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Etiópia
A Etiópia (Ityop'iya, em amárico, ኢትዮጵያ) é um país africano, limitado a norte pela Eritreia, a leste por Djibouti e pela Somália, a sul pelo Quénia e a leste pelo Sudão. Capital: Adis-Abeba.
História
O nome histórico de "Etiópia" não corresponde ao país que resoltou da expansão de Abissínia (a Etiópia que conhecemos). "Etiópia" é uma palavra grega que significa o país dos "caras queimadas". Nos tempos antigos, os europeus que falavam o grego chamavam a todos os países onde moravam negros de "Etiópia", sem distinguir reinos nem países. Portanto, Etiópia, segundo os gregos (em cujo idioma foi escrita a Bíblia, que menciona "Etiópia" várias vezes) poderia ser a Núbia do sul de Egito e Sudão que também era um reino cristão na sua época, ou poderia ser o reino de Axum que se concentrava nas arrededores de Eritréia e o norte de Etiópia mesmo, não há certeza histórica sobre isso.
Mesmo assim, as terras que constituem o país moderno de Etiópia tem uma das historias mais antigas do mundo. Segundo descobertas recentes, a espécie Homo sapiens pode ter sido originada nesta região – Etiópia, junto com os países vizinhos de Eritréia, Sudão, Djibouti, Somália e Somalilândia hospedaram também o reino de Axum cujas origens remontam aos reinos de Sabá (ou Shebah) em Yemen referidos na Bíblia que aparentemente, por volta do ano 1000 a.C., abrangiam todo o Corno de África e parte da Península Arábica. Fontes gregas referem que o reino de Axum era extremamente rico no século I e a cidade de Adulis (que fica no país vizinho de Eritréia) é frequentemente mencionada como um dos mais importante portos de África. Registos oficiais, contudo, colocam a cidade de Axum como a capital, onde se encontrava a corte da Rainha de Sabá. Este reino tinha, no século II direito a tributo de estados da Península Arábica e tinha inclusivamente conquistado o reino meroítico de Kush, no actual Sudão. Há indicações do carácter cosmopolita deste reino, com populações judaicas, núbias, cristãs e mesmo minorias budistas.
Geografia
A Etiópia está localizada no nordeste de África, entre as latitudes 6º - 15º N, tem uma área total de 1.127.127 km2 e 5311 km de fronteiras terrestres (é um país interior) com: Eritreia, a norte (912 km), Quénia, a sul (830 km), Somália (1626 km) e Djibouti (337 km), a leste e Sudão, a oeste (1606 km).
O país é cortado a meio, na direcção nordeste-sudoeste, pela Grande Vale do Rift, o que lhe confere uma configuração particular. É formado por dois planaltos montanhosos, um de cada lado do Vale e, a leste, junto à Somália, uma grande planície semi-desértica; a nordeste, partilha com o Djibouti o Triângulo de Afar, que é também uma planície desértica e vulcânica.
Economia
Demografia
Cultura
- África
- Lista de países
Categoria:Etiópia
categoria:países de África
ja:エチオピア
ko:에티오피아
ms:Habsyah
th:ประเทศเอธิโอเปีย
zh-min-nan:Ityop'iya
AmáricoO amárico é uma língua semítica e é a língua oficial da Etiópia.
categoria:línguas semíticas
ja:アムハラ語
ko:암하라어
Eritreia
A Eritreia (br. Eritréia) é um jovem país africano, limitado a norte e leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteiras com a Arábia Saudita e com o Iémen, a sul com o Djibouti e com a Etiópia e a oeste com o Sudão. Capital: Asmara.
Ex-colônia italiana, a Eritréia foi ocupada pela Inglaterra em 1941. Em 1952 as Nações Unidas resolveram transformá-la em entidade autônoma federada à Etiópia como um acordo entre as reivindicações etíopes por soberania e as aspirações da Eritréia por independência. Entretanto, dez anos depois o imperador da Etiópia, Haile Selassie, decidiu anexá-la, dando início a uma luta armada de 32 anos.
Isso culminou em independência logo depois que uma aliança da Frente Eritréia de Libertação do Povo (FELP) e de uma coalizão de movimentos da resistência etíope derrotou o sucessor comunista de Haile Selassie, Mengistu Haile Marian.
Em 1993, num referendo apoiado pela Etiópia, o povo eritreu votou quase que unanimemente em favor da independência, deixando a Etiópia sem saída para o mar.
No entanto, os dois países não se tornaram bons amigos. Os principais tropeços para melhorar as relações são o acesso etíope difícil aos portos eritreus de Massawa e Assab, e as condições comerciais desiguais entre os dois países.
