 8 e no máximo 70. De qualquer forma, adota-se o sistema majoritário para a eleição dos Senadores e o proporcional para os Deputados.
Finalmente, há o Poder Judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, responsável por interpretar a Constituição Federal e composto de onze Ministros indicados pelo Presidente sob referendo do Senado, dentre indíviduos de renomado saber jurídico. A composição dos ministros do STF não é completamente renovada a cada mandato presidencial: o presidente somente indica um novo ministro quando um deles se aposenta ou vem a falecer.
Divisões políticas
Poder Judiciário
As 27 unidades da federação são agrupadas, para fins estatísticos e, em alguns casos, de orientação da atuação federal, em cinco grandes regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Cada Estado, bem como o Distrito Federal, tem seus próprios órgãos executivos (na figura do Governador), legislativos (Assembléia Legislativa unicameral) e judiciários (tribunais estaduais).
Apenas aos Estados cabe subdividir-se em Municípios, que variam em número, entre 15 (Roraima) e 853 (Minas Gerais). Como as menores unidades autônomas da Federação dispõem apenas do poder Executivo, exercido pelo Prefeito, e Legislativo, sediado na Câmara Municipal. Esta última é uma entidade com uma história secular na Península Ibérica e áreas por ela colonizadas.
Abaixo, os Estados que compõem cada região:
- Região Centro-Oeste
- Distrito Federal (DF)
- Goiás (GO)
- Mato Grosso (MT)
- Mato Grosso do Sul (MS)
- Região Nordeste
- Alagoas (AL)
- Bahia (BA)
- Ceará (CE)
- Maranhão (MA)
- Paraíba (PB)
- Pernambuco (PE)
- Piauí (PI)
- Rio Grande do Norte (RN)
- Sergipe (SE)
- Região Norte
- Acre (AC)
- Amapá (AP)
- Amazonas (AM)
- Pará (PA)
- Rondônia (RO)
- Roraima (RR)
- Tocantins (TO)
- Região Sudeste
- Espírito Santo (ES)
- Minas Gerais (MG)
- Rio de Janeiro (RJ)
- São Paulo (SP)
- Região Sul
- Paraná (PR)
- Rio Grande do Sul (RS)
- Santa Catarina (SC)
Maiores aglomerações urbanas
# Região Metropolitana de São Paulo - São Paulo - 20,5 milhões de habitantes
# Região Metropolitana do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - 11,6 milhões de habitantes
# Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais - 4,6 milhões de habitantes
# Região Metropolitana de Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 3,9 milhões de habitantes
# Região Metropolitana do Recife - Pernambuco - 3,5 milhões de habitantes.
Cidades mais populosas
# São Paulo - 11,5 milhões de habitantes
# Rio de Janeiro - 6,5 milhões de habitantes
# Salvador - 2,63 milhões de habitantes
# Belo Horizonte - 2,35 milhões de habitantes
# Fortaleza - 2,33 milhões de habitantes
# Brasília - 2,28 milhões de habitantes
# Curitiba - 1,73 milhão de habitantes
# Manaus - 1,59 milhão de habitantes
# Recife - 1,49 milhão de habitantes
# Porto Alegre - 1,42 milhão de habitantes
Economia
A economia do país é bastante diversificada e abrange diversos tipos de atividade econômica e industrial, dentre as principais encontram-se:
- Indústria aeronáutica
- Agricultura e Agroindústria
- Indústria automotiva
- Divisão Geoeconômica
- Indústria de eletro-eletrônicos
- Extrativismo
- Indústria de transformação
- Indústria têxtil
- Mineração
- Indústria petroquímica
- Turismo
- Serviços
- Sistema Financeiro Brasileiro
Demografia
A base do povo brasileiro é o elemento Português, que colonizou o país após 1500. Até a independência, em 1822, Portugal foi a única nação européia que se estabeleceu com sucesso no Brasil, e grande parte da cultura brasileira tem sua raíz naquela de Portugal. Holandeses e Franceses também colonizaram o Brasil no século XVII, mas sua presença durou apenas algumas décadas.
A população Indígena do Brasil foi em grande parte exterminada ou assimilada pela população Portuguesa. Desde o início da colonização, a mistura entre Portugueses e Nativos foi comum.
O Brasil tem uma grande população Negra, descendente dos escravos Africanos trazidos para o País do século XVI ao século XIX. A população Africana no Brasil se misturou em larga escala com os Portugueses, criando uma grande população Mestiça no País.
No século XIX, o Governo Brasileiro estimulou a imigração de Europeus para substituir a mão-de-obra escrava. Os primeiros imigrantes não-Lusos a se estabelecerem no Brasil foram os Alemães, em 1824. Entretando, a vinda em massa de Europeus para o Brasil só começou na década de 1870, quando a imigração vinda da Itália cresceu. O Brasil tem a maior população de origem italiana fora da Itália, com 25 milhões de descendentes de italianos, constituindo mais de 15% da população brasileira. Um outro importante fluxo de imigrantes no Brasil veio da Espanha. Durante o século XIX e início do século XX, o Brasil recebeu imigrantes de diversos outros países da Europa, como da Polônia, Rússia, Ucrânia e Áustria. Esses imigrantes se estabeleceram sobretudo nos estados do Sul e Sudeste.
Começando no início do século XX, o Brasil também recebeu um grande número de imigrantes Japoneses, que foram principalmente para São Paulo. Constituem hoje a maior população de origem Asiática do País. Os Japoneses e descendentes residentes no Brasil (1,5 milhão) são a maior população japonesa fora do Japão. Também ocorreu uma significante imigração vinda do Oriente Médio (Líbano e Síria)
A população brasileira está concentrada sobretudo no litoral, com uma menor densidade demográfica no interior.
- Povos Ameríndios
- Imigração italiana no Brasil
- Imigração portuguesa no Brasil
- Imigração alemã no Brasil
- Imigração japonesa no Brasil
- Imigração espanhola no Brasil
- Escravidão Africana
Migrações
- Migrações internacionais recentes no Brasil
- Migrações internas no Brasil
Idiomas
O Português é a língua oficial e falada por toda a população. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural em relação aos outros países do continente.
O português é o único idioma com total status de língua oficial do Brasil e há pequenas variantes regionais. É a única língua usada nas escolas, jornais, rádio e TV e negócios.
O idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele falado em Portugal e nos outros países lusófonos. O Português do Brasil é mais arcáico que o Português de Portugal e possui algumas diferenças na fonética e na ortografia, embora as diferenças entre as duas variantes não comprometa seu entendimento.
Idiomas minoritários são falados no dia-a-dia no vasto território brasileiro. Parte desses idiomas são Línguas Indígenas, faladas sobretudo na Região Norte do Brasil. As línguas mais faladas são: Tupi-guarani, Kaingang, Nadëb, Carajá, Caribe, Tucano , Arára, Terêna, Borôro, Apalaí, Canela e vários outras.
Outras línguas faladas no Brasil são entre as populações de descendentes de imigrantes que preservaram seus costumes no Sul do Brasil. Essas comunidades falam alemão, italiano, polonês e japonês. A variante alemã mais falada no Brasil é o dialeto Riograndenser Hunsrückisch, que tem sua origem no dialeto alemão Hunsrückisch. A variante italiana mais falada no Brasil é o Talian, um dialeto que tem sua origem na Língua Vêneta, falada no Norte da Itália
Religião
Três em cada 4 brasileiros, ou 74% da população, são Católicos. O número de Protestantes tem crescido rapidamente, representando 15.4%. Outros grupos Cristãos compreendem por 1.3%. Seguidores de religiões de origem africana representam em torno de 0,3% da população. A comunidade Judáica tem 160 mil membros, e as religiões asiáticas são seguidas por 300 mil brasileiros. O Islamismo é seguido por 30 mil pessoas. Cerca de 10% da população não professa nenhuma religião.
O Brasil é o país com a maior população Católica do mundo. Também é o país com o maior número de seguidores de religiões Asiáticas fora da Ásia.
Cultura
Veja também:
- Lista de países
Referências externas - oficiais
- [http://www.brasil.gov.br/ Governo Federal]
- [http://www.senado.gov.br/ Senado Federal]
- [http://www.camara.gov.br/ Câmara dos Deputados]
- [http://www.mre.gov.br/ Ministério das Relações Exteriores]
- [http://www.consul.cc/brazil/ Corpo Consular do Brasil]
- [http://www.stf.gov.br/ Supremo Tribunal Federal]
- [http://www.bcb.gov.br Banco Central do Brasil]
- [http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/historia/entrevista_1a.asp História do Brasil]
- [http://www.riodejaneiro-turismo.com.br/pt/ Riotur - orgão da Secretaria Especial de Turismo da cidade do Rio de Janeiro]
Imprensa
Agência de notícias oficial
- Agência Brasil (Radiobrás) [http://www.radiobras.gov.br/]
Jornais e Revistas
Ver artigo principal Lista de jornais e revistas brasileiros
Categoria:Países da América do Sul
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Oceano Atlântico
O oceano Atlântico é o oceano que separa Europa e África, a Este, da América, a Oeste. Tem uma área de 82.400.000 km² (106.200.000 km², incluindo os mares locais como o Mar Mediterrâneo, o Mar do Norte e o Mar das Caraíbas, o que corresponde a aproximadamente um terço das águas oceânicas mundiais).
Geografia
Mar das Caraíbas
O oceano Atlântico, o segundo do mundo em superfície está localizado no hemisfério ocidental e alonga-se no sentido Norte-Sul. Com um formato que lembra um S, comunica com o Oceano Ártico pelo estreito da Islândia; com o Oceano Pacífico e com o Oceano Índico pela ampla passagem que se abre entre a América, a África e a Antártida, nas altas latitudes austrais. No hemisfério Norte, as costas continentais, muito recortadas, delimitam numerosos mares anexos (Mar da Mancha, Mar do Norte, Mar Báltico, Mar Mediterrâneo, Mar das Antilhas). Ao Sul, ao contrário, as costas são bem retilíneas.
O fundo oceânico apresenta uma disposição regular: a plataforma continental, ampla ao largo das costas da Europa, da América do Norte e da porção meridional da América do Sul, estreita-se nas costas da África e do Brasil; uma enorme cadeia de montanhas submarinas, a dorsal meso-atlântica, estende-se ao longo do oceano; entre ela e os continentes abre-se uma série de bacias de 6.000 a 7.000 m de profundidade (bacias americana, brasileira e argentina, a O; bacias escandinava, da Europa Ocidental, da Guiné, de Angola e do Cabo, a E). A crista dorsal é sulcada em toda a sua extensão por uma grande fossa tectônica (rift), que secciona no sentido longitudinal. Área de constante instabilidade geológica, provocada pela contínua emissão de material ígneo,é objeto de estudos geológicos que analisam os processos de formação e evolução das placas tectônicas, ou seja, da crosta terrestre. A crista da dorsal meso-atlântica situa-se geralmente entre -3.000 e -1.500 m, mas emerge em alguns pontos, formando ilhas: Jan Mayen, Islândia, Açores, Ascensão, Tristão da Cunha. Nas latitudes equatoriais, a dorsal é cortada por falhas transversais que determinam fossas abissais (fossa da Romanche. -7.758 m). Nas outras porções do Atlântico as fossas são raras: situam-se nas Antilhas (Caimans e Porto Rico - a mais profunda com -9.218 m) e nas ilhas Sandwich do Sul (-8.264 m).
Na fachada ocidental, grandes bacias hidrográficas despejam considerável quantidade de sedimentos sobre a plataforma continental, definindo cones alunionais, como os dos rios São Lourenço e Mississippi, no Atlântico Norte, e o do Amazonas, na faixa equatorial. As águas do Atlântico são as mais salgadas de todos os oceanos (37,5 por mil de salinidade média) e animadas por correntes que asseguram intensa circulação entre as águas frias das altas latitudes e as águas quentes equatoriais. As correntes frias do Labrador e das Falkland descem respectivamente ao longo das encostas setentrionais e meridionais da América. De Benguela percorre a costa sul-ocidental africana, em direção ao equador. São compensadas pelas correntes quentes do Brasil e Equatorial Atlântica, nos seus ramos N e S, pela corrente do Golfo, que tem grande influência sobre os climas da Europa norte-ocidental, tornando-os menos rigorosos. Essa circulação das águas favorece sua oxigenação e a proliferação de plâncton, definindo importantes zonas pesqueiras, como as costas do Brasil meridional, a fachada norte-americana em torno da Terra Nova, as costas da Escandinávia e da Islândia, além da África meridional. As plataformas continentais encerram, às vezes, jazidas petrolíferas (Mar do Norte, costas da Venezuela e do Brasil, Golfo da Guiné). Ladeado no hemisfério Norte pelas duas áreas mais industrializadas do globo (NE dos EUA e Europa Ocidental), o Atlântico Norte apresenta o mais intenso tráfego marítimo e aéreo transoceânico do mundo.
