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PIB

PIB

O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores financeiros) de toda a produção econômica de uma determinada região ou parcela da sociedade (qual seja, países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). Consideram-se bens e serviços. No cálculo do PIB a preços de mercado consideram-se apenas os valores agregados, para evitar o problema conhecido como dupla contagem: quando valores gerados na cadeia de produção aparecem contados duas vezes na soma do PIB. (Devem-se descontar os insumos dos valor monetário de venda.) Fala-se na distinção entre PIB nominal e PIB real; o primeiro é o valor comum na expressão do PIB, ou seja, a soma simples dos bens e serviços produzidos; o segundo acompanha-se de uma correção inflacionária. A fórmula clássica para expressar o PIB de uma região é a seguinte: :: Y = C + I + G + X - M :::Onde, :::
- Y é o PIB :::
- C é o consumo :::
- I é o total de investimentos realizados :::
- G representa gastos governamentais :::
- X é o volume de exportações :::
- M é o volume de importações No ano de 2004, o PIB brasileiro foi estimado em R$ 1 841 795,70 .

PIB e PNB (produto nacional bruto)

O PIB difere do produto nacional bruto (PNB) basicamente pela renda líquida enviada ao exterior (RLEE): ela é considerada no cálculo do PNB, e desconsiderada no cálculo do PIB. Esta renda representa a diferença entre recursos enviados ao exterior (pagamento de fatores de produção internacionais alocados no país) e os recursos recebidos do exterior a partir de fatores de produção que, sendo do país considerado, encontram-se em atividade em outros países. Assim (e simplificadamente), caso um país possua empresas atuando em outros países, mas proíba a instalação de transnacionais em seu território, terá uma renda líquida enviada ao exterior negativa. Pela fórmula: :: PNB = |PIB| - RLEE O país exemplificado terá um PNB maior que o PIB. No caso brasileiro, o PNB é menor que o PIB, uma vez que a RLEE é positiva (ou seja, envia-se mais recursos ao exterior do que recebe-se).

Lista de países pelo seu PIB


- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra)
- Lista de países por PIB nominal
- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra) per capita
- Lista de países por PIB nominal per capita Categoria:Economia ja:国内総生産 simple:Gross Domestic Product

Finanças



Economia

Economia - Existem muitas maneiras de conceber a economia como um ramo do conhecimento. Para os economistas clássicos, como Adam Smith, David Ricardo ou John Stuart Mill, a economia é o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo da riqueza. Por outro lado, para os autores ligados ao pensamento econômico neoclássico, a economia pode ser definida como a ciência das trocas ou das escolhas. Neste caso, para seguir a definição proposta por Lionel Robbins, a economia lidaria com o comportamento humano enquanto condicionado pela escassez dos recursos: a economia trata da relação entre fins e meios (escassos) disponíveis para atingi-los. Deste modo, o foco da ciência econômica consistiria em estudar os fluxos e meios da alocação de recursos para atingir determinado fim, qualquer que seja a natureza deste último. A palavra economia deriva do grego oikonomía: atos administração, direção de uma casa; organização, distribuição; e do latim oeconomìa: disposição, ordem, arranjo.

Escolas de pensamento

Ao longo da história do pensamento económico co-existiram diferentes linhas de pensamento, entre as quais podem ser listadas: a economia política clássica (corrente dominante no mundo anglo-saxão até o final do século XIX), a economia marxista, a escola neoricardiana, a escola keynesiana e a economia neoclássica. Esta última é a corrente hegemônica, mas pode ser dividida entre diferentes grupos, como a escola Walrisiana, a escola de Chicago, a escola austríaca, etc.

Abordagem macroeconómica versus abordagem microeconómica

A abordagem macroeconómica da economia dá uma grande importância aos grandes agregados estatísticos como o Produto interno bruto(PIB), o consumo privado(CP), a taxa de desemprego(TD), a taxa de juro(SELIC) e consumo público. Através desta abordagem, os economistas tentam estabelecer a relação entre estes agregados para dessa forma prever os efeitos de intervenções sobre eles no futuro da economia. A abordagem microeconómica valoriza a forma como os indivíduos reagem a incentivos, como a informação circula na economia e como estes microeventos se reflectem nas variáveis macroeconómicas.

Economia normativa versus economia positiva

A economia normativa é uma abordagem que procura determinar como se pode manipular a economia para atingir determinados objectivos específicos. Normalmente, o que se pretende é atingir um determinado padrão de distribuíção de riqueza. A economia normativa pressupõe uma tomada de posição ética em relação à realidade. A economia positiva é uma abordagem que não tem preocupações éticas e que se limita a determinar os factos tal qual eles existem. Os defensores da economia positiva defendem que os economistas se devem preocupar essencialmente em determinar os factos e que esta tarefa é já por si extremamente difícil. Defendem que qualquer tentativa de manipular a economia,através do uso de coerção, está condenada ao fracasso por desconhecimento dos factos económicos e por consequências em relação a anulação de incentivos em relação a produção. Os defensores da economia normativa argumentam que a riqueza deve existir para ser distribuida pelo estado e que se deve tentar modificar os factos económicos em favor do que entendem ser uma economia mais justa.