Em 1998 disputas de fronteira em torno da cidade de Badme irromperam em hostilidades abertas. Isso terminou formalmente com tratado de paz em junho de 2000, mas não sem antes deixar ambos os lados com milhares de soldados mortos.
A Eritréia saiu de sua demorada guerra de independência em 1993 somente para mergulhar mais uma vez em guerra, primeiro com o Iêmen e depois, mais devastadoramente, com sua velha adversária, a Etiópia.
Ela enfrenta agora a gigantesca tarefa de reconstruir um país devastado por mais de 30 anos de conflito, com sua infra-estrutura, seus edifícios e seus campos destruídos.
História
A história pre-colonial da zona onde fica Eritréia não é muito conhecida más em Setembro de 1999, um grupo internacional de biologos-marinos e geologos descobre em Eritréia a resposta para uma das questões mais importantes sobre a evolução da raça humana: quando os nossos primeiros antecedentes começaram a emigrar fora da África. Foram descobertas na bahía de Zula ferramentas de pedra com mais de 125 000 anos enteradas em corais antigos pelas praias do Mar Vermelho.
Existe também pinturas em cavernas com mais de 10 000 anos nas montanhas de Rora Habab no nordoeste do país, que descreve ganadeiros e caçadores.
Os primeiros povos ainda presentes em Eritréia são os povos nilóticos que hoje se representam pelos grupos étnicos de Kunama e Nara no oeste da Eritréia. Não se sabe quando chegaram a Eritréia ou se são o mesmo povo que fez as pinturas de caverna de Rora habab ou as ferramentas de pedra pelo Mar Vermelho. Mesmo assim, é evidente que os Kunama e Nara são etnicamente relacionados com os Egípcios e Núbios. Tinham ligações fortes com as civilizações antigas de Egipto e Núbia há mais de 4000 anos atrás. Alguns desses povos practicam aínda a sua antiga religião animista entrementes a maioría deles é cristã ou musulmã.
A segunda onda de migração consistía dos primeiros povos cushíticos de Eritréia que são representados pelos grupos étnicos dos Afar e Saho. Não se sabe exatamente quando chegaram à zona que habitam hoje, mas é evidente que já moravam lá antes de chegar a próxima oleada migratoria. Nos documentos históricos de Egipto e seus explorações ultramares durante o reino da rainha Hatshepsut, fala-se dum reino que se chamava Punt pela costa meridional do Mar Vermelho, supostamente pela costa da Eritréia, Djibouti e Somalilândia, que produzía muito olíbano e mirra.
A terçeira onda de migração começou nos anos 1000 A.C desde o sul da peninsula da Arábia pelos povos semíticos do antigo reino de Saba. Estabeleceram povoas e cidades pela costa da Eritréia principalmente o porto de Adulis na bahía de Zula pelo Mar Veremelho. O povo de Saba junto com os povos cushíticos e nilóticos que habitavam a região se uniram e crearam uma civilização, o reino de Axum ou Aksum cujo capital (com o mesmo nome) fica aínda a 40 km ao sul da fronteira entre Eritréia e o norte da Etiopia. A herança da civilização Axumita na região é evidente na Eritréia pelo sistema alfabético dos Axumitas chamado "Ge'ez" que aínda se usa em Eritréia para escrever principalmente os idiomas Tigré e Tigrinha. O idioma também chamado "Ge'ez" era o idioma antigo dos Axumitas e sobrevive aínda na igreja ortodoxa da Eritréia como idioma litúrgico. O cristianismo chegou ao reino de Axum no século IV do império Byzantino. Os grupos étnicos dos Biher-Tigrinha e Tigré na Eritréia falam idiomas que são descendentes do "Ge'ez".
O reino de Axum deixou de existir no século X com a chegada da penúltima onda de migração à Eritréia, dos povos islámicos Beja que aínda habitam o norte e nordoeste do país (a tribu Hedareb) e dos árabes que aínda habitam a costa setentrional do país (a tribu Rashaida). Os poderes islámicos, principalmente os árabes e logo os turcos estabeleceram relações com os reinos e sultanatos islámicos locais que surgiram na região depois da era Axumita. No sudeste da Eritréia reinava o sultanato Adal sob os povos Afar (e Somalí em Djibouti, Somalia e Somalilândia), em quanto no norte e nordeste da Eritréia e Sudão, os Beja controlavam a terra como nómadas guerreiros islámicos. Os Beja usavam o idioma de Tigré (o idioma da maioría do povo) para governar a zona e chamavam o seu dominio Medri Bahri (a terra do mar), dividindo-lo em 5 "condados".