História
Os antigos, que chamavam de Mar Tenebroso ou Mar Oceano, conheciam apenas as costas situadas entre o norte das ilhas britânicas e as Canárias. Dos séculos VIII a XI, os Normandos freqüentaram as praias da Noruega, da Islândia, da Gronelândia, de Spitsbergen e da Nova Escócia, no actual Canadá. Até o final da Idade Média, só se faziam navegações costeiras, indo até ao Cabo Bojador (atingido pelo navegador português Gil Eanes em 1434). No século XV os portugueses intensificaram a exploração da costa africana e, ao mesmo tempo, desenvolveram técnicas de navegação que permitiram viagens por alto mar. A navegação por latitudes (determinadas pela observação da altura da estrela Polar ou do Sol ao meio-dia, técnica desenvolvida por volta de 1485) foi facilitada pelo uso de instrumentos como a bússola e o astrolábio. Outro fator decisivo foi o estudo do regime dos ventos no Atlântico: em 1439, as informações existentes já permitiam uma navegação assídua e segura. Essas técnicas, aliadas aos novos navios desenvolvidos pelos portugueses (as caravelas, de maior porte, calado mais alto e comum sistema de velas que permitia o aproveitamento dos ventos, mesmo em sentido contrário) permitiriam o reconhecimento da costa da África e as primeiras incursões em alto mar; há ainda informações de que no séc. XV os portugueses teriam explorado também o Atlântico Norte, juntando conhecimentos que mais tarde facilitaram a viagem de Cristóvão Colombo na primeira travessia documentada do Oceano. Com o desenvolvimento técnico obtido, as viagens portuguesas tornaram-se mais ousadas e freqüentes através do Atlântico, de tal forma que até 1488 toda a costa oeste da África estava explorada, reconhecida e, nos primeiros 20 anos do séc. XVI, toda a costa atlântica do continente americano (encontrado em 1492 por Colombo) fora visitada por navegadores portugueses, espanhóis ou italianos a serviço da Espanha. Os reis de Portugal procuraram, desde o início, garantir descobertas de seus navegadores e desde 1443, várias leis reivindicaram o direito de navegação exclusiva nos mares reconhecidos por suas naus. Em 1454, o papa Nicolau V ratificou a pretensão dos portugueses, reservando-lhes o direito exclusivo de navegação e comércio. Em 1474, D. Afonso V mandou que aqueles que violassem essas determinações fossem mortos e seu bens confiscados pela coroa. O Tratado de paz de Toledo, entre Espanha e Portugal, ratificou esses direitos, que foram reafirmados nas ordenações Manuelinas (1514). Até 1580, houve pouca contestação internacional a essas pretensões, exceto pequenos conflitos diplomáticos causados pela ação de corsários protegidos pelos reis da França e Grã-Bretanha. Após 1580, contudo, a contestação cresceu, envolvendo também os holandeses em guerra com a Espanha pela sua independência. Eles estenderam as ações bélicas contra Portugal, após a união das duas Coroas e passaram à liberdade dos mares; na trégua assinada com Felipe III (III de Espanha e II de Portugal), obtiveram o direito de navegar por esses mares, embora sob licença régia. Esse tratado marcou o início do fim do domínio exclusivo pelos portugueses dos mares que haviam descoberto e, após 1640, o princípio da liberdade dos mares estava solidamente estabelecido. A partir do século XVII, começou a exploração hidrográfica do Atlântico, efetuada de início pelos holandeses, depois pelos ingleses e franceses no século XVIII. No século XIX, foram organizados numerosos cruzeiros oceanográficos que permitiram a elaboração de uma detalhada carta batimétrica do Atlântico.
- Atlântico Sul
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Ceará
O Ceará é um Estado brasileiro da Região Nordeste. Tem por limites o Oceano Atlântico a norte e nordeste, o Rio Grande do Norte e a Paraíba a leste, Pernambuco a sul e o Piauí a oeste. Sua área total é de 146.348,30 km², ou 9,37% da área do Nordeste e 1,7% da superfície do Brasil.
História
Piauí
As terras equivalentes ao Ceará foram doadas a Antônio Cardoso de Barros, mas este não se interessou em colonizá-las. A primeira tentativa séria de colonização ocorre com Pero Coelho de Sousa, que aporta no Ceará em 1605 com mulher e filhos, demonstrando por isto certo interesse em colonizar o Ceará. Em 1613, porém sobrevêm a primeira seca registrada na história do Ceará, fazendo perecer Pero Coelho e família.
A colonização do Estado, iniciada no século XVII, foi dificultada pela forte oposição das tribos indígenas e só tomou impulso com a construção, na embocadura do rio Pajeú, do forte holandês Schoonenborch, que em 1654, foi tomado pelos portugueses. Com seu nome mudado para Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, o forte tornou-se a sede da Capitania.
No século XIX, um movimento de grande importância aconteceu no Ceará: a campanha abolicionista, que aboliu a escravidão em 25 de março de 1884, antes da Lei Áurea.
O Ceará começaria a se desenvolver apenas depois de sua separação de Pernambuco (em 1799) e sua história foi sempre marcada por lutas políticas e movimentos armados. Esta instabilidade prolongou-se durante o Império e a Primeira República, normalizando-se depois da reconstitucionalização do País, em 1945.
Cultura
Literatura Cearense
O Ceará também foi terra de muitos escritores. Um deles, José de Alencar, escreveu diversos romances, dentre eles Iracema. Além dele podemos citar também o movimento conhecido como padaria espiritual
Geografia
A capital é Fortaleza. --
Veja a lista de rios do Ceará --
Veja a lista de praias do Ceará
Economia
Agricultura
Feijão; milho; arroz; algodão herbáceo; algodão arbóreo; castanha de caju; cana-de-açúcar; mandioca; mamona; tomate; banana; laranja; coco da baía.
Indústria
Vestuário; alimentícia; metalúrgica; têxtil; química; calçados.
Mineração
Ferro; água mineral; calcário; argila; magnésio; granito; petróleo; gás natural; sal marinho; grafita; gipsita.
Pecuária e Criação
Bovinos; suínos; caprinos; equinos; aves; asininos; carcinocultura.