História

A economia moderna foi muito influenciada pelo contributo do escocês Adam Smith. Adam Smith, na sua obra A Riqueza das Nações, estabeleceu alguns dos princípios fundamentais da economia (estudando basicamente dois modos de produção que são o Mercantilismo e a Fisiocracia), que ainda hoje servem de guia aos economistas. Adam Smith foi o primeiro a defender que os interesses privados dos indivíduos produziam benefícios públicos. Porém, diferentemente do atual senso comum, Adam Smith nunca afirmou que o mercado independe do Estado, idéia esta difundida pelos neoliberais. No entanto, algumas escolas actuais reconhecem que Aristóteles e os pensadores escolásticos do final da Idade Média também deram contribuições importantes à economia moderna. No século XIX, Karl Marx fez a crítica mais influente à economia de mercado ao defender que esta forma de organização económica é uma forma de exploração do homem pelo homem. Marx defendia que toda riqueza era produzida pelo trabalho humano e que os donos do capital se limitavam a apropriar-se da riqueza produzida pelo trabalho. Os argumentos de Karl Marx não convenceram os defensores do da economia de mercado já que foram refutados por Böhm-Bawerk e outros economistas mais tarde. Estes constituíam a escola neoclássica que dominou o pensamento económico até à decada de 30 do século XX. Segundo a escola neoclássica, o preço de um bem ou serviço não representa o valor do trabalho nele incorporado. Assim sendo é o equilíbrio entre oferta e demanda que determina os preços. Depois de estabelecido, o preço atua como um sinalizador das quantidades dos estoques de bens e serviços. Por exemplo, uma variação nos preços indicaria aos consumidores que determinado bem requer mais ou menos unidades monetárias para ser adquirido, o que incentivaria ou inibiria o consumo. Já para os produtores, indicaria que os consumidores estariam dispostos a pagar mais ou menos unidades monetárias pelo bem ou serviço, o que, novamente, incentivaria ou inibiria o produtor a ofertar o bem ou serviço (dado seu custo de produção constante). Assim sendo, o mercado, através da sinalizaçao dos preços, tenderia ao equilíbrio ideal em termos de alocação de recursos escassos. Nos anos 30, a teoria econômica em voga foi posta em causa por John Maynard Keynes. A teoria macroeconómica de Keynes previa que uma economia poderia permanecer abaixo da sua capacidade, com taxas de desempregos altas, ao contrário do que previa a teoria clássica. Keynes propôs intervenções estatais na economia com o objectivos de estimular o crescimento e baixar o desemprego. Para intervir, os estados deviam aumentar os seus gastos financiados, entre outros, com a emissão de moeda, que por sua vez geraria inflação. As idéias de Keynes permaneceram um voga nas políticas económicas dos países ocidentais até os anos 70. A partir daí, a política económica passou a ser orientada pelos economistas neoclássicos embora os keynesianos ainda são muito numerosos. Alegavam (e alegam) estes que o estado empreendedor de Keynes era oneroso, burocrático e ineficiente e devia subordinar-se em detrimento a atuar no mercado.

Conceitos

Os economistas neoclássicos baseiam os seus raciocínios em hipóteses básicas como a existência da racionalidade dos agentes, agentes maximizadores de bem-estar, donde se derivam dedutivamente conceitos como custo de oportunidade e trade-offs em leis como a lei da oferta e da procura e teorias como a escolha pública, teoria dos jogos num mercado duopolizado, a teoria do consumidor e produtor.

Tipos de produção


- Escravidão
- Teletrabalho
- Profissões liberais


- Administração financeira
- Capitalismo
- Eco-economia
- Economia da Informação
- Economia de estado
- Economia de Livre Mercado
- Economia de Portugal
- Economia do Brasil
- Economia ecológica
- Economia Européia
- Economia informal
- Economia internacional
- Economia mista
- Economia participativa
- Economia política
- Economia solidária
- Eurodólar
- Euromoeda
- Euronext
- Feudalismo
- História da Economia
- História da Moeda
- Lei da oferta e da procura
- Lei de Metcalfe
- Lei de Moore
- Lei de Say
- Liberalismo económico
- Lista de economistas
- Marxismo
- Mercantilismo
- Nasdaq
- Neoliberalismo
- Petrodólar
- Socialismo
- Teoria dos Jogos


- [http://geein.fclar.unesp.br GEEIN - Grupo de Estudos em Economia Industrial]
- [http://www.pensamentoeconomico.ecn.br História do pensamento econômico] Categoria:Economia ja:経済学 ko:경제학 simple:Economics th:เศรษฐศาสตร์