O povo no altiplano da Eritréia ficava cristão e influenciado pelos reinos da Abesínia que surgiram como restos do reino Axumita. Mesmo assim o povo cristão ao norte do río Mereb (fronteira natural entre Eritréia e Etiopia) era distinto do povo pelo sul do mesmo río. O altiplano da Eritréia se-chamava então Mereb Mellash (significa alem do Río Mereb no idioma dos Amhara que dominavam Abesínia) e também Bahre Negash (o reino do Mar). O povo local não reconhecía a autoridade da aristocracia da Abesínia e não practicava tanto o feodalismo. A autoridade consistía de conselhos de distritos e aldeias com as suas próprias léis enquanto a terra pertencia ao povo e à igreja.
No século XIII, durante e depois a queda da dinastía Zagwe de Abesínia, chegou a última onda de migração de Abesínia ao altiplano da Eritréia, dum povo cushitico que dominara os tronos de Abesínia (adotando a sua cultura). São representados hoje em Eritréia pelo grupo étnico dos Bilen que moram no altiplano que cerca a cidade de Keren.
No séculos XVI, o reino dos otomanos e seus vassalos árabes estabeleceram controlo direito sob a costa setentrional da Eritréia e construíam a cidade de Massawa (o porto principal da Eritréia) com prédios de corais. Ficaram até os finais do século IXX quando chegaram os italianos para crear a colónia da Eritréia.
Eritréia como território foi creado pela Itália no 1 de Janeiro de 1890 e foi então que recebeu o seu nome 'Eritréia' que vem do antigo nome Latim do Mar Vermelho: Mare Erythraeum. Os italianos ficaram quase cinqüenta anos, desde os finais do século IXX até 1941. Nos últimos anos de colonização, Itália tornou fascista e estabeleceu léis de segregação racista. Mesmo assim, o seu sistema não durou muito tempo. Pouco depois, Itália estava perdendo na segunda guerra mundial e perdeu também as suas colonias aos aliados, incluso Eritréia que veio a ser protectorado da Grã Bretanha desde 1941 até 1952. O periodo colonial na Eritréia deixou uma herança cultural, na arquitectura das cidades, na religião de catolicismo, na influência italiana do vocabulário local, hábitos e estilo de vida da gente urbanizada e uma herança econômica duma infraestrutura moderna.
Depois do tempo de protectorado britânico, a ONU decidiu fazer de Eritréia um país autônomo, federado com a Etiopia. O povo da Eritréia não concordava. A federação durou apenas 9 anos até 1961 quando o réi da Etiopia fechou o parlamento da Eritréia e iniciou uma campanha para exterminar toda a resistência em Eritréia contra a união com a Etiopia. A guerra pela independência começou.
O primeiro movimento que começou a lutar pela independência da Eritréia era o FLE (Frente pela Liberação da Eritréia) que era dominado por líderes islámicos e conservadores. Por tanto tinha o apoio dos países no méio oriente, enquanto a Etiopia tinha um acordo de seguridade com os Estados Unidos dando-lhes uma base militar na Eritréia (então ocupada pela Etiopia). Nos anos setenta, a Etiopia experimenteu uma revolução comunista e veio a receber apoio da União Soviética e os outros países comunistas. Na Eritréia, o movimento de resistência tinha muitos problemas internais e começou uma luta resultando na creacão de vários movimentos rivais. Dessas surgiu o FPLE (Frente Popular pela Liberação da Eritréia), que era mais socialista e argumentava a favor dum movimento que melhor representa o povo e que podia unî-lo melhor, cristãos com muçulmanos, homens com mulheres. A FPLE ganhou a luta interna e veio a dominar a luta pela independência até o seu fim em 24 de Maio de 1991, quando os soldados da FPLE entraram a cidade capital da Eritréia conseguindo o controle total sobre o país. Cooperando com a resistência da Etiopia contra o governo comunista da Etiopia, derrotaram também o governo comunista da Etiopia. A FPLE decidiu então a tomar dois anos para organizar um referendum para dar o povo da Eritréia a oportunidade de practicar o seu direito de auto-determinação. Em Avril de 1993, o povo votou no primeiro referendum libre da Eritréia, decidindo a maioría pela independência. Por tanto o governo declarou a independência do país no 24 de Maio de 1993.
Desde a independência formal da Eritréia em 1993, até 5 anos depois, os governos da Eritréia e Etiopia tinham uma relação muito boa de cooperação e apoio mútuo, no qual Eritréia continuou a usar a moeda corrente da Etiopia e a dar o seu vizinho acesso libre aos seus portos. É possível dizer que Eritréia era então só nomeadamente independente e aínda baixo a influência da Etiopia. Por tanto a fronteira entre os dois países, aínda que não era claramente delineada, não importava muito a nenhum dos dois países.