Turismo
Litoral, praias Canoa Quebrada, Camocim, Jericoacoara, Juazeiro do Norte, Quixada, Ubajara.
Cidades
Microrregião do Baixo Curu
- Paracuru
- Paraipaba
- São Gonçalo do Amarante
Microrregião do Baixo Jaguaribe
- Alto Santo
- Ibicuitinga
- Jaguaruana
- Limoeiro do Norte
- Morada Nova
- Palhano
- Quixeré
- Russas
- São João do Jaguaribe
- Tabuleiro do Norte
Microrregião de Barro
- Aurora
- Barro
- Mauriti
Microrregião de Baturité
- Acarapé
- Aracoiaba
- Aratuba
- Baturité
- Capistrano
- Guaramiranga
- Itapiúna
- Mulungu
- Pacoti
- Palmácia
- Redenção
Microrregião do Brejo Santo
- Abaiara
- Brejo Santo
- Jati
- Milagres
- Penaforte
Microrregião de Canindé
- Canindé
- Caridade
- Itatira
- Paramoti
Microrregião de Cariri
- Barbalha
- Crato
- Jardim
- Juazeiro do Norte
- Missão Velha
- Nova Olinda
- Porteiras
- Santana do Cariri
Microrregião de Caririaçu
- Altaneira
- Caririaçu
- Farias Brito
- Granjeiro
Microrregião de Cascavel
- Beberibe
- Cascavel
- Pindoretama
Microrregião da Chapada do Araripe
- Araripe
- Assaré
- Campos Sales
- Potengi
- Salitre
Microrregião do Chorozinho
- Barreira
- Chorozinho
- Ocara
Microrregião de Coreaú
- Coreaú
- Frecheirinha
- Moraújo
- Uruoca
Microrregião de Fortaleza
- Aquiraz
- Caucaia
- Eusébio
- Fortaleza
- Guaiúba
- Itaitinga
- Maracanaú
- Maranguape
- Pacatuba
Microrregião de Ibiapaba
- Carnaubal
- Croatá
- Guaraciaba do Norte
- Ibiapina
- São Benedito
- Tianguá
- Ubajara
- Viçosa do Ceará
Microrregião de Iguatu
- Cedro
- Icó
- Iguatu
- Orós
- Quixelô
Microrregião de Ipu
- Ipu
- Ipueiras
- Pires Ferreira
- Poranga
- Reriutaba
- Varjota
Microrregião de Itapipoca
- Amontada
- Itapipoca
- Trairi
Microrregião de Lavras da Mangabeira
- Baixio
- Ipaumirim
- Lavras da Mangabeira
- Umari
- Quitaius
Microrregião do Litoral de Aracati
- Aracati
- Fortim
- Icapuí
- Itaiçaba
Microrregião do Litoral de Camocim e Acaraú
- Acaraú
- Barroquinha
- Bela Cruz
- Camocim
- Chaval
- Cruz
- Granja
- Itarema
- Jijoca de Jericoacoara
- Marco
- Martinópole
- Morrinhos
Microrregião do Médio Curu
- Apuiarés
- General Sampaio
- Pentecoste
- São Luís do Curu
- Tejuçuoca
Microrregião do Médio Jaguaribe
- Jaguaretama
- Jaguaribara
- Jaguaribe
Microrregião de Meruoca
- Alcântaras
- Meruoca
Microrregião de Pacajus
- Horizonte
- Pacajus
Microrregião de Santa Quitéria
- Catunda
- Hidrolândia
- Santa Quitéria
Microrregião da Serra do Pereiro
- Ererê
- Iracema
- Pereiro
- Potiretama
Microrregião do Sertão de Crateús
- Ararendá
- Crateús
- Independência
- Ipaporanga
- Monsenhor Tabosa
- Nova Russas
- Novo Oriente
- Quiterianópolis
- Tamboril
Microrregião do Sertão de Inhamuns
- Aiuaba
- Arneiroz
- Catarina
- Parambu
- Saboeiro
- Tauá
Microrregião do Sertão de Quixeramobim
- Banabuiú
- Boa Viagem
- Choró
- Ibaretama
- Madalena
- Quixadá
- Quixeramobim
Microrregião do Sertão de Senador Pompeu
- Acopiara
- Deputado Irapuan Pinheiro
- Milhã
- Mombaça
- Pedra Branca
- Piquet Carneiro
- Senador Pompeu
- Solonópole
Microrregião de Sobral
- Cariré
- Forquilha
- Graça
- Groaíras
- Irauçuba
- Massapê
- Miraíma
- Mucambo
- Pacujá
- Santana do Acaraú
- Senador Sá
- Sobral
Microrregião de Uruburetama
- Itapagé
- Tururu
- Umirim
- Uruburetama
Microrregião de Várzea Alegre
- Antonina do Norte
- Cariús
- Jucás
- Tarrafas
- Várzea Alegre
Praias cearenses
- Jericoacoara
- Praia das Fontes
- Mundaú
- Baleia
- Morro Branco
- Praia do Futuro
- Malhada
- Caponga
- Canoa Quebrada
- Barra Nova
- Praia Formosa
- Praia do Presídio
- Taíba
- Porto das Dunas
- Mucuripe
- Náutico
- Lagoinha
- Meireles
- Guajiru
- Icaraí
- Cumbuco
- Praia de Iracema
Links Externos
- [http://www.eliasromero.com.br/coppermine/thumbnails.php?album=111 Praias do Ceará, fotógrafo: Elias Romero]
- [http://www.ceara.com.br/fortaleza/ Guia de Fortaleza]
- [http://www.ceara.com.br/Fotos_Fortaleza/fortaleza_fotos.htm Fotos de Fortaleza]
- [http://www.ceara.com.br/ Ceará]
Categoria:Região Nordeste do Brasil
categoria:Estados do Brasil
Natal (Rio Grande do Norte)
Natal, município capital do Estado do Rio Grande do Norte, Brasil. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, sua população era de 712.317 habitantes.
Geografia
IBGE
Natal está localizada na latitude 5°46' S e longitude 35°12' W. Ocupa uma área de aproximadamente 170 km². O clima é tropical e a temperatura média anual é de 26°C.
Forma, junto com os municípios de Parnamirim, Macaíba, Extremoz, São Gonçalo do Amarante e Ceará-Mirim, a Região Metropolitana de Natal, criada através da Lei Complementar n° 152, de 16 de janeiro de 1997. A aglomeração urbana de Natal, contando esta zona envolvente, tem cerca de 1151 mil habitantes.
