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Mongólia

Mongólia

A Mongólia é um país asiático, encravado entre a Rússia a norte e a China a leste, sul e oeste. Capital: Ulaanbaatar.

História

A região correspondente à Mongólia atual foi ocupada por diversas tribos nômades, segundo relatos chineses que remontam a séculos antes de Cristo. Os Hunos aparentemente migraram para o oeste à partir das estepes da Mongólia. Por volta do século VII, os turcos surgem nos relatos chineses como nômades vindos do norte (da Mongólia). Nos séculos seguintes, os turcos migrariam para o sudoeste, ocupando outras áreas da Ásia, mas algumas tribos permaneceram no leste da Mongólia até o século XIII. Entre os séculos XI e XII, um líder tribal chamado Kabul Khan reuniu as tribos mongóis contra a China controlada pela Dinastia Jin, mas foi derrotado, e a unidade mongol foi desfeita. No final do século XII, um jovem chamado Temujin unificara algumas tribos mongóis e turcas, e vencera outras em batalha, sendo aclamado por todos os mongóis como Genghis Khan. No início do século XX, a recém formada União Soviética instalou na jovem república mongol um líder com orientações bolcheviques, que lideraria um processo que levaria à instauração de um regime comunista, em 1925. A República Popular da Mongólia só foi reconhecida pela China em 1946. As dissenções entre Rússia e China fizeram com que as relações entre China e Mongólia fossem praticamente encerradas até a dissolução do Partido Comunista mongol e a queda do regime em 1990. Desde então, a Mongólia experimenta um regime parlamentarista com eleições diretas a cada 4 anos, além de um renascimento cultural e religioso sem precedentes nos 75 anos de comunismo. A Mongólia é, desde 1990, um regime parlamentarista, pluripartidarista, com eleições diretas. Suas terras são muito utilizadas para os pousos das naves espaciais chinesas, devido a sua localização geográfica.

Subdivisões

A Mongólia está dividida em 21 províncias ou aymags: Arhangay, Bayan-Ölgiy, Bayanhongor, Bulgan, Darhan-Uul, Dornod, Dornogovĭ, Dundgovĭ, Govĭ-Altay, Govĭsümber, Hentiy, Hovd, Hövsgöl, Ömnögovĭ, Orhon, Övörhangay, Selenge, Sühbaatar, Töv, Uvs e Zavhan); e uma cidade com estatuto autónomo: a capital, Ulaanbaatar.

Geografia

Economia

Demografia

Cultura


- Política da Mongólia


- [http://geocities.com/ulsuud Bandeiras e escudos dos aymags da Mongólia]
- [http://www.ub-mongolia.mn 3000 pictures of travel in Mongolia] Categoria:Países da Ásia ja:モンゴル国 ko:몽골 ms:Mongolia th:ประเทศมองโกเลีย zh-min-nan:Bông-kó·

Ásia

Parte oriental do supercontinente Euro-Asiático. É o maior continente da Terra, estando delimitado a norte pelo Oceano Glacial Ártico, a leste pelo Oceano Pacífico e por vários dos seus mares costeiros, a sul pelo Oceano Índico e a oeste pelo Mar Vermelho, Istmo de Suez (que faz ligação com a África, Mar Mediterrâneo, Mar Negro, cordilheira do Cáucaso, Mar Cáspio, Rio Ural e os montes Urais (onde faz ligação à Europa). Além da massa continental, incluem-se também na Ásia os arquipélagos siberianos, as Curilhas, Sacalina, as ilhas japonesas, a ilha Formosa, as Filipinas, as Ilhas de Sonda, Ceilão e milhares de ilhas menores. Ceilão] Ásia, mãe das fontes e dos rios, segundo a mitologia grega, é o nome de batismo da Ásia, e seu pai Oceano, o deus dos rios, deu origem ao nome do continente vizinho, Oceania. Inclui os seguintes territórios:

Países independentes

Territórios não-autónomos


- Cisjordânia (sob ocupação de Israel) ()
- Chagos (dependência da colónia britânica Território Britânico do Oceano Índico)
- Cocos (dependência australiana)
- Gaza (sob ocupação de Israel) ()
- Natal (dependência australiana)

Grandes regiões da Ásia

A Ásia é muitas vezes dividida em grandes áreas geográfico-culturais:
- Ásia Central
- Cáucaso
- Extremo Oriente
- Indochina
- Médio Oriente
- Sibéria
- Subcontinente indiano (ou Indostão)
- Sueste asiático

Referências

# - Apesar de se encontrar de momento sob ocupação militar anglo-americana, o Iraque permanece formalmente independente. # # - Parte dos territórios de Gaza e da Cisjordânia são administrados pela Autoridade Palestiniana no âmbito de um acordo que visa à instauração futura de um estado independente da Palestina nas duas áreas.


- Lista de animais que vivem na Ásia


- [http://www.thaipro.com Asia and Thailand Search Engine] Asia Asia ja:アジア ko:아시아 ms:Asia simple:Asia th:ทวีปเอเชีย zh-min-nan:A-chiu

Rússia

A Rússia (em Russo: Россия, transliteração: Rossiya), ou Federação Russa (em Russo: Российская Федерация, transliteração: Rossiyskaya Federatsiya), é o maior país do Mundo, estendendo-se por quase metade da Europa e por cerca de um terço da Ásia. Compreende, além da porção metropolitana continental, o enclave de Kaliningrado, no Mar Báltico, e uma série de ilhas e arquipélagos árcticos, entre os quais os mais importantes são a Terra de Francisco José, as ilhas da Novaya Zemlya (por vezes aportuguesada desastradamente como Nova Zembla), a ilha de Kolguev, o arquipélago da Terra do Norte, as ilhas da Nova Sibéria e a ilha de Wrangell. Inclui também várias ilhas e arquipélagos no Extremo Oriente, em particular a ilha Sacalina, as ilhas Curilas e as ilhas Komandorskie. A porção continental limita a norte com o Mar Branco, Mar de Kara, Mar de Laptev, Mar da Sibéria Oriental e Mar de Chukchi, a leste com o Estreito de Bering e Mar de Bering, que estabelecem comunicação com o Alasca, com o Oceano Pacífico, com o Mar de Okhotsk e com o Mar do Japão, através do qual contacta com o Japão, a sul com a Coreia do Norte, com a China, com a Mongólia, com o Cazaquistão, com o Mar Cáspio, com o Azerbaijão, com a Geórgia e com o Mar Negro, do outro lado do qual está a Turquia, e a oeste limita com o Mar de Azov, com a Ucrânia, com a Bielorrússia, com a Letónia, com a Estónia, com o Golfo da Finlândia, com a Finlândia e com a Noruega. Capital: Moscou (bra.) ou Moscovo (por.). Em russo: Москва, lê-se Mosskvá.

História

Repetidas e devastadoras derrotas das tropas russas na Primeira Guerra Mundial levaram a motins generalizados nas principais cidades do Império Russo e à derrocada, em 1917, da dinastia dos Romanov, que reinou por 300 anos. Os socialistas, sob o comando de Vladimir Iliych Ulyanov (conhecido por Lenin) conquistaram o poder em seguida, e formaram a URSS. Sob o governo de Josef Stalin (nascido na Geórgia) o domínio russo sob a União Soviética se fortaleceu, ao custo de milhões de mortos e deportações. A economia e a sociedade soviética ficaram estagnadas em anos posteriores até que o Secretário Geral do Partido Comunista Mikhail Gorbachev introduziu a chamada glasnost (abertura, transparência) e a perestroika (reestruturação) numa tentativa de modernizar o comunismo, mas suas iniciativas, sem que o desejasse, estimularam forças que, mais tarde, até o fim de 1991, dividiram a antiga URSS em 15 repúblicas independentes. Desde então, a Rússia tem feito esforços para construir um sistema político democrático e uma economia de mercado, para substituir o rígido planejamento e controle social, político e econômico do período stalinista. Um conflito de guerrilhas forte ainda ocorre na região do Cáucaso russo, na república da Chechênia.