Estado

Um Estado é uma comunidade organizada politicamente, ocupando um território definido, normalmente sob Constituição e dirigida por um governo; também possuindo autonomia. Um estado pode ser soberano ou federado, neste caso compondo com outros estados uma federação. O reconhecimento da independência de um estado em relação a outros, permitindo ao primeiro firmar acordos internacionais, é uma condição fundamental para estabelecimento da soberania. O Estado pode também ser definido em termos de condições domésticas (internas), especificamente (conforme descreveu Max Weber, entre outros) no que diz respeito ao monopólio do uso legítimo da violência. O conceito parece ter origem nas antigas cidades-estados que se desenvolveram na antiguidade, em várias regiões do mundo, como a Suméria, a América Central e no Extremo Oriente. Em muitos casos, estas cidades-estados foram a certa altura da história colocadas sob a tutela do governo dum reino ou império, seja por interesses económicos mútuos, seja por dominação pela força. O estado como unidade política básica no mundo tem, em parte, vindo a evoluir no sentido de um supranacionalismo, na forma de organizações regionais, como é o caso da União Europeia.

Veja também


- Anarquia categoria:Política ja:国家 simple:State th:รัฐ

Brasil

A República Federativa do Brasil é o maior e mais populoso país da América Latina, e o quinto maior do mundo. Sua área total é de 8.514.200,5 km². Localiza-se na parte central e nordeste da América do Sul. Suas fronteiras ao Norte são com a Venezuela, a Guiana, o Suriname e com o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; tem costas ao Nordeste, Leste e Sudeste no Oceano Atlântico. Ao Sul, faz fronteira com o Uruguai; a Sudoeste, com a Argentina e o Paraguai; a Oeste, com a Bolívia e o Peru, e a Noroeste, com a Colômbia. Os únicos países sul-americanos que não fazem fronteira com o Brasil são o Chile e o Equador. Bem além do território continental, o Brasil também possui alguns pequenos grupos de ilhas no Oceano Atlântico: Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, e Trindade e Martim Vaz. Há também um complexo de pequenas ilhas e corais chamado Atol das Rocas.