Dados estatísticos
- Índice de Desenvolvimento Humano: 0,787.
- Esperança de vida ao nascer: 68,78 anos.
- Taxa de alfabetização (população com mais de 10 anos): 88,7 %.
- Domicílios particulares permanentes - 2000: 177.783 domicílios.
Fonte: IBGE Censo 2000, PNUD 2000, Secretaria Municipal de Saúde/Natal
História
Fundada em 25 de dezembro (daí o seu nome) de 1599. Foi ocupada pelos holandeses entre 1633 e 1654 que lhe deram o nome de Nova Amsterdã. Durante a Segunda Guerra Mundial seu aeroporto serviu como base aliada de suporte às ações no continente africano.
Economia
Educação
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), localizada na cidade, é o principal centro de ensino universitário e de pesquisa científica do estado.
Política
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Eleições 2004
Com 464.856 eleitores registrados, Natal teve seis candidatos a Prefeito: Carlos Eduardo Alves (PSB), Luiz Almir (Deputado Estadual, do PSDB), Ney Lopes de Souza (Deputado Federal, do PFL), Fátima Bezerra (Deputada Federal, do PT), Leandro Carlos Prudêncio (PHS), Dário Barbosa de Melo (PSTU) e Miguel Mossoró (PTC). Para as 21 vagas de Câmara de Vereadores (Poder Legislativo Municipal), concorreram 340 candidatos de diversas coligações.
O segundo turno foi disputado entre os dois candidatos mais votados no primeiro escrutínio: Carlos Eduardo (PSB) e Luiz Almir (PSDB). O então Prefeito, Carlos Eduardo (PSB), venceu a disputa, sendo reeleito para um novo mandato de quatro anos, cujo início se deu em 1º de janeiro de 2005.
Veja também:
- Coluna Capitolina
- Rampa
- Rio Grande do Norte
- Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Referências
# IDH de nível médio, comparável ao de Granada (66º do mundo): Lista de países por Índice de Desenvolvimento Humano
Enlaces externos
- [http://www.natal.rn.gov.br Prefeitura Municipal de Natal]
- [http://www.rn.gov.br Governo do Estado do Rio Grande do Norte]
- [http://www.ibge.gov.br Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]
- [http://www.undp.org.br PNUD Brasil]
- [http://www.ufrn.br Universidade Federal do Rio Grande do Norte]
Categoria:Municípios do Rio Grande do Norte
categoria:capitais do Brasil
Natal (Rio Grande do Norte)
Natal, município capital do Estado do Rio Grande do Norte, Brasil. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, sua população era de 712.317 habitantes.
Geografia
IBGE
Natal está localizada na latitude 5°46' S e longitude 35°12' W. Ocupa uma área de aproximadamente 170 km². O clima é tropical e a temperatura média anual é de 26°C.
Forma, junto com os municípios de Parnamirim, Macaíba, Extremoz, São Gonçalo do Amarante e Ceará-Mirim, a Região Metropolitana de Natal, criada através da Lei Complementar n° 152, de 16 de janeiro de 1997. A aglomeração urbana de Natal, contando esta zona envolvente, tem cerca de 1151 mil habitantes.
Dados estatísticos
- Índice de Desenvolvimento Humano: 0,787.
- Esperança de vida ao nascer: 68,78 anos.
- Taxa de alfabetização (população com mais de 10 anos): 88,7 %.
- Domicílios particulares permanentes - 2000: 177.783 domicílios.
Fonte: IBGE Censo 2000, PNUD 2000, Secretaria Municipal de Saúde/Natal
História
Fundada em 25 de dezembro (daí o seu nome) de 1599. Foi ocupada pelos holandeses entre 1633 e 1654 que lhe deram o nome de Nova Amsterdã. Durante a Segunda Guerra Mundial seu aeroporto serviu como base aliada de suporte às ações no continente africano.
Economia
Educação
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), localizada na cidade, é o principal centro de ensino universitário e de pesquisa científica do estado.
Política
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Eleições 2004
Com 464.856 eleitores registrados, Natal teve seis candidatos a Prefeito: Carlos Eduardo Alves (PSB), Luiz Almir (Deputado Estadual, do PSDB), Ney Lopes de Souza (Deputado Federal, do PFL), Fátima Bezerra (Deputada Federal, do PT), Leandro Carlos Prudêncio (PHS), Dário Barbosa de Melo (PSTU) e Miguel Mossoró (PTC). Para as 21 vagas de Câmara de Vereadores (Poder Legislativo Municipal), concorreram 340 candidatos de diversas coligações.
O segundo turno foi disputado entre os dois candidatos mais votados no primeiro escrutínio: Carlos Eduardo (PSB) e Luiz Almir (PSDB). O então Prefeito, Carlos Eduardo (PSB), venceu a disputa, sendo reeleito para um novo mandato de quatro anos, cujo início se deu em 1º de janeiro de 2005.
Veja também:
- Coluna Capitolina
- Rampa
- Rio Grande do Norte
- Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Referências
# IDH de nível médio, comparável ao de Granada (66º do mundo): Lista de países por Índice de Desenvolvimento Humano
Enlaces externos
- [http://www.natal.rn.gov.br Prefeitura Municipal de Natal]
- [http://www.rn.gov.br Governo do Estado do Rio Grande do Norte]
- [http://www.ibge.gov.br Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]
- [http://www.undp.org.br PNUD Brasil]
- [http://www.ufrn.br Universidade Federal do Rio Grande do Norte]
Categoria:Municípios do Rio Grande do Norte
categoria:capitais do Brasil
Parnamirim
Parnamirim, município no Estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na microrregião de Natal. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2003 sua população era estimada em 143.598 habitantes. Área territorial de 120 km².
Forma, junto com os municípios de Natal, Extremoz, São Gonçalo do Amarante e Ceará-Mirim, a Região Metropolitana de Natal, criada através da Lei Complementar n° 152, de 16 de janeiro de 1997.
Categoria:Municípios do Rio Grande do Norte
Ceará-Mirim
Ceará-Mirim, município no Estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na microrregião de Macaíba. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, sua população é de 65.587 habitantes. Área territorial de 740 km².
Forma, junto com os municípios de Natal, Parnamirim, Macaíba, Extremoz e São Gonçalo do Amarante, a Região Metropolitana de Natal, criada através da Lei Complementar n° 152, de 16 de janeiro de 1997.