Política

Subdivisões

A Rússia é dividida em 89 subdivisões. 49 províncias, 21 repúblicas, 10 distritos autônomos, 6 territórios, 2 cidades autônomas e uma província autônoma. Cada distrito autônomo faz parte de um território ou uma província, de que parcialmente depende. Outros tipos de subdivisões são perfeitamente independentes. Nos últimos anos começou o processo de agregação das subdivisões. No 01 de Dezembro de 2005 a província de Perm e o distrito autônomo de Komi-Permyaki se unirão no território de Perm; no 01 de Janeiro de 2007 os distritos autônomos de Taimyr e Evenkia se aderirão ao território de Krasnoyarsk. Assim o número de subdivisões se reduzirão a 86.

Geografia

O relevo é variado: dominam planícies e vales (3/4 do território). As planícies Leste-Européia e Oeste-Siberiana, divididas pelos montes Urais, são as maiores do planeta. Ponto mais elevado: monte Elbrus (5642 m.). Quatro zonas climatéricas - ártica, subártica, temperada e subtropical - determinam o clima da Rússia com 4 seguintes estações de ano: inverno longo e nevoso, primavera temperada, verão curto e quente e outono chuvoso. As temperaturas médias variam em todo o território: em janeiro - de -1 C a -50 C, em julho - de 1 C a 25 C. Cerca de 14 % do território (Sibéria Norte e Norte do Oriente Extremo) ficam além do círculo polar com o solo perenemente congelado. A noite lá é de 60 dias. Às paisagens severas dos desertos árticos do Norte sucede a tundra com mofo, líquen e moita. O inverno na tundra conta com 8-9 meses por ano. Mais para o Sul estão espalhadas as famosas florestas russas que ocupam por volta de 43 % do território do país. A mata densa de coníferas de difícil acesso chama-se "taigá". Na zona central da Rússia encontram-se as florestas mais claras, mistas, dominadas por bétulas, álamos, carvalhos. As florestas das zonas centrais estão divididas por estepes - regiões parecidas com cerrado brasileiro. A maior parte de estepes é lavrada e semeada por trigo, centeio, milho, girassóis, etc. No Sul do país, principalmente na costa do Mar Negro, o clima é subtropical com o inverno curto e úmido e verão longo e quente. Praias bonitas, sol e águas cristalinas atraem turistas de todo o país. Na Rússia há cerca de 120 mil rios. A maioria fica congelada no inverno

Economia

Demografia

Cultura

A literatura russa é muito famosa e, entre os grandes mestres da literatura universal, contam-se russos como Alexander Pushkin, Fiodor Dostoievski, Lev Tolstoi, Anton Tchekhov, etc.


- Perestroika
- União Soviética
- lista de czares Russos


- [http://www.gov.ru/ Governo da Rússia] (em russo e inglês).
- [http://port.pravda.ru/ Sítio de notícias russas em português]
- [http://www.russianet.com.br/ Rússi@Net] (Site da Comunidade Russa no Brasil). Categoria:Países da Europa Categoria:Países da Ásia Categoria:Rússia als:Russland ja:ロシア ko:러시아 ms:Russia roa-rup:Rusii simple:Russia th:สหพันธรัฐรัสเซีย zh-min-nan:Lō·-se-a

China

A China (中國 em chinês tradicional, 中国 em chinês simplificado, Zhōngguó no sistema Hanyu Pinyin, Chung-kuo no sistema Wade-Giles) é uma antiga entidade cultural e geográfica na parte continental do leste da Ásia, incluindo algumas ilhas que desde 1949 foram divididas entre a República Popular da China (que inclui a China Continental, Hong Kong e Macau) e a República da China (que inclui Taiwan e algumas ilhas da Província Fujian). A palavra China costuma referir-se a regiões que, em termos mais específicos não fazem parte dela, como é o caso da Manchúria, da Mongólia Interior, o Tibete e Xinjiang (ver mapa das divisões da China). Nos meios de comunicação ocidentais, “China” refere-se, normalmente, à “República Popular da China”, enquanto que “Taiwan” se refere à “República da China”. Muitas vezes, em termos informais, especialmente entre chineses e ingleses (no contexto do mundo dos negócios), “a Grande região da China” (大中华地區) refere-se ao sentido mais lato, tal como foi apresentado no parágrafo anterior. Na sua história, as capitais da China situavam-se, essencialmente, no leste. As quatro capitais mais citadas são Nanjing, Beijing (Pequim), Xi'an, e Luoyang. As línguas oficiais foram mudando ao longo da sua extensa história, (incluindo línguas entretanto desaparecidas), incluindo o Mongol, o Manchu e os vários dialetos do Chinês, entre os quais o Mandarim e o Cantonês. A palavra portuguesa China, bem como o prefixo associado, Sino-, derivam, provavelmente, de “Qin” (palavra que se pronuncia, de grosso modo, no meio termo de “Chin” e “Tsin”). Há quem defenda, no entanto, que China derive da palavra chinesa para chá (igual à palavra em português que, aliás tem origem etimológica no mandarim) ou, mesmo, de “seda” (note-se, em jeito de nota de rodapé, que é vulgar a associação entre a palavra china e os produtos que têm aí a sua origem: china, em português, também pode significar porcelana) . Qualquer que seja, contudo, a origem da palavra “China” (que é uma palavra europeia, não existindo em qualquer das línguas sino-tibetanas) foi-se perdendo à medida que era filtrada pelos vários povos atravessados pela Rota da Seda, que fazia a primeira ligação histórica estável entre esta região asiática e a Europa. (Ver também: China nas várias línguas mundiais)

História

Artigos principais: História da China, História da República Popular da China, História de Taiwan = História da República da China. A China aparece desde cedo na história das civilizações humanas a organizar-se enquanto nação (ainda que a identidade nacional chinesa seja complexa), demonstrando um pioneirismo notável em áreas como a arte e a ciência, ultrapassando largamente, na altura, o resto do mundo. Em cerca de 1000 AEC, a China consistia num conjunto complexo e intrincado de reinos de pequenas dimensões. Em 221 AEC, todos estes reinos foram anexados ao estado Qin, dando início à Dinastia Qin. Na história da China, ao longo dos séculos, num movimento pendular, verificamos períodos de união e de desunião e de ordem e desordem. No século XVIII, a China experimentou um progresso tecnológico acentuado, em relação aos outros povos da Ásia Central, ainda que tivesse perdido terreno se comparada à Europa. Os acontecimentos do século XIX, em que a China tomou uma postura defensiva em relação ao imperialismo europeu ao mesmo tempo que estendia o seu domínio sobre a Ásia Central, podem ser explicados sob este ponto de vista. Veja Guerras do Ópio, Rebelião Taiping e Levante dos Boxers. No início do século XX, o papel desempenhado pelo Imperador da China desapareceu em 1912, com a proclamação da república por Sun Yat-sen, e posteriormente com a China a entrar num período de desagregação devido à Guerra Civil Chinesa. Actualmente há duas regiões que reclamam, formalmente, para si o nome de China: a República Popular da China e o governo pré-revolucionário da República da China, que administra Taiwan e várias pequenas ilhas de Fujian. Ver também: Cronologia da história Chinesa, Dinastias Chinesas, História de Hong Kong, História de Macau, História de Taiwan.