História

Para obter mais detalhes, veja História do Brasil Originalmente habitado por ameríndios (aproximadamente de 3 a 5 milhões) o território que hoje pertence ao Brasil, além do restante da América do Sul, já estava dividido entre duas potências européias, Portugal e Espanha antes mesmo de seu descobrimento oficial. O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, foi um importante acordo para a definição da futura fronteira do Brasil, que dividia o continente de norte a sul, desde o atual estado do Pará até a cidade de Laguna (Santa Catarina), sendo muito alterada posteriormente, com a expansão portuguesa para o oeste. Oficialmente, o descobridor foi Pedro Álvares Cabral, tendo avistado terra em 21 de abril e chegado à atual Porto Seguro (BA) em 22 de Abril de 1500. A ocupação efetiva se deu a partir de 1532, com a fundação de vila de São Vicente, por Martim Afonso de Sousa. Ao longo do século XVI, foi-se ensaiando a escravidão, inicialmente a dos indígenas, e só a partir das últimas décadas a do africano. Ainda nesse século deve-se ressaltar as primeiras tentativas de exploração do interior, bem como as disputas com os Franceses, que procuravam aumentar sua influência na América, através da pirataria e do comércio do Pau-Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, gerando uma guerra luso-francesa na recente colônia, culminando com a expulsão do general Coligny do forte de Villegagnon e o estabelecimento definitivo da hegemonia da coroa portuguesa. O século XVII vê um grande desenvolvimento da agricultura, baseada na escravatura, do tabaco e especialmente da cana-de-açúcar na Bahia, Pernambuco, e mais tardiamente no Rio de Janeiro. As expedições chamadas de Entradas e Bandeiras dos paulistas, descobriram o ouro, pedras preciosas em Minas Gerais e ervas no sertão. As colônias nordestinas foram ocupadas pelos holandeses em 1624, e entre 1630 e 1654, principalmente sob o comando de Maurício de Nassau, sendo ao final expulsos na batalha de Guararapes. Nessa época foi fundado o quilombo de Palmares, por Zumbi, líder guerreiro, e que congregava milhares de negros fugidos dos engenhos de cana do nordeste brasileiro e alguns brancos e índios. Este mini-reino foi finalmente destruído, não sem uma resistência heróica e violenta, pelos bandeirantes portugueses comandados por Domingos Jorge Velho, tendo seu líder sido morto e decapitado (segundo a tradição não-oficial, Zumbi teria conseguido fugir). No século XVIII, ainda que a produção do açúcar não tenha perdido sua importância, as atenções da Coroa se concentravam na região das Minas gerais onde se tinha descoberto ouro. Este, entretanto, esgota-se antes do final do século. Após a Independência (7 de setembro de 1822), o Brasil se torna uma monarquia constitucional, mantendo a base de sua economia no trabalho escravo. Este é lentamente substituído pela imigração alemã, italiana e polonesa. O surto de modernização continua com o fim da escravidão (1888), à época quase dispensável, e da monarquia, no ano seguinte. A República que então se instaura em 15 de novembro de 1889, dominada por oligarquias estaduais que se sustentavam através de eleições "fraudadas", dura até 1930. Nesse ano, Getúlio Vargas comanda uma revolução que o coloca no poder até 1945, incluindo uma ditadura de inspirações fascistas desde 1937. Após a derrubada de Getúlio Vargas e a promulgação de uma Constituição em 1946, o país vive a fase mais democrática que já experimentara, embora abalada por fatos como o suicídio de Vargas em 1954, presidente eleito desde 1951. Em janeiro de 1956, tomou posse o novo presidente Juscelino Kubitschek, ex-governador de Minas Gerais, que inicia um período de industrialização do país. Em 1961 assume a presidência da república o populista Jânio Quadros, tendo como vice-presidente João Goulart que não era do mesmo partido (havia eleições para presidente e para vice-presidente, não em uma chapa de presidente e vice-presidente). Com a renúncia de Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961 e após um período de instabilidade política e da campanha que ficou conhecida como "legalidade" patrocinada pelo cunhado de João Goulart, o governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola, Goulart assume a presidência e propõe um conjunto de reformas que ficaram conhecidas como as "reformas de base", que incluíam distribuição de renda, reforma agrária e outras medidas de cunho socialista. Inicia-se um período de instabilidade política e atritos entre o governo e os militares conservadores. Leonel Brizola O golpe militar de 31 de Março de 1964 derruba Goulart e instaura uma ditadura que coloca no poder o general Castello Branco. Seu governo é sucedido respectivamente pelos governos militares dos generais Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo. A volta à democracia se inicia após uma maciça movimentação popular na campanha das Diretas-Já em 1984. Em 1985, concorrendo com Paulo Maluf, Tancredo Neves ganha uma eleição indireta no Colégio Eleitoral. Tancredo não chega a tomar posse vindo a falecer e José Sarney toma posse em 1985. Sob o governo de José Sarney, promulga-se a Constituição de 1988, que institui uma república presidencial, confirmada em plebiscito em 21 de Abril de 1993. Em 1989, o ex-governador das Alagoas Fernando Collor, praticamente desconhecido no resto do país, é eleito presidente, nas primeiras eleições diretas àquele cargo desde 1960. Após 2 anos o governo sofre com diversas denúncias e é instaurado um processo de afastamento no congresso. Em uma tentativa de não sofrer o afastamento, Fernando Collor renuncia mas acaba punido com a perda de seus direitos políticos e seu vice, Itamar Franco, toma posse. O governo de Itamar Franco introduz o Plano Real, um plano econômico executado pelo então ministro da fazenda, Fernando Henrique Cardoso, inédito no mundo e que debelou décadas de inflação. Com o sucesso do Plano Real, Fernando Henrique Cardoso, centro-direita, concorre e é eleito presidente em 1994 conseguindo a reeleição em 1998, em aliança com forças da direita tradicional. Após os oito anos do governo considerado neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, em 2002 é eleito presidente da República o ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, do tradicionalmente esquerdista PT.

Geografia

PT Para mais detalhes, veja Geografia do Brasil Sua geografia é diversificada, com paisagens semi-áridas, montanhosas, de planície tropical, subtropical, com climas variando do seco sertão nordestino ao chuvoso clima tropical equatorial, ao frio da região sul, com clima subtropical e geadas. Seu povo é o resultado da miscigenação de diferentes raças e culturas, com influências tanto dos ameríndios, moradores originais do continente, como dos europeus, e dos africanos que foram trazidos como escravos. Além destes, participam também os povos asiáticos, mas de influência mais limitada. A imigração foi incentivada pelo governo no final do século XIX, após a abolição da escravatura, para compor a mão-de-obra que iria trabalhar nas lavouras de café e nas nascentes indústrias. Houve forte fluxo de emigrantes para a região Sudeste (Italianos, Espanhóis, Portugueses) e para a região Sul (Alemães, Poloneses, Eslavos). Outros surtos imigratórios, causados por fatores externos, trouxeram Judeus, Japoneses e Sul-Americanos em geral. Esta miscigenação é responsável, em parte, pelo fato do Brasil ser reconhecido como um dos países mais abertos e tolerantes às diferenças culturais. Pessoas das mais diferentes origens, raças e credos convivem lado a lado, sem tensões sociais, contribuindo para uma cultura rica e diversificada.