Em 1997, Eritréia estabeleceu a sua própria constituição e pouco depois a sua própria moeda corrente também (previamente o Birr da Etiopia e agora a Nakfa). Eritrea decidiu que para Etiopia continuar pagando Birr para serviços portuários e outros exportações da Eritréia, teríam de aceitar pagamentos da Eritréia em Nakfa e com o mesmo cambio (um Nakfa por um Birr). Etiopia rejeitou a proposta e o comércio entre os dois países foi dolarizado pela decisão do prêmio ministro da Etiopia, Meles Zenawi.
A fronteira da Etiopia e Eritreia, e a independência da Eritréia mesmo, voltou a repentemente ser uma coisa de significando muito importante para os dois países. Em Maio de 1998, a guerra de fronteiras entre a Eritréia e Etiopia começou principalmente pela aldeia de Badme.
Depois de mais de 100 000 mortos e mais feridos e uma destruição grande pelas zonas da fronteira, a guerra acabou em 2000 com o acordo de paz de Algiers. O acordo de Algiers indica que os dois países devem deixar à ONU patrulhar a fronteira e permetir uma tribunal independente determinar e delinear a fronteira. Os dois países concordavam e o Tribunal Internacional de Justiça na Haga determinou em Avril de 2002, que a aldeia de Badme pertence a Eritréia. Eritréia aceitou toda a decisão do tribunal mais Etiopia rejeitou-a e esta aínda ocupando grandes partes do território Eritréu pelo frente dos soldados da ONU.
Subdivisões
Geografia
A Eritréia tem quatro principais regiões fisiográficas: a planície costeira do mar Vermelho; o planalto centro-sul, que forma o núcleo do país; as colinas das áreas norte e centro-oeste; e os amplos planaltos ocidentais.
A costa do Mar Vermelho estende-se por mais de 1.000 quilômetros, e é dessa água que deriva o nome do país (erythrós, em grego é "vermelho"). A oeste, a planície costeira eleva-se subitamente para o planalto, onde as altitudes vão de 1.830 a 2.440 metros acima do nível do mar e chuva anual é significativamente mais alta que na costa.
As terras das colinas ao norte e oeste do centro do planalto vão de 760 a 1.370 metros acima do nível do mar, e geralmente recebe menos chuva do que o planalto. As amplas planícies ficam a oeste do rio Baraka e ao norte do rio Setit.
Demografia
Cultura
Tópicos diversos
- África
- Lista de países
Links Externos
Categoria:Eritreia
Categoria:Países de África
ja:エリトリア
ko:에리트레아
ms:Eritrea
simple:Eritrea
zh-min-nan:Eritrea
Djibouti
O Djibouti (Jibuti ou Djibuti) seu nome oficial é República do Djibuti - Jumhuriya Jibuti/République de Djibouti, é um pequeno país do nordeste de África, limitado a norte pela Eritreia, a leste pelo estreito de Bab el Mandeb, pelo Golfo de Aden e pela Somália e a sul e oeste pela Etiópia.
Capital: Djibouti.
História
Artigo principal: História do Djibouti
Os franceses chegaram ao Djibuti no final da década de 1850, em uma ação de contrapartida à presença dos ingleses em Áden, no atual Iêmen. Em 1888, o país tornou-se parte da Somália Francesa. Apesar do fervor nacionalista, um plebiscito em 1967 determinou que o país continuasse sob o domínio francês. A independência, portanto, só veio a ser proclamada em 1977, quando Hassan Gouled Aptidon foi eleito presidente e governou o país até renunciar em 1999. Foi quando seu ministro-chefe de gabinete, Ismael Omar Guelleh, assumiu a presidência.
Em 1990 iniciou uma guerra civil, que cessou em 1994, graças a um acordo de paz.
Política
Artigo principal: Política do Djibouti
Subdivisões
Artigo principal: Subdivisões do Djibouti
Geografia
Artigo principal: Geografia do Djibouti
O Djibuti ocupa um planalto quente e árido no nordeste do continente africano, região conhecida como Chifre da África. Seu território é repleto de lagos de água salgada e acomoda diversas cadeias montanhosas, algumas com altitudes superiores a 1.600 m.
A área costeira do Djibouti está separada dos planaltos do interior por uma cordilheira que chega a uma altitude máxima de 2 000 m.
O terreno é principalmente árido e deserto. O clima é quente e seco.