História
Inicialmente povoada por índios potiguares, que fizeram seus primeiros contatos com o mundo ocidental através do comércio de pau-brasil com franceses e espanhóis. Posteriormente, com a consolidação da colonização do Brasil, foi ocupada pelos portugueses.
A organização inicial da comunidade é atribuída ao líder Felipe Camarão, combatente na expulsão dos holandeses do Nordeste. No início do século XVII, suas terras são concedidas a vários donatários, dentre eles a Companhia de Jesus.
Os jesuitas fundam um convento na localidade conhecida como Guajiru, dando início à construção das primeiras edificações públicas.
O município foi criado em 1755.
Referências bibliográficas
- IBGE. IBGE Cidades. Acesso em 1° de agosto de 2004.
- MINEIRO, Fernando. Natal em Perfil 1998. 2ª ed. rev. e atual. Natal: 1998.
Categoria:Municípios do Rio Grande do Norte
Rio Mossoró
O Rio Mossoró é um rio brasileiro que banha o Estado do Rio Grande do Norte.
Mossoró
Mossoró
Rio Potengi
O Rio Potengi (por vezes denominado Potenji) é o principal rio do Estado do Rio Grande do Norte (Brasil).
O nome Potengi, na tradução do tupi-guarani para o português, significa Rio Grande. Seu nome deu origem à denominação da Capitania do Rio Grande e, posteriormente, à Província e ao Estado do Rio Grande do Norte.
Sua nascente está localizada no município de Cerro Corá e sua foz no município de Natal, onde desemboca no Oceano Atlântico.
Oceano Atlântico]
Categoria:Rio Grande do Norte
Potengi
Rio TrairiO Rio Trairi é um rio brasileiro que banha o Estado do Rio Grande do Norte.
Trairi
Rio JacuíO rio Jacuí é um rio brasileiro do Estado do Rio Grande do Sul.
No município de Triunfo recebe o rio Taquari, encorpando ainda mais o volume de suas águas.
Deságua no delta do Jacuí, um conjunto de canais, ilhas e pântanos, a partir do qual, forma o lago Guaíba. As águas que foram do Jacuí, a partir do Guaíba seguem para a Lagoa dos Patos e, daí, por seqüência, para o Oceano Atlântico.
O Rio Jacui é navegável, desde o Lago Guaíba até a cidade de Cachoeira do Sul (capital brasileira do arroz) na altura da Ponte Barragem do Fandango. Dentre outros afluentes podemos citar também os rios Pardinho (na cidade de Rio Pardo), Iruí, Botucaraí, Piquiri (próximos a Cachoeira do Sul). O rio é de vital importância para o estado e para os municípios em que passa. O Jacuí além de irrigar lavouras, sustenta também famílias que dependem da pesca, da extração de areia, dentre outras atividades. As matas que acompanham suas margens apresentam grande diversidade de flora e fauna, dentre algumas espécies o gato-do-mato, bugio, tahã, porco-do-mato, capivara, martim pescador, saracura, bem-te-vi e ainda em suas águas peixes como pintado, traíra, jundiá, dourado, grumatã, biru, dentre outros.
Jacuí
Rio SeridóO Rio Seridó é um rio brasileiro que banha o Estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba.
É um afluente do Rio Piranhas.
Seridó, Rio
Seridó
Lista de rios do Rio Grande do NorteLista de Rios do Rio Grande do Norte, Brasil
- Rio Apodi
- Rio dos Cavalos
- Rio Ceará-Mirim
- Rio Curimataú
- Rio Jacu
- Rio Japi
- Rio Jundiaí
- Rio Maxaranguape
- Rio Mossoró
- Rio Parau
- Rio Piranhas ou Açú
- Rio Potengi ou Rio Grande
- Rio Seridó
- Rio Trairi
- Rio Umbuzeiro
Rio Grande do Norte
Categoria:Rio Grande do Norte
Sal marinhoO sal marinho, obtido por evaporação da água do mar, é um sal usado como ingrediente na cozinha e em produtos cosméticos, entre outros. O seu conteúdo mineral dá-lhe um sabor diferente do do sal de mesa, que é principalmente cloreto de sódio purificado a partir do sal marinho ou obtido de sal rochoso (halite), um mineral obtido por mineração de minas de sal. O sal de mesa também contém por vezes aditivos, tais como iodetos (usados como suplemento alimentar) e vários agentes antiaglomerantes. Alguns pensam que o sal marinho é uma alternativa mais saudável ao sal de mesa. Várias zonas do mundo, incluindo a França, a Irlanda, e a área de Cape Cod (EUA), produzem sal marinho especializado. O sal marinho produzido no Havai pode ter uma cor específica, vermelha acastanhada, que lhe vem do solo vulcânico, rico em ferro, que está presente como impureza. Um dos usos comuns de sal marinho é a confecção de batatas fritas de alta qualidade. Na maior parte do mundo, o sal marinho é mais caro que o sal de mesa. Entretanto, no Brasil, em função da escala de produção, é o tipo mais comum e barato.
Em vários países, incluindo a China e a Índia, o sal marinho era a única fonte de sal. A regulação do comércio de sal marinho era altamente lucrativa para os governos. Cerca de 110 a.C., o Imperador Han Wu Di da China iniciou o monopólio do comércio de sal no país, transformando a "pirataria de sal" num crime sujeito à pena de morte. Em 1930, o governo colonial britânico da Índia impôs um imposto sobre o sal, que levou á famosa marcha do sal entre 12 de Março e 5 de Abril, quando Mohandas Gandhi liderou milhares de pessoas até ao mar a fim de recolher o seu próprio sal e não pagar o imposto.
Categoria:Sais
CarcinoculturaCarcinicultura é a técnica de criação de camarões em viveiros, muito desenvolvida, atualmente, no litoral brasileiro do Rio Grande do Norte.
A Carcinicultura Marinha, além de representar a única alternativa para o atendimento da crescente demanda mundial por camarões, vem se constituindo numa importante atividade sócio econômica, cujos reflexos positivos, têm favorecido sobremaneira as suas regiões de intervenções.