Geologia

A estrutura geológica de um território corresponde as diversas formas de organização de suas rochas, considerando, principalmente, idade e origem das mesmas. As ciências da Terra, como a Geologia e a Geomorfologia, consideram que a estrutura geologica é composta de três domínios estruturais: os crátons ou plataformas estruturais, as bacias sedimentares e as cadeias orogênicas ou orógenos (oro= montanha; gênese= formação).O Brasil possui terrenos geológicos muito antigos e bastante diversificados, dada sua extensa área territorial. Não existem, entretanto, cadeias orogênicas modernas, datadas do Mesozóico, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. Eis a razão pela qual a modéstia de altitudes é uma das características principais da geomorfologia brasileira. Raros são os pontos em que o relevo ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país, enquanto as maiores médias regionais estão na Região Sudeste, notadamente nas fronteiras de Minas Gerais e Rio de Janeiro. As rochas mais antigas integram áreas de escudo cristalino, representadas pelos crátons: Amazônico, Guianas, São Francisco, Luís Alves/Rio de La Plata, acompanhado por extensas faixas móveis proterozóicas. Da existência destes crátons advém outra característica geológica muito importante do território: sua estabilidade geológica. São incomuns no Brasil os grandes abalos sísmicos ou terremotos. Também não existe atividade vulcânica expressiva. As partes mais acidentadas do relevo são resultantes de dobramentos ou arqueamentos antigos da crosta, datados do proterozóico (faixas móveis). As áreas de coberturas sedimentares estão representadas por três grandes bacias sedimentares: Bacia Amazônica, Bacia do Paraná e Bacia do Parnaíba, todas apresentando rochas de idade paleozóica.

Tópicos gerais e hinos

Política

Para mais detalhes, veja Política do Brasil De acordo com a Constituição de 1988, o Brasil é uma República Federativa Presidencialista, de inspiração estadunidense quanto à forma do Estado. No entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente, eleito quadrienalmente. Concomitantemente às eleições presidenciais, vota-se para o Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo, dividido em duas casas parlamentares: a Câmara dos Deputados, que têm mandato de quatro anos, e o Senado Federal, cujos membros possuem mandatos de oito anos e se elegem em um terço e dois terços alternadamente a cada quatro anos. Embora o peso de cada voto individual seja o mesmo no sufrágio para o Executivo, o mesmo não ocorre com o Legislativo. Por um lado, há três Senadores representando cada Unidade da Federação (atualmente 27). Por outro, a se considerar o modelo federativo clássico, a representação do povo pelos Deputados deveria ser consoante à população de cada UF; seu número é, entretanto, limitado a no mínimo 8 e no máximo 70. De qualquer forma, adota-se o sistema majoritário para a eleição dos Senadores e o proporcional para os Deputados. Finalmente, há o Poder Judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, responsável por interpretar a Constituição Federal e composto de onze Ministros indicados pelo Presidente sob referendo do Senado, dentre indíviduos de renomado saber jurídico. A composição dos ministros do STF não é completamente renovada a cada mandato presidencial: o presidente somente indica um novo ministro quando um deles se aposenta ou vem a falecer.

Divisões políticas

Poder Judiciário As 27 unidades da federação são agrupadas, para fins estatísticos e, em alguns casos, de orientação da atuação federal, em cinco grandes regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Cada Estado, bem como o Distrito Federal, tem seus próprios órgãos executivos (na figura do Governador), legislativos (Assembléia Legislativa unicameral) e judiciários (tribunais estaduais). Apenas aos Estados cabe subdividir-se em Municípios, que variam em número, entre 15 (Roraima) e 853 (Minas Gerais). Como as menores unidades autônomas da Federação dispõem apenas do poder Executivo, exercido pelo Prefeito, e Legislativo, sediado na Câmara Municipal. Esta última é uma entidade com uma história secular na Península Ibérica e áreas por ela colonizadas. Abaixo, os Estados que compõem cada região:
- Região Centro-Oeste
  - Distrito Federal (DF)
  - Goiás (GO)
  - Mato Grosso (MT)
  - Mato Grosso do Sul (MS)
- Região Nordeste
  - Alagoas (AL)
  - Bahia (BA)
  - Ceará (CE)
  - Maranhão (MA)
  - Paraíba (PB)
  - Pernambuco (PE)
  - Piauí (PI)
  - Rio Grande do Norte (RN)
  - Sergipe (SE)
- Região Norte
  - Acre (AC)
  - Amapá (AP)
  - Amazonas (AM)
  - Pará (PA)
  - Rondônia (RO)
  - Roraima (RR)
  - Tocantins (TO)
- Região Sudeste
  - Espírito Santo (ES)
  - Minas Gerais (MG)
  - Rio de Janeiro (RJ)
  - São Paulo (SP)
- Região Sul
  - Paraná (PR)
  - Rio Grande do Sul (RS)
  - Santa Catarina (SC)

Maiores aglomerações urbanas

# Região Metropolitana de São Paulo - São Paulo - 20,5 milhões de habitantes # Região Metropolitana do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - 11,6 milhões de habitantes # Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais - 4,6 milhões de habitantes # Região Metropolitana de Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 3,9 milhões de habitantes # Região Metropolitana do Recife - Pernambuco - 3,5 milhões de habitantes.