Política

Artigos principais: Política na China Imperial, Política na República Popular da China, Política em Taiwan Depois da unificação sob o Império Qin, a China foi dominada por mais 13 dinastias, muitas das quais comportavam um complexo sistema de reinos, principados, ducados, condados e marquisados. Contudo, o poder era centralizado na figura do Imperador. Este era ainda coadjuvado por ministros civis e militares e, principalmente, por um primeiro ministro. Aconteceu, por vezes, o poder político ser tomado por oficiais, eunucos, ou familiares. As relações políticas com regiões dependentes do império (reinos tributários) eram mantidas à base de casamentos, coligações militares e ofertas. Ver também: Soberano Chinês, Direito Chinês

Território

Direito Chinês Originalmente, na Dinastia Zhou, a China compreendia a região em torno do Rio Amarelo. Desde então que se expandiu para ocidente e para sul (até à Indochina), tendo atingido proporções máximas durante as dinastias Tang, Yuan e Qing. Do ponto de vista Chinês, o Império Chinês teria, mesmo, incluído partes do Extremo Oriente Russo e da Ásia Central, durante as fases em que a Dinastia Yuan se mostrou no auge do seu poderio, ainda que a China fosse, nesse caso, meramente um dos vários territórios do Império Mongol. Durante o Império Qing, o valor da Grande Muralha da China na defesa da integridade territorial do império diminuiu devido à sua expansão. Em 1683, Taiwan torna-se parte do Império Qing, originalmente como uma prefeitura da província de Fukien. As principais divisões administrativas da China foram sendo modificadas ao longo do tempo. No topo da hierarquia administrativa, encontramos os circuitos e as províncias (sheng). Abaixo destas divisões foram aparecendo prefeituras, subprefeituras, departamentos, comarcas (xiang), distritos (xian) e áreas metropolitanas. Existe alguma indefinição na tradução para português das divisões administrativas. Ver também: Divisões políticas da China

Geografia

Artigo Principal: Geografia da China Geografia da China A China contém uma larga variedade de paisagens, principalmente com planaltos e montanhas a oeste e terras de menor altitude a leste. Como resultado, os rios principais correm de oeste para leste (Chang Jiang, o Huan He (do oriente-central), o Amur (do nordeste), etc), e, por vezes, em direcção ao sul (Rio das Pérolas, Rio Mekong, Brahmaputra, etc). Todos estes rios desaguam no Pacífico. No leste, ao longo da costa do Mar Amarelo e do Mar da China Oriental, encontramos uma extensa e densamente povoada planície aluvial. A Costa do Mar da China do Sul é mais montanhosa. O relevo da China meridional caracteriza-se por serras e cordilheiras não muito altas. A oeste, temos outra grande planície aluvial, a norte. No sul ocidental encontramos uma meseta calcárea atravessada por cordilheiras montanhosas de altitude moderada onde, nos Himalaias, se situa o seu ponto mais elevado (Monte Everest). O sudoeste é ainda caracterizado por altos planaltos cercados pela paisagem árida de alguns desertos, como o Takla-Makan e o deserto de Gobi, que está em expansão. Devido à seca prolongada e, provavelmente devido a práticas de uma agricultura empobrecedora dos solos, as tempestades de poeira tornaram-se comuns durante a primavera chinesa. Durante muitas dinastias, a fronteira sudoeste da China foi delineada pelas altas montanhas de vales escavados de Yunnan, que, hoje, separam a China dos estados de Burma, Laos e Vietname.

Clima

O clima da china varia muito. A China meridional tem características tropicais. A zona setentrional (onde se situa Beijing), por contraste, caracteriza-se por Invernos de uma severidade Ártica. A zona central (onde se situa Xangai) tem, geralmente, clima temperado.

Geologia

As formações Paleozóicas da China, exceptuando as que se referem ao Carbonífero Superior (Pensilvaniano), têm caracterísiticas mainhas, enquanto que os depósitos referentes ao Mesozóico e ao Cenozóico são de origem lacustre ou continental. Existem grupos de cones vulcânicos ao longo da Grande Planície do norte da China. Nas penínsulas de Liaodong e Shandong existem planaltos basálticos.

Grupos étnicos

Artigos principais: Grupos étnicos na história da China, lista dos grupos étnicos chineses. Já existiram na China mais de uma centena de grupos étnicos. Em termos numéricos, a etnia dominante é a dos Han. Ao longo da história, muitas etnias foram assimiladas às suas vizinhas ou, simplesmente, desapareceram sem deixar grandes testemunhos da sua existência. Muitas etnias distintas foram diluídas no grupo dos Han, o que explica o peso numérico desta etnia na China. Não obstante, os Han falam várias línguas muito diferentes. (Ver também: Línguas chinesas). O governo da República Popular Chinesa reconhece 56 etnias.

Cultura e Religião

Artigos principais: Cultura chinesa, Religião na China A Filosofia chinesa teve um impacto extremo na cultura do seu povo, tanto a nível erudito quanto a nível popular. As raízes da filosofia (e perspectiva religiosa) chinesa estão no Confucionismo, Taoísmo e Budismo (segundo a ordem cronológica). No território chinês podemos encontrar diversas tradições religiosas, muitas delas dissemelhantes. A veneração dos antepassados, o islão, e outras religiões populares chinesas ombreiam com outras crenças onde se misturam as correntes filosóficas atrás referidas. O cristianismo (catolicismo e protestantismo), apesar de minoritário, não deixa, por isso, de ser uma religião de referência. A literatura chinesa tem uma antiguidade insuperável, em relação às outras civilizações. A invenção da impressão, atribuída aos chineses, não será alheia a este facto. Antes desta invenção, os Clássicos chineses e os textos religiosos (principalmente do Confucionismo, Taoísmo e Budismo) eram manuscritos a tinta, com pincéis. Com o fim de comentar e reflectir sobre estas obras, os estudantes reuniam-se em várias academias ou escolas, muitas das quais eram apoiadas pelo império. A casa imperial participava, não raramente nessas discussões filosóficas. A cultura chinesa tem, tradicionalmente, uma grande reverência para com os filósofos, escritores e poetas clássicos. No entanto, os escritos deixados por muitos dos sábios clássicos são muitas vezes pontuados de descrições irreverentes, críticas e ousadas da vida quotidiana chinesa da sua época. (Ver Lista de escritores chineses e Lista de poetas de língua chinesa). Os chineses criaram diversos instrumentos musicais, como o zheng, o xiao e o erhu, que se difundiram pelo leste e sudeste asiático. O sheng serviu de origem a muitos instrumentos de palheta livre ocidentais. Os caracteres chineses têm ( e tiveram) diversas variantes e estilos ao longo da história da China, tendo sido convencionada uma forma simplificada, em meados do século XX, na China Continental. Uma arte milenar, nascida na China, a cultura dos Bonsai foi adoptada, posterioremente por outros países asiáticos, como o Japão e a Coreia. Ver também:Budismo na China, Mitologia chinesa, Arte chinesa, Arte chinesa do papel, Poesia chinesa, Pintura chinesa

Ciência e Tecnologia

Artigo principal: Ciência e Tecnologia na China Para além das contribuições culturais já mencionadas, devemos ainda referir algumas invenções chinesas na área da tecnologia, como, por exemplo:
- Bússola
- Impressão
- Papel
- Ábaco oriental
- Pólvora
- Estribo
- Besta (arma) Outras áreas científicas onde os chineses se distinguiram:
- A astrologia chinesa e as suas constelações eram usadas com fins divinatórios.
- Aplicaram conceitos matemáticos na arquitectura e na geografia. O π foi calculado por Zu Chongzhi até ao sétimo dígito no século V.
- A alquimia é identificada com a química Taoísta, com bases diversas da química actual.
- Foram levados a cabo estudos de biologia extensivos e muito pormenorizados, que, ainda hoje são procurados e consultados, como as farmacopeias, género de catálogo de plantas medicinais.
- A medicina tradicional e a cirurgia foram, durante muito tempo, avançadas, havendo ainda hoje, muitos adeptos destas práticas médicas. Um exemplo conhecido é o da acupunctura. As autópsias eram consideradas sacrilégio. No entanto, houve quem violasse tal tabu, o que permitiu um mais vasto conhecimento sobre a anatomia interna humana.