Dentre os crustáceos, os camarões destacam-se não só pelo valor nutritivo que possuem, mas por constituírem iguarias finas tendo consumo em larga escala, principalmente entre as nações mais desenvolvidas. Aliado ao seu excelente sabor, demonstra grande resistência na criação em cativeiro, permitindo a criação em altas densidades e, além disso, trata-se de um produto que tem um mercado externo crescente, uma vez que a cada dia aumenta no mundo a preferência dos consumidores por esse alimento.
Neste contexto, a carcinicultura - criação de camarões em cativeiros - apresenta excelente potencial de crescimento com duas características notáveis: ser um produto do setor primário que não depende de chuvas por encontrar nas águas salobras, principalmente da costa do Nordeste, condições ideais para o seu crescimento, e gerar emprego permanente para trabalhadores rurais das pequenas comunidades costeiras.
Além disso, cabe ressaltar, que a experiência acumulada nos países aonde a carcinicultura vem apresentando crescimento acelerado, tem revelado três aspectos, que por sua importância merecem destaque:
a) aspecto econômico, no sentido de que a exploração da atividade de cultivo de camarão pode ser conduzida com bom nível de eficiência de emprego de capital, tanto por pequenos, como por médios e grandes produtores;
b) aspecto social, através do emprego maciço de mão-de-obra não especializada, representada pelos próprios pescadores artesanais, que apresentam alto índice de marginalização, com a sensível diminuição, via predação e poluição dos estoques naturais;
c) aspecto ecológico, diretamente relacionado com a conservação do meio ambiente, uma vez que essa atividade prima e exige excepcionais condições hidrobiológicas, sendo, portanto, uma grande aliada no efetivo controle das condições ambientais, especialmente quando se leva em consideração que o verdadeiro conceito do desenvolvimento sustentável, passa prioritariamente por uma administração responsável dos recursos hídricos, que deve levar em consideração a função produtiva desses ambientes, a geração de emprego e renda, e a conservação ambiental.
A evolução da Carcinocultura no Brasil
Os primeiros experimentos com o camarão cultivado no Brasil datam da década de 70 quando o Governo do Rio Grande do Norte criou o Projeto Camarão para estudar a viabilidade do cultivo desse crustáceo em substituição à extração do sal, atividade tradicional do Estado que na época confrontava séria crise de preço e mercado com conseqüente desemprego generalizado nas áreas salineiras do Estado. Nesse período inicial, o Estado de Santa Catarina também desenvolveu pesquisas de reprodução, larvicultura e engorda do camarão cultivado e conseguiu produzir as primeiras pós-larvas em laboratórios da América Latina.
Entretanto, a realização do primeiro esforço organizado e orientado para a produção comercial do camarão confinado, ocorreu no período de 1978/1984 por iniciativa do Governo do Rio Grande do Norte (RN), que importou a espécie Penaeus japonicus, reforçou o Projeto Camarão e envolveu a EMPARN (Empresa de Pesquisas Agropecuárias do RN) para sistematizar e desenvolver os trabalhos de adaptação da espécie exótica às condições locais.
Este período caracteriza a primeira fase do camarão cultivado no Brasil, na qual predominaram cultivos extensivos de baixa densidade de estocagem, reduzida renovação da água e uso da alimentação natural produzida no próprio viveiro. Os resultados favoráveis obtidos com o P. japonicus nos três primeiros anos dos trabalhos da EMPARN (Empresa de Pesquisas Agropecuárias do RN) no que concerne à reprodução e larvicultura, e o crescimento e engorda, serviram de base para a mobilização dos mecanismos federais de assistências técnica e financiamento da época em apoio à iniciativa privada.
Com a realização em Natal, em setembro de 1981, do Primeiro Simpósio Brasileiro sobre Cultivo do Camarão, houve uma ampla divulgação do desempenho da espécie importada do Japão e foram instaladas as primeiras fazendas de camarão no Nordeste. A decisão da Companhia Industrial do Rio Grande do Norte (CIRNE) de transformar parte de suas salinas em viveiros de camarão constituiu um estímulo importante para outras iniciativas do setor privado.
Além da falta de um plano muito mais abrangente de pesquisa e validações tecnológicas, causa que levou ao fracasso a domesticação do P. japonicus depois de resultados iniciais promissores, esteve vinculado ao período de sua adaptação (1978/1983), que coincidiu com uma das estiagens mais prolongadas do Nordeste criando condições excepcionalmente favoráveis para o seu bom desempenho. A partir de 1984, com o encerramento do prolongado período seco e a ocorrência de chuvas intensas e das apreciáveis variações de salinidade nas águas estuarinas, ficaram evidenciadas as intransponíveis dificuldades para assegurar a maturação, a reprodução e a própria sobrevivência do camarão P. japonicus no nosso ambiente tropical. Em 1985/1986, já estava descartada a viabilidade de se desenvolver uma carcinicultura regional com a referida espécie.
Apesar do insucesso, esta primeira fase deixou alguns pontos de apoio que serviram de estímulo para continuar os esforços de viabilização da carcinicultura comercial no Brasil. Contando com fazendas e laboratórios de camarão instalados e com experiência acumulada em procedimentos e práticas de produção, os técnicos e produtores envolvidos no setor partiram para a domesticação das espécies nativas (L. subtilis, L. paulensis e L. schimitti), período este que passa a constituir a segunda fase da evolução da carcinicultura nacional. Neste caso, alguns cultivos passaram a adotar uma maior densidade de povoamento (de 4 a 6 camarões por m² de espelho d’água), taxas de renovação de água de 3% a 7% e alimento concentrado. Ficou caracterizado nesta fase o primeiro intento de estabelecer um sistema semi-extensivo para produzir o camarão confinado no Nordeste.
Durante dez anos de trabalhos de domesticação das nossas espécies, nos quais se demonstrou a viabilidade de importantes aspectos como maturação, reprodução e larvicultura e se trabalhou intensivamente em manejo de água e de solo de fundo dos viveiros, o desempenho produtivo dessas espécies não ultrapassou as médias de 400 a 600 Kg/ha/ano. Estes níveis de produtividade traduzidos em termos financeiros mostraram-se apenas suficientes para cobrir os custos diretos de produção das fazendas com melhor manejo. Em um bom número de casos, nem sequer se chegou a este nível de cobertura financeira. Tal situação comprometeu a rentabilidade do agronegócio levando à desativação de algumas grandes unidades produtivas da região.