Cidades mais populosas

# São Paulo - 11,5 milhões de habitantes # Rio de Janeiro - 6,5 milhões de habitantes # Salvador - 2,63 milhões de habitantes # Belo Horizonte - 2,35 milhões de habitantes # Fortaleza - 2,33 milhões de habitantes # Brasília - 2,28 milhões de habitantes # Curitiba - 1,73 milhão de habitantes # Manaus - 1,59 milhão de habitantes # Recife - 1,49 milhão de habitantes # Porto Alegre - 1,42 milhão de habitantes

Economia

A economia do país é bastante diversificada e abrange diversos tipos de atividade econômica e industrial, dentre as principais encontram-se:
- Indústria aeronáutica
- Agricultura e Agroindústria
- Indústria automotiva
- Divisão Geoeconômica
- Indústria de eletro-eletrônicos
- Extrativismo
- Indústria de transformação
- Indústria têxtil
- Mineração
- Indústria petroquímica
- Turismo
- Serviços
- Sistema Financeiro Brasileiro

Demografia

A base do povo brasileiro é o elemento Português, que colonizou o país após 1500. Até a independência, em 1822, Portugal foi a única nação européia que se estabeleceu com sucesso no Brasil, e grande parte da cultura brasileira tem sua raíz naquela de Portugal. Holandeses e Franceses também colonizaram o Brasil no século XVII, mas sua presença durou apenas algumas décadas. A população Indígena do Brasil foi em grande parte exterminada ou assimilada pela população Portuguesa. Desde o início da colonização, a mistura entre Portugueses e Nativos foi comum. O Brasil tem uma grande população Negra, descendente dos escravos Africanos trazidos para o País do século XVI ao século XIX. A população Africana no Brasil se misturou em larga escala com os Portugueses, criando uma grande população Mestiça no País. No século XIX, o Governo Brasileiro estimulou a imigração de Europeus para substituir a mão-de-obra escrava. Os primeiros imigrantes não-Lusos a se estabelecerem no Brasil foram os Alemães, em 1824. Entretando, a vinda em massa de Europeus para o Brasil só começou na década de 1870, quando a imigração vinda da Itália cresceu. O Brasil tem a maior população de origem italiana fora da Itália, com 25 milhões de descendentes de italianos, constituindo mais de 15% da população brasileira. Um outro importante fluxo de imigrantes no Brasil veio da Espanha. Durante o século XIX e início do século XX, o Brasil recebeu imigrantes de diversos outros países da Europa, como da Polônia, Rússia, Ucrânia e Áustria. Esses imigrantes se estabeleceram sobretudo nos estados do Sul e Sudeste. Começando no início do século XX, o Brasil também recebeu um grande número de imigrantes Japoneses, que foram principalmente para São Paulo. Constituem hoje a maior população de origem Asiática do País. Os Japoneses e descendentes residentes no Brasil (1,5 milhão) são a maior população japonesa fora do Japão. Também ocorreu uma significante imigração vinda do Oriente Médio (Líbano e Síria) A população brasileira está concentrada sobretudo no litoral, com uma menor densidade demográfica no interior.
- Povos Ameríndios
- Imigração italiana no Brasil
- Imigração portuguesa no Brasil
- Imigração alemã no Brasil
- Imigração japonesa no Brasil
- Imigração espanhola no Brasil
- Escravidão Africana

Migrações


- Migrações internacionais recentes no Brasil
- Migrações internas no Brasil

Idiomas

O Português é a língua oficial e falada por toda a população. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural em relação aos outros países do continente. O português é o único idioma com total status de língua oficial do Brasil e há pequenas variantes regionais. É a única língua usada nas escolas, jornais, rádio e TV e negócios. O idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele falado em Portugal e nos outros países lusófonos. O Português do Brasil é mais arcáico que o Português de Portugal e possui algumas diferenças na fonética e na ortografia, embora as diferenças entre as duas variantes não comprometa seu entendimento. Idiomas minoritários são falados no dia-a-dia no vasto território brasileiro. Parte desses idiomas são Línguas Indígenas, faladas sobretudo na Região Norte do Brasil. As línguas mais faladas são: Tupi-guarani, Kaingang, Nadëb, Carajá, Caribe, Tucano , Arára, Terêna, Borôro, Apalaí, Canela e vários outras. Outras línguas faladas no Brasil são entre as populações de descendentes de imigrantes que preservaram seus costumes no Sul do Brasil. Essas comunidades falam alemão, italiano, polonês e japonês. A variante alemã mais falada no Brasil é o dialeto Riograndenser Hunsrückisch, que tem sua origem no dialeto alemão Hunsrückisch. A variante italiana mais falada no Brasil é o Talian, um dialeto que tem sua origem na Língua Vêneta, falada no Norte da Itália

Religião

Três em cada 4 brasileiros, ou 74% da população, são Católicos. O número de Protestantes tem crescido rapidamente, representando 15.4%. Outros grupos Cristãos compreendem por 1.3%. Seguidores de religiões de origem africana representam em torno de 0,3% da população. A comunidade Judáica tem 160 mil membros, e as religiões asiáticas são seguidas por 300 mil brasileiros. O Islamismo é seguido por 30 mil pessoas. Cerca de 10% da população não professa nenhuma religião. O Brasil é o país com a maior população Católica do mundo. Também é o país com o maior número de seguidores de religiões Asiáticas fora da Ásia.