Outros tópicos de interesse:


- Nome chinês
- Provérbios chineses
- Dragão chinês
- Emigração chinesa
- Ambiente na China
- Imperialismo asiático
- Grande China

Apontadores Externos


- [http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=267&p=0 História dos Judeus na China]
- [http://www.suapesquisa.com/historia/china História da China Antiga]
-
Categoria:Países da Ásia zh-tw:中国

Ulaanbaatar

] Ulaanbaatar ou Ulan Bator é a capital e a maior cidade da Mongólia. Localiza-se na região centro-leste do país. Tem cerca de 819 mil habitantes, segundo números oficiais; estima-se que existam mais 150 mil habitantes não recenseados. Foi fundada em 1649 e designou-se Urga até 1924.

Ligações externas


- [http://www.ub-mongolia.mn/photos-mongolia/index.php Fotografias de Ulaanbaatar] Categoria:Mongólia Categoria:Capitais da Ásia ja:ウランバートル ko:울란바토르

Mongólia

A Mongólia é um país asiático, encravado entre a Rússia a norte e a China a leste, sul e oeste. Capital: Ulaanbaatar.

História

A região correspondente à Mongólia atual foi ocupada por diversas tribos nômades, segundo relatos chineses que remontam a séculos antes de Cristo. Os Hunos aparentemente migraram para o oeste à partir das estepes da Mongólia. Por volta do século VII, os turcos surgem nos relatos chineses como nômades vindos do norte (da Mongólia). Nos séculos seguintes, os turcos migrariam para o sudoeste, ocupando outras áreas da Ásia, mas algumas tribos permaneceram no leste da Mongólia até o século XIII. Entre os séculos XI e XII, um líder tribal chamado Kabul Khan reuniu as tribos mongóis contra a China controlada pela Dinastia Jin, mas foi derrotado, e a unidade mongol foi desfeita. No final do século XII, um jovem chamado Temujin unificara algumas tribos mongóis e turcas, e vencera outras em batalha, sendo aclamado por todos os mongóis como Genghis Khan. No início do século XX, a recém formada União Soviética instalou na jovem república mongol um líder com orientações bolcheviques, que lideraria um processo que levaria à instauração de um regime comunista, em 1925. A República Popular da Mongólia só foi reconhecida pela China em 1946. As dissenções entre Rússia e China fizeram com que as relações entre China e Mongólia fossem praticamente encerradas até a dissolução do Partido Comunista mongol e a queda do regime em 1990. Desde então, a Mongólia experimenta um regime parlamentarista com eleições diretas a cada 4 anos, além de um renascimento cultural e religioso sem precedentes nos 75 anos de comunismo. A Mongólia é, desde 1990, um regime parlamentarista, pluripartidarista, com eleições diretas. Suas terras são muito utilizadas para os pousos das naves espaciais chinesas, devido a sua localização geográfica.

Subdivisões

A Mongólia está dividida em 21 províncias ou aymags: Arhangay, Bayan-Ölgiy, Bayanhongor, Bulgan, Darhan-Uul, Dornod, Dornogovĭ, Dundgovĭ, Govĭ-Altay, Govĭsümber, Hentiy, Hovd, Hövsgöl, Ömnögovĭ, Orhon, Övörhangay, Selenge, Sühbaatar, Töv, Uvs e Zavhan); e uma cidade com estatuto autónomo: a capital, Ulaanbaatar.

Geografia

Economia

Demografia

Cultura


- Política da Mongólia


- [http://geocities.com/ulsuud Bandeiras e escudos dos aymags da Mongólia]
- [http://www.ub-mongolia.mn 3000 pictures of travel in Mongolia] Categoria:Países da Ásia ja:モンゴル国 ko:몽골 ms:Mongolia th:ประเทศมองโกเลีย zh-min-nan:Bông-kó·

China

A China (中國 em chinês tradicional, 中国 em chinês simplificado, Zhōngguó no sistema Hanyu Pinyin, Chung-kuo no sistema Wade-Giles) é uma antiga entidade cultural e geográfica na parte continental do leste da Ásia, incluindo algumas ilhas que desde 1949 foram divididas entre a República Popular da China (que inclui a China Continental, Hong Kong e Macau) e a República da China (que inclui Taiwan e algumas ilhas da Província Fujian). A palavra China costuma referir-se a regiões que, em termos mais específicos não fazem parte dela, como é o caso da Manchúria, da Mongólia Interior, o Tibete e Xinjiang (ver mapa das divisões da China). Nos meios de comunicação ocidentais, “China” refere-se, normalmente, à “República Popular da China”, enquanto que “Taiwan” se refere à “República da China”. Muitas vezes, em termos informais, especialmente entre chineses e ingleses (no contexto do mundo dos negócios), “a Grande região da China” (大中华地區) refere-se ao sentido mais lato, tal como foi apresentado no parágrafo anterior. Na sua história, as capitais da China situavam-se, essencialmente, no leste. As quatro capitais mais citadas são Nanjing, Beijing (Pequim), Xi'an, e Luoyang. As línguas oficiais foram mudando ao longo da sua extensa história, (incluindo línguas entretanto desaparecidas), incluindo o Mongol, o Manchu e os vários dialetos do Chinês, entre os quais o Mandarim e o Cantonês. A palavra portuguesa China, bem como o prefixo associado, Sino-, derivam, provavelmente, de “Qin” (palavra que se pronuncia, de grosso modo, no meio termo de “Chin” e “Tsin”). Há quem defenda, no entanto, que China derive da palavra chinesa para chá (igual à palavra em português que, aliás tem origem etimológica no mandarim) ou, mesmo, de “seda” (note-se, em jeito de nota de rodapé, que é vulgar a associação entre a palavra china e os produtos que têm aí a sua origem: china, em português, também pode significar porcelana) . Qualquer que seja, contudo, a origem da palavra “China” (que é uma palavra europeia, não existindo em qualquer das línguas sino-tibetanas) foi-se perdendo à medida que era filtrada pelos vários povos atravessados pela Rota da Seda, que fazia a primeira ligação histórica estável entre esta região asiática e a Europa. (Ver também: China nas várias línguas mundiais)

História

Artigos principais: História da China, História da República Popular da China, História de Taiwan = História da República da China. A China aparece desde cedo na história das civilizações humanas a organizar-se enquanto nação (ainda que a identidade nacional chinesa seja complexa), demonstrando um pioneirismo notável em áreas como a arte e a ciência, ultrapassando largamente, na altura, o resto do mundo. Em cerca de 1000 AEC, a China consistia num conjunto complexo e intrincado de reinos de pequenas dimensões. Em 221 AEC, todos estes reinos foram anexados ao estado Qin, dando início à Dinastia Qin. Na história da China, ao longo dos séculos, num movimento pendular, verificamos períodos de união e de desunião e de ordem e desordem. No século XVIII, a China experimentou um progresso tecnológico acentuado, em relação aos outros povos da Ásia Central, ainda que tivesse perdido terreno se comparada à Europa. Os acontecimentos do século XIX, em que a China tomou uma postura defensiva em relação ao imperialismo europeu ao mesmo tempo que estendia o seu domínio sobre a Ásia Central, podem ser explicados sob este ponto de vista. Veja Guerras do Ópio, Rebelião Taiping e Levante dos Boxers. No início do século XX, o papel desempenhado pelo Imperador da China desapareceu em 1912, com a proclamação da república por Sun Yat-sen, e posteriormente com a China a entrar num período de desagregação devido à Guerra Civil Chinesa. Actualmente há duas regiões que reclamam, formalmente, para si o nome de China: a República Popular da China e o governo pré-revolucionário da República da China, que administra Taiwan e várias pequenas ilhas de Fujian. Ver também: Cronologia da história Chinesa, Dinastias Chinesas, História de Hong Kong, História de Macau, História de Taiwan.