As observações resultantes dos trabalhos de validação tecnológica, desta segunda fase, indicam que a principal restrição que limitou a produtividade das espécies nativas esteve relacionada com os seus requerimentos protéicos e a não existência de alimentos concentrados que atendessem às suas exigências. Nesta fase, ficou demonstrado o bom potencial das três espécies brasileiras e a necessidade de um programa de pesquisa básica e aplicada para melhor caracterizá-las e preservá-las bem como para investigar a fundo sua biologia e reprodução, e seus requerimentos nutricionais.
A decisão de descontinuar a domesticação das espécies silvestres nacionais como opção para viabilizar a carcinicultura no Brasil, levou o grupo pioneiro de técnicos e produtores a buscar solução com a espécie exótica Litopenaeus vannamei, ainda na década de 80. As importações pós-larvas e reprodutores, e os trabalhos de validação se acentuaram nos primeiros anos da década de 90. Esta nova situação caracterizou a terceira etapa da carcinicultura brasileira. O critério básico para a adoção da nova espécie, foi o fato de ser a mesma já cultivada com êxito no Equador e Panamá e haver demonstrado capacidade de adaptação aos ecossistemas de diferentes partes do hemisfério ocidental.
A partir do momento em que laboratórios brasileiros dominaram a reprodução e larvicultura do L. vannamei e iniciaram a distribuição comercial de pós-larvas, o que vem a ocorrer na primeira metade dos anos 90, as fazendas em operação ou semiparalizadas adotaram o cultivo do novo camarão obtendo índices de produtividade e rentabilidade superiores aos das espécies nativas. As validações tecnológicas foram intensificadas no processo de adaptação do L. vannamei, sendo válido afirmar que a partir de 1995/1996 ficou demostrada a viabilidade comercial de sua produção no país.
O L. vannamei é, portanto, a única espécie que atualmente se cultiva no Brasil. Nos últimos cinco anos, os resultados dos trabalhos realizados no processo de sua domesticação convergiram e continuam convergindo cada vez mais para a estruturação de um sistema semi-intensivo de produção que é próprio para as condições dos estuários brasileiros. Este sistema caracterizado pelo uso de alimentos concentrados, aeradores mecânicos e densidade de povoamento variando entre 20 a 50 pós-larvas/m².
Categoria:Atividades econômicas
FruticulturaA fruticultura é um caso particular de agricultura, onde o foco são as frutas.
Veja também
- Agricultura
categoria:Agricultura
Coco-da-baía
Coco, coco-da-praia, coco-da-índia ou ainda coco-da-baía é o fruto do coqueiro. É um fruto seco simples classificado como drupa fibrosa (não uma noz). A casca (mesocarpo) é fibrosa e existe um "caroço" interno (o endocarpo lenhoso). Este endocarpo duro tem três poros de germinação que são claramente visíveis na superfície exterior, uma vez que a casca é removida. É através de um destes que a pequena raiz emerge quando o embrião germina.
Veja também
- Coqueiro
Categoria:Frutos
João de Barros
João de Barros pode designar um dos portugueses seguintes:
- João de Barros (c. 1496 - 1570), escritor, gramático, moralista e historiador , autor das Décadas da Ásia;
- João de Barros (? - 1553?), escritor, moralista e geógrafo, autor de um Espelho de Casados e uma Geogafia do Entre-Douro-e-Minho;
- João de Barros (1881 - 1960), escritor, pedagogo e político.
Pode também ser:
- João-de-Barro - designação alternativa de uma ave da família dos Furnariidae, o Forneiro.
João III de Portugal
D. João III, cognominado O Piedoso ou O Pio pela sua devoção religiosa, (6 de Junho, 1502 - 11 de Junho, 1557) foi o décimo-quinto Rei de Portugal. Nascido em Lisboa, foi filho do rei Manuel I de Portugal e de Maria de Aragão, princesa de Espanha. João III sucedeu a seu pai em 1521.
João III ascendeu ao trono numa altura em que Portugal se destacava entre as potências europeias do ponto de vista económico e diplomático. Durante o seu reinado Portugal adquiriu novas colónias na Ásia e começou a colonização do Brasil. João era, no entanto, extremamente religioso, facto que o tornou subserviente ao poder da Igreja e permeável à introdução da Inquisição em 1536. As consequências foram desastrosas do ponto de vista social, uma vez que provocava insegurança nos cristãos novos, e económico, visto que obrigou à fuga de muitos mercadores judeus em Portugal. A estagnação que caracterizou o seu reinado amplificou-se ainda mais pelo seu neto e sucessor, o rei Sebastião. João III morreu de apoplexia em Lisboa.
Descendência
- De sua mulher Catarina da Áustria, princesa de Espanha (1507-1578)
- Afonso de Portugal (1526)
- Maria Manuela, princesa de Portugal (1527-1545) casou com Filipe II de Espanha
- Isabel de Portugal (1529)
- Beatriz de Portugal (1530)
- Manuel de Portugal (1531-1537), herdeiro em 1535
- Filipe de Portugal (1533-1539), herdeiro em 1537
- Dinis de Portugal (1535-1537)
- João, Príncipe de Portugal (1537-1554), herdeiro em 1539
- António de Portugal (1539-1540)
- Filhos naturais:
- Duarte de Portugal (1521-1543)
- Manuel de Portugal
Ver também
- Árvore genealógica dos reis de Portugal
Categoria:Reis de Portugal Categoria:Reis do Algarve Categoria:Século XVI
França
A França é um país que se localiza no continente europeu, especificamente na Europa Ocidental. Limitado a norte pelo Canal da Mancha, que separa o continente das Ilhas Britânicas (mais especificamente, do sul da Inglaterra, Reino Unido, e também das Ilhas do Canal), pela Bélgica e pelo Luxemburgo, a leste pela Alemanha, Suíça e Itália, a sul pelo Mónaco, pelo Mar Mediterrâneo, por Espanha e por Andorra e oeste pelo Mar Cantábrico e pelo Oceano Atlântico. A sua capital é Paris. Suas cidades mais importantes são: Bordéus (Bordeaux) (Oeste - Litoral do Oceano Atlântico), Marselha (Marseille) (Sul - Mar Mediterrâneo), Lyon e Paris.
A França tem várias possessões espalhadas pelo mundo, a que chama departamentos do ultramar ou territórios ultramarinos:
- Américas
- Guiana Francesa
- Guadeloupe
- Martinica
- Saint Pierre et Miquelon
- África
- Reunião
- Mayotte
- Oceania
- Nova Caledónia
- Polinésia Francesa
- Wallis e Futuna
- Mares do Sul
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