Cultura

Veja também:


- Lista de países

Referências externas - oficiais


- [http://www.brasil.gov.br/ Governo Federal]
- [http://www.senado.gov.br/ Senado Federal]
- [http://www.camara.gov.br/ Câmara dos Deputados]
- [http://www.mre.gov.br/ Ministério das Relações Exteriores]
- [http://www.consul.cc/brazil/ Corpo Consular do Brasil]
- [http://www.stf.gov.br/ Supremo Tribunal Federal]
- [http://www.bcb.gov.br Banco Central do Brasil]
- [http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/historia/entrevista_1a.asp História do Brasil]
- [http://www.riodejaneiro-turismo.com.br/pt/ Riotur - orgão da Secretaria Especial de Turismo da cidade do Rio de Janeiro]

Imprensa

Agência de notícias oficial


- Agência Brasil (Radiobrás) [http://www.radiobras.gov.br/]

Jornais e Revistas

Ver artigo principal Lista de jornais e revistas brasileiros Categoria:Países da América do Sul
-
fiu-vro:Brasiilia ja:ブラジル ko:브라질 ms:Brazil simple:Brazil th:ประเทศบราซิล zh-min-nan:Pa-se

Produto nacional bruto

Produto Nacional Bruto ( PNB ): expressão monetária dos bens e serviços produzidos por fatores de produção nacionais, independentemente do território econômico.

Empresa transnacional

Empresas transnacionais são corporações que não têm seus capitais originários especificadamente deste ou daquele país e não necessariamente dominam o processo de produção em seus diferentes segmentos. Outro conceito é que as empresas transnacionais seriam entidades autônomas que fixam suas estratégias e organizam sua produção em bases internacionais, ou seja, sem vínculo direto com as fronteiras nacionais. Categoria:Administração Categoria:Economia

Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra)

Esta é uma lista de países do mundo organizada pelo seu Produto Interno Bruto (PIB), o valor de todos os bens e serviços de um país produzidos numa nação durante um ano. É utilizada como unidade monetária o dólar internacional, e o valor é estimado através do cálculo da Paridade do Poder de Compra (PPC).

Fontes


- Fundo Monetário Internacional (FMI), Base de dados mundial de economia, Abril 2005 [http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/01/data/dbcoutm.cfm?SD=2005&ED=2005&R1=1&R2=1&CS=3&SS=2&OS=C&DD=0&OUT=1&C=512-941-914-446-612-666-614-672-311-946-213-137-911-962-193-674-122-676-912-548-313-556-419-678-513-181-316-682-913-684-124-273-339-921-638-948-514-686-218-688-963-518-616-728-223-558-516-138-918-353-748-196-618-278-522-692-622-694-156-142-624-449-626-564-628-283-228-853-924-288-233-293-632-566-636-964-634-182-238-453-662-968-960-922-423-714-935-862-128-716-611-456-321-722-243-965-248-718-469-724-253-576-642-936-643-961-939-813-644-199-819-184-172-524-132-361-646-362-648-364-915-732-134-366-652-734-174-144-328-146-258-463-656-528-654-923-336-738-263-578-268-537-532-742-944-866-176-369-534-744-536-186-429-925-178-746-436-926-136-466-343-112-158-111-439-298-916-927-664-846-826-299-542-582-443-474-917-754-544-698&S=PPPWGT&CMP=0&x=64&y=13]; Mundo [http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/01/data/dbaoutm.cfm?SD=2005&ED=2005&R1=1&R2=1&CS=5&SS=2&OS=C&DD=0&OUT=1&C=001&S=PPPWGT&CMP=0&x=51&y=9]; União Europeia [http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/01/data/dbaoutm.cfm?SD=2005&ED=2005&R1=1&R2=1&CS=5&SS=2&OS=C&DD=0&OUT=1&C=998&S=PPPWGT&CMP=0&x=47&y=18]
- (
- ) The World Factbook, United States Central Intelligence Agency (CIA), Maio 2005. [http://www.cia.gov/cia/publications/factbook/fields/2001.html] (Esta informação pode referir-se a 2004 ou anterior) Não inclui Hong Kong, Macau ou os territórios administrados pela República da China (Taiwan, Pescadores, Quemoy e Matsu)


- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra) per capita
- Lista de países por PIB nominal
- Lista de países por PIB nominal per capita Categoria:Listas de países

Lista de países por PIB nominal

Esta é a lista de países organizados por ordem decrescente de Produto Interno Bruto (PIB) nominal, baseada nas taxas de câmbio correntes do mercado de moeda.