Política

Artigos principais: Política na China Imperial, Política na República Popular da China, Política em Taiwan Depois da unificação sob o Império Qin, a China foi dominada por mais 13 dinastias, muitas das quais comportavam um complexo sistema de reinos, principados, ducados, condados e marquisados. Contudo, o poder era centralizado na figura do Imperador. Este era ainda coadjuvado por ministros civis e militares e, principalmente, por um primeiro ministro. Aconteceu, por vezes, o poder político ser tomado por oficiais, eunucos, ou familiares. As relações políticas com regiões dependentes do império (reinos tributários) eram mantidas à base de casamentos, coligações militares e ofertas. Ver também: Soberano Chinês, Direito Chinês

Território

Direito Chinês Originalmente, na Dinastia Zhou, a China compreendia a região em torno do Rio Amarelo. Desde então que se expandiu para ocidente e para sul (até à Indochina), tendo atingido proporções máximas durante as dinastias Tang, Yuan e Qing. Do ponto de vista Chinês, o Império Chinês teria, mesmo, incluído partes do Extremo Oriente Russo e da Ásia Central, durante as fases em que a Dinastia Yuan se mostrou no auge do seu poderio, ainda que a China fosse, nesse caso, meramente um dos vários territórios do Império Mongol. Durante o Império Qing, o valor da Grande Muralha da China na defesa da integridade territorial do império diminuiu devido à sua expansão. Em 1683, Taiwan torna-se parte do Império Qing, originalmente como uma prefeitura da província de Fukien. As principais divisões administrativas da China foram sendo modificadas ao longo do tempo. No topo da hierarquia administrativa, encontramos os circuitos e as províncias (sheng). Abaixo destas divisões foram aparecendo prefeituras, subprefeituras, departamentos, comarcas (xiang), distritos (xian) e áreas metropolitanas. Existe alguma indefinição na tradução para português das divisões administrativas. Ver também: Divisões políticas da China

Geografia

Artigo Principal: Geografia da China Geografia da China A China contém uma larga variedade de paisagens, principalmente com planaltos e montanhas a oeste e terras de menor altitude a leste. Como resultado, os rios principais correm de oeste para leste (Chang Jiang, o Huan He (do oriente-central), o Amur (do nordeste), etc), e, por vezes, em direcção ao sul (Rio das Pérolas, Rio Mekong, Brahmaputra, etc). Todos estes rios desaguam no Pacífico. No leste, ao longo da costa do Mar Amarelo e do Mar da China Oriental, encontramos uma extensa e densamente povoada planície aluvial. A Costa do Mar da China do Sul é mais montanhosa. O relevo da China meridional caracteriza-se por serras e cordilheiras não muito altas. A oeste, temos outra grande planície aluvial, a norte. No sul ocidental encontramos uma meseta calcárea atravessada por cordilheiras montanhosas de altitude moderada onde, nos Himalaias, se situa o seu ponto mais elevado (Monte Everest). O sudoeste é ainda caracterizado por altos planaltos cercados pela paisagem árida de alguns desertos, como o Takla-Makan e o deserto de Gobi, que está em expansão. Devido à seca prolongada e, provavelmente devido a práticas de uma agricultura empobrecedora dos solos, as tempestades de poeira tornaram-se comuns durante a primavera chinesa. Durante muitas dinastias, a fronteira sudoeste da China foi delineada pelas altas montanhas de vales escavados de Yunnan, que, hoje, separam a China dos estados de Burma, Laos e Vietname.

Clima

O clima da china varia muito. A China meridional tem características tropicais. A zona setentrional (onde se situa Beijing), por contraste, caracteriza-se por Invernos de uma severidade Ártica. A zona central (onde se situa Xangai) tem, geralmente, clima temperado.

Geologia

As formações Paleozóicas da China, exceptuando as que se referem ao Carbonífero Superior (Pensilvaniano), têm caracterísiticas mainhas, enquanto que os depósitos referentes ao Mesozóico e ao Cenozóico são de origem lacustre ou continental. Existem grupos de cones vulcânicos ao longo da Grande Planície do norte da China. Nas penínsulas de Liaodong e Shandong existem planaltos basálticos.

Grupos étnicos

Artigos principais: Grupos étnicos na história da China, lista dos grupos étnicos chineses. Já existiram na China mais de uma centena de grupos étnicos. Em termos numéricos, a etnia dominante é a dos Han. Ao longo da história, muitas etnias foram assimiladas às suas vizinhas ou, simplesmente, desapareceram sem deixar grandes testemunhos da sua existência. Muitas etnias distintas foram diluídas no grupo dos Han, o que explica o peso numérico desta etnia na China. Não obstante, os Han falam várias línguas muito diferentes. (Ver também: Línguas chinesas). O governo da República Popular Chinesa reconhece 56 etnias.

Cultura e Religião

Artigos principais: Cultura chinesa, Religião na China A Filosofia chinesa teve um impacto extremo na cultura do seu povo, tanto a nível erudito quanto a nível popular. As raízes da filosofia (e perspectiva religiosa) chinesa estão no Confucionismo, Taoísmo e Budismo (segundo a ordem cronológica). No território chinês podemos encontrar diversas tradições religiosas, muitas delas dissemelhantes. A veneração dos antepassados, o islão, e outras religiões populares chinesas ombreiam com outras crenças onde se misturam as correntes filosóficas atrás referidas. O cristianismo (catolicismo e protestantismo), apesar de minoritário, não deixa, por isso, de ser uma religião de referência. A literatura chinesa tem uma antiguidade insuperável, em relação às outras civilizações. A invenção da impressão, atribuída aos chineses, não será alheia a este facto. Antes desta invenção, os Clássicos chineses e os textos religiosos (principalmente do Confucionismo, Taoísmo e Budismo) eram manuscritos a tinta, com pincéis. Com o fim de comentar e reflectir sobre estas obras, os estudantes reuniam-se em várias academias ou escolas, muitas das quais eram apoiadas pelo império. A casa imperial participava, não raramente nessas discussões filosóficas. A cultura chinesa tem, tradicionalmente, uma grande reverência para com os filósofos, escritores e poetas clássicos. No entanto, os escritos deixados por muitos dos sábios clássicos são muitas vezes pontuados de descrições irreverentes, críticas e ousadas da vida quotidiana chinesa da sua época. (Ver Lista de escritores chineses e Lista de poetas de língua chinesa). Os chineses criaram diversos instrumentos musicais, como o zheng, o xiao e o erhu, que se difundiram pelo leste e sudeste asiático. O sheng serviu de origem a muitos instrumentos de palheta livre ocidentais. Os caracteres chineses têm ( e tiveram) diversas variantes e estilos ao longo da história da China, tendo sido convencionada uma forma simplificada, em meados do século XX, na China Continental. Uma arte milenar, nascida na China, a cultura dos Bonsai foi adoptada, posterioremente por outros países asiáticos, como o Japão e a Coreia. Ver também:Budismo na China, Mitologia chinesa, Arte chinesa, Arte chinesa do papel, Poesia chinesa, Pintura chinesa

Ciência e Tecnologia

Artigo principal: Ciência e Tecnologia na China Para além das contribuições culturais já mencionadas, devemos ainda referir algumas invenções chinesas na área da tecnologia, como, por exemplo:
- Bússola
- Impressão
- Papel
- Ábaco oriental
- Pólvora
- Estribo
- Besta (arma) Outras áreas científicas onde os chineses se distinguiram:
- A astrologia chinesa e as suas constelações eram usadas com fins divinatórios.
- Aplicaram conceitos matemáticos na arquitectura e na geografia. O π foi calculado por Zu Chongzhi até ao sétimo dígito no século V.
- A alquimia é identificada com a química Taoísta, com bases diversas da química actual.
- Foram levados a cabo estudos de biologia extensivos e muito pormenorizados, que, ainda hoje são procurados e consultados, como as farmacopeias, género de catálogo de plantas medicinais.
- A medicina tradicional e a cirurgia foram, durante muito tempo, avançadas, havendo ainda hoje, muitos adeptos destas práticas médicas. Um exemplo conhecido é o da acupunctura. As autópsias eram consideradas sacrilégio. No entanto, houve quem violasse tal tabu, o que permitiu um mais vasto conhecimento sobre a anatomia interna humana.

Outros tópicos de interesse:


- Nome chinês
- Provérbios chineses
- Dragão chinês
- Emigração chinesa
- Ambiente na China
- Imperialismo asiático
- Grande China

Apontadores Externos


- [http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=267&p=0 História dos Judeus na China]
- [http://www.suapesquisa.com/historia/china História da China Antiga]
-
Categoria:Países da Ásia zh-tw:中国

Estepe

Em geografia física e botânica, estepe (do russo степь, step) é uma formação vegetal de planície sem árvores, similar ao prairie (embora este último tipo de planície contenha gramídeas mais altas, em relação a estepe). A estepe pode ser semi-desértica, ou coberta de gramídeas e arbustos, dependendo da estação do ano. O temo também é usado para descrever aspectos do clima dessas regiões, muito seco para permitir a existência de florestas mas não tão seco a ponto da desertificação (clima semi-árido, por excelência). As estepes são comuns na África (nas bordas de desertos), na América do Norte, na América do Sul (como exemplo, algumas áreas do nordeste brasileiro e regiões do Paraguai, Argentina e Bolívia), mas sua área de maior ocorrência é a Rússia e repúblicas vizinhas na Ásia Central.


- pradaria
- savana

Ásia

Parte oriental do supercontinente Euro-Asiático. É o maior continente da Terra, estando delimitado a norte pelo Oceano Glacial Ártico, a leste pelo Oceano Pacífico e por vários dos seus mares costeiros, a sul pelo Oceano Índico e a oeste pelo Mar Vermelho, Istmo de Suez (que faz ligação com a África, Mar Mediterrâneo, Mar Negro, cordilheira do Cáucaso, Mar Cáspio, Rio Ural e os montes Urais (onde faz ligação à Europa). Além da massa continental, incluem-se também na Ásia os arquipélagos siberianos, as Curilhas, Sacalina, as ilhas japonesas, a ilha Formosa, as Filipinas, as Ilhas de Sonda, Ceilão e milhares de ilhas menores. Ceilão] Ásia, mãe das fontes e dos rios, segundo a mitologia grega, é o nome de batismo da Ásia, e seu pai Oceano, o deus dos rios, deu origem ao nome do continente vizinho, Oceania. Inclui os seguintes territórios:

Países independentes

Territórios não-autónomos


- Cisjordânia (sob ocupação de Israel) ()
- Chagos (dependência da colónia britânica Território Britânico do Oceano Índico)
- Cocos (dependência australiana)
- Gaza (sob ocupação de Israel) ()
- Natal (dependência australiana)

Grandes regiões da Ásia

A Ásia é muitas vezes dividida em grandes áreas geográfico-culturais:
- Ásia Central
- Cáucaso
- Extremo Oriente
- Indochina
- Médio Oriente
- Sibéria
- Subcontinente indiano (ou Indostão)
- Sueste asiático

Referências

# - Apesar de se encontrar de momento sob ocupação militar anglo-americana, o Iraque permanece formalmente independente. # # - Parte dos territórios de Gaza e da Cisjordânia são administrados pela Autoridade Palestiniana no âmbito de um acordo que visa à instauração futura de um estado independente da Palestina nas duas áreas.


- Lista de animais que vivem na Ásia


- [http://www.thaipro.com Asia and Thailand Search Engine] Asia Asia ja:アジア ko:아시아 ms:Asia simple:Asia th:ทวีปเอเชีย zh-min-nan:A-chiu

Século XI

Milénios: primeiro milénio d.C. - segundo milénio d.C. - terceiro milénio d.C. Século X - Século XI - Século XII O século XI começou em 1 de Janeiro de 1001 e terminou em 31 de Dezembro de 1100.

Eventos


- Invenção do foguete na China
- Guilherme II, Duque da Normandia concretiza a conquista de Inglaterra

Décadas

Década de 1000 | Década de 1010 | Década de 1020 | Década de 1030 | Década de 1040 | Década de 1050 | Década de 1060 | Década de 1070 | Década de 1080 | Década de 1090

Anos

: 1001 | 1002 | 1003 | 1004 | 1005 | 1006 | 1007 | 1008 | 1009 | 1010 : 1011 | 1012 | 1013 | 1014 | 1015 | 1016 | 1017 | 1018 | 1019 | 1020 : 1021 | 1022 | 1023 | 1024 | 1025 | 1026 | 1027 | 1028 | 1029 | 1030 : 1031 | 1032 | 1033 | 1034 | 1035 | 1036 | 1037 | 1038 | 1039 | 1040 : 1041 | 1042 | 1043 | 1044 | 1045 | 1046 | 1047 | 1048 | 1049 | 1050 : 1051 | 1052 | 1053 | 1054 | 1055 | 1056 | 1057 | 1058 | 1059 | 1060 : 1061 | 1062 | 1063 | 1064 | 1065 | 1066 | 1067 | 1068 | 1069 | 1070 : 1071 | 1072 | 1073 | 1074 | 1075 | 1076 | 1077 | 1078 | 1079 | 1080 : 1081 | 1082 | 1083 | 1084 | 1085 | 1086 | 1087 | 1088 | 1089 | 1090 : 1091 | 1092 | 1093 | 1094 | 1095 | 1096 | 1097 | 1098 | 1099 | 1100 categoria:segundo milénio ja:11世紀 ko:11세기 simple:11th century th:คริสต์ศตวรรษที่ 11

Século XII

Milénios: primeiro milénio d.C. - segundo milénio d.C. - terceiro milénio d.C. Século XI - Século XII - Século XIII

Acontecimentos


- Movimento das Cruzadas.
- Independência de Portugal.