Fontes

Fonte: Fundo Monetário Internacional (FMI), Base de dados mundial de economia, Abril 2005 [http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/01/data/dbcoutm.cfm?SD=2005&ED=2005&R1=1&R2=1&CS=3&SS=2&OS=C&DD=0&OUT=1&C=512-941-914-446-612-666-614-672-311-946-213-137-911-962-193-674-122-676-912-548-313-556-419-678-513-181-316-682-913-684-124-273-339-921-638-948-514-686-218-688-963-518-616-728-223-558-516-138-918-353-748-196-618-278-522-692-622-694-156-142-624-449-626-564-628-283-228-853-924-288-233-293-632-566-636-964-634-182-238-453-662-968-960-922-423-714-935-862-128-716-611-456-321-722-243-965-248-718-469-724-253-576-642-936-643-961-939-813-644-199-819-184-172-524-132-361-646-362-648-364-915-732-134-366-652-734-174-144-328-146-258-463-656-528-654-923-336-738-263-578-268-537-532-742-944-866-176-369-534-744-536-186-429-925-178-746-436-926-136-466-343-112-158-111-439-298-916-927-664-846-826-299-542-582-443-474-917-754-544-698&S=NGDPD&CMP=0&x=36&y=12]; Mundo [http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/01/data/dbaoutm.cfm?SD=2005&ED=2005&R1=1&R2=1&CS=5&SS=2&OS=C&DD=0&OUT=1&C=001&S=NGDPD&CMP=0&x=58&y=13]; União Europeia [http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2004/02/data/dbaoutm.cfm?SD=2005&ED=2005&R1=1&R2=1&CS=5&SS=2&OS=C&DD=0&OUT=1&C=998&S=NGDPD&CMP=0&x=31&y=15]

Veja também


- Lista de países por PIB nominal per capita
- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra)
- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra) per capita Categoria:Listas de países

Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra) per capita

Esta é uma lista de países do mundo organizada pelo seu Produto Interno Bruto (PIB), o valor de todos os bens e serviços de um país produzidos numa nação durante um ano. É utilizada como unidade monetária o dólar internacional, e o valor é estimado através do cálculo da Paridade do Poder de Compra (purchasing power parity (PPP), em inglês).

Fontes


- Fundo Monetário Internacional (FMI), Base de dados mundial de economia, Abril 2005 [http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/01/data/dbcoutm.cfm?SD=2005&ED=2005&R1=1&R2=1&CS=3&SS=2&OS=C&DD=0&OUT=1&C=512-941-914-446-612-666-614-672-311-946-213-137-911-962-193-674-122-676-912-548-313-556-419-678-513-181-316-682-913-684-124-273-339-921-638-948-514-686-218-688-963-518-616-728-223-558-516-138-918-353-748-196-618-278-522-692-622-694-156-142-624-449-626-564-628-283-228-853-924-288-233-293-632-566-636-964-634-182-238-453-662-968-960-922-423-714-935-862-128-716-611-456-321-722-243-965-248-718-469-724-253-576-642-936-643-961-939-813-644-199-819-184-172-524-132-361-646-362-648-364-915-732-134-366-652-734-174-144-328-146-258-463-656-528-654-923-336-738-263-578-268-537-532-742-944-866-176-369-534-744-536-186-429-925-178-746-436-926-136-466-343-112-158-111-439-298-916-927-664-846-826-299-542-582-443-474-917-754-544-698&S=PPPPC&CMP=0&x=44&y=15]
- (
- ) The World Factbook, United States Central Intelligence Agency (CIA), Maio 2005. [http://www.cia.gov/cia/publications/factbook/fields/2001.html] (Esta informação pode referir-se a 2004 ou anterior)
- Mundo: Informação da Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra) e Lista de países por população, 25 de Maio, 2005


- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra)
- Lista de países por PIB nominal
- Lista de países por PIB nominal per capita Categoria:Listas de países

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Medicine Hat Tigers

The Medicine Hat Tigers are a junior ice hockey team in the Western Hockey League who play out of Medicine Hat, Alberta. They won the 2004 Championships over the Everett Silvertips in four straight games. This clinched the Tigers' berth in the 2004 Memorial Cup where they would finish third, losing to the Gatineau Olympiques in the semi-final. However, the Tigers won back-to-back Cups in 1987 and 1988. The Tigers play at the Medicine Hat Arena. The Tigers were granted a franchise in 1970. Some NHLers who played for the Tigers inclued: Trevor Linden, Chris Osgood, Lanny McDonald, Bryan McCabe, Jay Bouwmeester, and Cam Barker. Category:Alberta sports Category:Western Hockey League

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