Pessoas importantes


- Afonso Henriques, 1° Rei de Portugal
- Saladino
- Ricardo Coração de Leão
- Hildegarda de Bingen
- Leonor da Aquitânia

Décadas

Década de 1100 | Década de 1110 | Década de 1120 | Década de 1130 | Década de 1140 | Década de 1150 | Década de 1160 | Década de 1170 | Década de 1180 | Década de 1190

Anos

: 1101 | 1102 | 1103 | 1104 | 1105 | 1106 | 1107 | 1108 | 1109 | 1110 : 1111 | 1112 | 1113 | 1114 | 1115 | 1116 | 1117 | 1118 | 1119 | 1120 : 1121 | 1122 | 1123 | 1124 | 1125 | 1126 | 1127 | 1128 | 1129 | 1130 : 1131 | 1132 | 1133 | 1134 | 1135 | 1136 | 1137 | 1138 | 1139 | 1140 : 1141 | 1142 | 1143 | 1144 | 1145 | 1146 | 1147 | 1148 | 1149 | 1150 : 1151 | 1152 | 1153 | 1154 | 1155 | 1156 | 1157 | 1158 | 1159 | 1160 : 1161 | 1162 | 1163 | 1164 | 1165 | 1166 | 1167 | 1168 | 1169 | 1170 : 1171 | 1172 | 1173 | 1174 | 1175 | 1176 | 1177 | 1178 | 1179 | 1180 : 1181 | 1182 | 1183 | 1184 | 1185 | 1186 | 1187 | 1188 | 1189 | 1190 : 1191 | 1192 | 1193 | 1194 | 1195 | 1196 | 1197 | 1198 | 1199 | 1200 categoria:segundo milénio ja:12世紀 ko:12세기 simple:12th century th:คริสต์ศตวรรษที่ 12

Kabul Khan

Kabul Khan

Século XX

Milénios: primeiro milénio d.C. - segundo milénio d.C. - terceiro milénio d.C. Século XIX - Século XX - Século XXI

Décadas

Década de 1900 | Década de 1910 | Década de 1920 | Década de 1930 | Década de 1940 | Década de 1950 | Década de 1960 | Década de 1970 | Década de 1980 | Década de 1990

Anos

: 1901 | 1902 | 1903 | 1904 | 1905 | 1906 | 1907 | 1908 | 1909 | 1910 : 1911 | 1912 | 1913 | 1914 | 1915 | 1916 | 1917 | 1918 | 1919 | 1920 : 1921 | 1922 | 1923 | 1924 | 1925 | 1926 | 1927 | 1928 | 1929 | 1930 : 1931 | 1932 | 1933 | 1934 | 1935 | 1936 | 1937 | 1938 | 1939 | 1940 : 1941 | 1942 | 1943 | 1944 | 1945 | 1946 | 1947 | 1948 | 1949 | 1950 : 1951 | 1952 | 1953 | 1954 | 1955 | 1956 | 1957 | 1958 | 1959 | 1960 : 1961 | 1962 | 1963 | 1964 | 1965 | 1966 | 1967 | 1968 | 1969 | 1970 : 1971 | 1972 | 1973 | 1974 | 1975 | 1976 | 1977 | 1978 | 1979 | 1980 : 1981 | 1982 | 1983 | 1984 | 1985 | 1986 | 1987 | 1988 | 1989 | 1990 : 1991 | 1992 | 1993 | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | 1998 | 1999 | 2000 Categoria:Século XX Letícia Rezende Pereira Eiras ja:20世紀 ko:20세기 simple:20th century

União Soviética

A União Soviética, cujo nome completo era União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) foi um país de proporções continentais, cobrindo praticamente 1/6 das terras emersas do planeta, fundado em 30 de dezembro de1922 pela reunião dos países que formavam o antigo Império Russo, na Europa e na Ásia, cujo número variou ao longo do tempo, mas foi de 15 durante a maior parte da existência do estado. Foi uma das duas superpotências durante a Guerra Fria, até à sua dissolução em 25 de dezembro de 1991.

Repúblicas Soviéticas


- RSFS da Rússia
- RSS da Ucrânia
- RSS da Bielorrússia
- RSS do Usbequistão
- RSS do Cazaquistão
- RSS da Geórgia
- RSS do Azerbaijão
- RSS da Lituânia
- RSS da Moldávia
- RSS da Latônia
- RSS do Quirguistão
- RSS do Tadjiquistão
- RSS da Armênia
- RSS do Turquemenistão
- RSS da Estonia
- RSFS Transcaucasiana (1922-36) |
- RSS Karelo-Finlandes (1940-56)

História da União Soviética

Revolução de 1905

O ano de 1905 é considerado o prólogo da Revolução russa. A Rússia czarista acabara de ser derrotada em uma guerra contra um Japão pequeno e tecnologicamente atrasado. A derrota abalou a popularidade do czar Nicolau II, e a revolta interna que se seguiu serviria de precedente para a revolução de 1917.

Revolução de 1917

O Partido Operário Social-Democrata, dividido nas correntes Bolchevique e Menchevique, em russo maioria e minoria respectivamente iniciou a Revolução Russa em 1917, em duas etapas distintas. O derrube do czar ocorreu em Fevereiro, sendo instaurada então uma república cuja estrutura de poder desde cedo se dividiu entre um parlamento convencional e sovietes (conselhos) populares que não se reconheciam mutuamente. As tensões assim geradas desembocaram na Revolução de Outubro, em Novembro de 1917.

Guerra Civil

Entre 1918 e 1922, logo após a Revolução Bolchevique, teve início a Guerra Civil na Rússia, entre os revolucionários (vermelhos) e os contra-revolucionários (brancos), que tiveram o auxílio de tropas estrangeiras de intervenção, enviadas por França, Reino Unido, Japão e Estados Unidos.

Nova Política Econômica

Lenin implementou a NEP, sigla para Nova Política Econômica, que recuperou alguns traços de capitalismo para incentivar a nascente economia soviética. A NEP, segundo Lenin, consistia num recuo estratégico caracterizado pelo restabelecimento da livre iniciativa e da pequena propriedade privada, admitindo o apoio de financiamentos estrangeiros.

Economia Planificada e Expurgos

No ano de 1936, o regime de Josif Stalin expulsou ou executou um número considerável de membros do Partido, entre eles muitos dos seus opositores, nos atos que ficaram conhecidos como os Grandes Expurgos, ou as Grandes Purgas. Apesar de tudo, eles acreditavam que este seria o caminho para o comunismo, mas o rumo dessa forma social já estava traçado de forma totalmente distinta do que Marx e Lenin pensavam, não mais sendo uma forma voltada para a dissolução do próprio Estado e das classes sociais, mas agora, o regime sob o comando de Stalin, já era uma forma social voltada para a cristalização (a idéia de socialismo dentro de um só país). Entre as coisas que foram feitas com esse efeito contam-se as nacionalizações e a aniquilação física da classe burguesa que o NEP havia recriado, com recurso aos Gulags (campos de trabalho na Sibéria). Os verdadeiros comunistas criticam esta forma que Stalin utilizou para liquidar a propriedade privada, por não concordarem com ela, e por acharem que ela só mancha a imagem do comunismo perante o mundo pois o mesmo efeito poderia ter sido obtido sem a aniquilição física daquela classe. O desastre e a truculência autoritária das políticas stalinistas contribuíram muito para a deturpação do conceito criado por Marx, de ditadura do proletariado. Após as nacionalizações, a economia foi planificada, de modo a que esta pudesse tirar proveito da sua nacionalização. De 5 em 5 anos passou-se a realizar planos quinqüenais, nos quais se decidiam que fundos seriam aplicados e em que áreas.

Grande Guerra Patriótica

De 1941 a 1945, a participação da União Soviética na Segunda Guerra Mundial ficou conhecida como a Grande Guerra Patriótica, combatendo os soviéticos contra as forças invasoras da Alemanha Nazista, ao lado dos Aliados ocidentais. Quando a Alemanha nazista invadiu a URSS, os soldados de Hitler não aguentaram ao Inverno russo, que é muito frio, e foi nisso que os soviéticos "empurram" os alemães até a Alemanha para derrota-los. Quando as tropas americanas e soviéticas estavam em Berlim, pouco antes de as tropas americanas chegarem até onde Hitler estava, ele suicidou-se.

Desestalinização

O sucessor de Stalin, Nikita Kruschov, empreendeu uma política de denunciar os abusos do seu antecessor. Durante o Congresso de 1956 do Partido Comunista da União Soviética, Kruschov divulgou uma série de crimes de Stalin, renegando a herança do estalinismo, estabelecendo, assim, uma nova postura e criando um novo paradigma para o comunismo internacional. A propaganda capitalista se utilizou muito dos argumentos engendrados por Kruschov para fazer frente à URSS.

Corrida espacial

Como resultado da guerra fria, a União Soviética viu-se envolvida em uma corrida pela conquista do espaço com os EUA. A União Soviética foi a nação que tomou a dianteira na exploração espacial ao enviar o primeiro satélite artificial, o Sputnik, e o primeiro homem ao espaço, Yuri Gagarin. Grande parte dos feitos espaciais da União Soviética devem-se ao talento do engenheiro de foguetes Sergei Korolev, o engenheiro-chefe do programa espacial soviético, que convenceu o lider Nikita Kruschov da importância da conquista do espaço.

Estabilidade e Estagnação

Entre 1956 e 1985, a União Soviética atingiu seu auge geopolítico e tecnológico. Entretanto, também foi época de pouco crescimento econômico e lentos avanços na qualidade de vida da população.

Gorbatchov, Perestroika e Glasnost

Mikhail Gorbatchov foi o último dirigente soviético. Assumiu o cargo de secretário-geral da PCUS (Partido Comunista da União Soviética) em março de 1985, substituindo Konstantin Tchernenko, que faleceu naquele ano. O bom relacionamento com os membros do partido e a habilidade política foram fatores que credenciaram Gorbatchov a assumir o posto mais importante na hierarquia administrativa soviética. Defensor de idéias modernizantes, instituiu dois grandes projetos inovadores ao conservadorismo dos dirigentes: a perestroika (reconstrução econômica) e a glasnost (transparência política). A Perestroika, que teve início em 1986, foi concebida para introduzir um novo dinamismo na economia soviética, que passava por sérios problemas. Para que os setores econômicos do país tivessem uma expansão qualitativa e quantitativa, foi introduzido mecanismos para estimular a livre concorrência (e acabar com o monopólio estatal), desenvolver setores secundários de produção (bens de consumo e serviços não-essenciais) através da iniciativa privada e descentralizar as operações empresariais. No campo, foi estimulado a criação de cooperativas por grupos familiares e arrendamento de terras estatais. A proposta também foi incentivar empresas estrangeiras a atuarem no país. Na área política e social, a Glasnost pretendeu colocar novos paradigmas no modo de vida soviético. Para que a União Soviética tivesse um desenvolvimento forte e profincuo, era necessário colocar uma nova mentalidade em todos os segmentos da sociedade. Assim, a proposta foi de acabar com a burocracia política, combater a corrupção e introduzir a democracia em todos os níveis de participação política. A glasnost também libertou dissidentes políticos e permitiu a liberdade de imprensa e expressão. Gorbatchov enfrentou grandes resistências da oligarquia e dos burocratas partidários (os apparatchiks) e acabou destituído quando as repúblicas, lideradas pela Rússia já então dirigida por um antigo apparatchik de nome Boris Yeltsin, se rebelaram contra o governo central, decretando o fim da URSS.

Líderes da União Soviética


- Secretários-Gerais (dirigentes) do Partido Comunista
  - Josif Stalin (1921-1953)
  - Nikita Khrushchev (1953-1964)
  - Leonid Brejnev (1964-1982)
  - Yuri Andropov (1982-1984)
  - Konstantin Chernenko (1984-1985)
  - Mikhail Gorbatchov (1985-1991)
- Premieres
  - Vladimir Ilitch Ulianov (1917-1924)
  - Aleksei Rykov (1924-1938)
  - V. M. Molotov (1938-1941)
  - Josif Stalin (1941-1953)
  - Georgi Malenkov (1953-1955)
  - Nikolai Bulganin (1955-1958)
  - Nikita Kruschov (1958-1964)
  - Aleksei Kosygin (1964-1980)

Feriados

Hinos


- Comunismo
- Socialismo
- Bolchevismo
- Moscou
- Lenin
- Stalin categoria:Antigos países europeus Categoria:União Soviética categoria:socialismo ja:ソビエト連邦 ko:소비에트 연방 simple:Soviet Union th:สหภาพโซเวียต

Comunismo

Comunismo é um sistema econômico o qual nega a propriedade privada. Em um sistema comunista os meios de produção são socializados, ou ainda, a produção de uma sociedade é apropriada socialmente e não por alguns indivíduos. Em seu uso mais comum, o termo comunismo se refere à obra e às idéias de Karl Marx e, posteriormente, a diversos outros teóricos, notavelmente Friedrich Engels, Rosa Luxemburgo, Vladimir Lenin, Leon Trotsky, dentre inúmeros outros. Uma das principais obras fundadoras desta corrente política é "O Manifesto do Partido Comunista" de Marx e Engels. A principal característica do modelo de sociedade comunal proposto nas obras de Marx e Engels é a da abolição da propriedade privada, e a consequente orientação da economia de forma planejada, embora algumas vertentes do socialismo e do comunismo, identificadas como anarquistas, defendam um socialismo baseado na abolição do estado. Se tornam mais visível as diferenças entre estes grupos quando se sabe que a primeira Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) terminou como resultado da cisão entre Marxistas (que acreditavam na necessidade de tomar o poder do Estado para realizar a Revolução) e Bakuninistas (que acreditavam que não haveria Revolução a menos que o Estado fosse abolido junto com o capitalismo). A teoria que dá base à construção do comunismo tem como ponto de partida a sociedade capitalista, onde, de acordo com a ideologia comunista, impera a propriedade privada dos meios de produção, e imprime a todas as esferas da vida a marca do individualismo e da extração da mais-valia, esta sendo a fonte maior da exploração dos trabalhadores pela classe dominante e a conseqüente desigualdade de classes, na concepção marxista. Marx considerava que somente o proletariado, denominação para os trabalhadores que produzem mais-valia, principalmente os da grande indústria, poderia, por uma luta política consciente e conseqüente de seu papel, derrubar o capitalismo, não para constituir um Estado para si, mas para acabar com as classes sociais e derrubar o Estado como instrumento político de existência das classes. A palavra comunismo apareceu pela primeira vez na imprensa em 1827, quando Robert Owen se referiu a socialistas e comunistas. Segundo ele, estes consideravam o capital comum mais benéfico do que o capital privado. As palavras socialismo e comunismo foram usadas como sinônimos durante todo o século XIX. A definição do termo comunismo é dada após a Revolução russa, no início do século XX, pois Vladimir Lenin entendia que o termo socialismo já estava desgastado e deturpado. Por sua teoria, o comunismo só seria atingido depois de uma fase de transição pelo socialismo, onde haveria ainda uma hierarquia de governo.

Correntes comunistas

O movimento comunista, a partir d