Economia
Artigo principal: Economia do Djibouti - Dados Estatísticos
O Djibuti é um país muito pobre. A economia depende da capital, que funciona como um importante porto para a vizinha Etiópia e com a qual é interligada por meio de ferrovias. A renda per capita é inferior a US$ 1.000 anuais e, para piorar a situação, a taxa de desemprego no país gira em torno de 40%.
Demografia
Artigo principal: Demografia do Djibouti
A população do país ultrapassa 600 mil habitantes. A maioria dos djibutianos pertence aos grupos étnicos afar e issa. Existem minorias de árabes e europeus, muitos dos quais estão ali a trabalho. Pouco menos da metade da população possui idade inferior a 15 anos. A população djibutiana cresce rapidamente e estima-se que dobre em trinta anos. A capital, também chamada Djibuti, é a maior cidade do país e abriga mais de 80% da população nacional.
Aproximadamente 95% do país é muçulmano – o islamismo chegou à região no século XII –, enquanto o restante da população professa o cristianismo. A maioria dos muçulmanos é constituída de sunitas, com uma pequena parcela de xiitas. Existe ainda um pequeno contingente de hindus entre os trabalhadores indianos.
Cultura
Artigo principal: Cultura do Djibouti
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Categoria:Djibouti
Categoria:Países de África
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Quénia
O Quénia (br. Quênia) é um país da África Oriental, limitado a norte pelo Sudão e pela Etiópia, a leste pela Somália e pelo Oceano Índico, a sul pela Tanzânia e a oeste pelo Uganda. Capital: Nairobi.
História
Política
(Subdivisões)
Geografia
Economia
Demografia
Cultura
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Categoria:Países de África
ja:ケニア
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Sudão
O Sudão é um país africano, limitado a norte pelo Egipto, a leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteira com a Arábia Saudita, pela Eritreia e pela Etiópia, a sul pelo Quénia, Uganda e República Democrática do Congo e a oeste pela República Centro-Africana, Chade e Líbia. A capital é Cartum.
História
Conhecido na Antiguidade como Núbia, o Sudão é incorporado ao mundo árabe na expansão islâmica do século VII. O sul escapa ao controle muçulmano e sofre incursões de caçadores de escravos. Entre 1820 e 1822, é conquistado e unificado pelo Egito e posteriormente entra na esfera de influência do Reino Unido. Em 1881 eclode uma revolta nacionalista chefiada por Muhammad Ahmed bin' Abd Allah, líder religioso conhecido como Mahdi, que expulsa os ingleses em 1885. Ele morre logo depois e os britânicos retomam o Sudão em 1898. No ano seguinte, a Nação é submetida o domínio egípcio-britânico. Obtém autonomia limitada em 1953 e independência total em 1956.
O Sudão é hoje o maior país da África, e este está em guerra civil há 46 anos. O conflito entre o governo muçulmano e guerrilheiros cristãos e animistas, baseados no sul do território, revela as realidades culturais opostas da Nação. A guerra e prolongados períodos de seca já deixaram 1,5 milhão de mortos.
A introdução da Sharia, a lei islâmica, causou a fuga de mais de 350 mil sudaneses para países vizinhos. Entre outras medidas, a lei determina a proibição de bebidas alcoólicas e punições por enforcamento ou mutilação.
Política
Subdivisões
Geografia
Os desertos da Núbia e da Líbia e o clima árido predominam no norte, enquanto o sul está coberto por savanas e florestas tropicais. A bacia do rio Nilo, que atravessa o território do Sudão, é fonte de energia eléctrica e de irrigação para as plantações de algodão, principal produto de exportação, ao lado da goma-arábica. A maioria da população vive da agricultura de subsistência e da pecuária.
Economia
Demografia
Cultura
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Categoria:Países de África
categoria:Sudão
ja:スーダン
ko:수단
ms:Sudan
simple:Sudan
th:ประเทศซูดาน
zh-min-nan:Sudan
Adis AbebaAdis Abeba (nova flor em amárico) é a capital e a maior cidade da Etiópia. Situa-se a 2440 metros de altitude, no centro do país. Tem cerca de 2.8 milhões de habitantes. É a capital da Etiópia desde 1889.
Categoria:Cidades da Etiópia
Categoria:Capitais da África
ja:アディスアベバ
Núbia
A Núbia é a região situada no vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto e pelo Sudão mas onde, na antiguidade se desenvolveu o que se pensa ser a mais antiga civilização negra de África, que deu origem ao reino de Kush, que existiu entre o 3º milénio antes de Cristo e o século IV da nossa era. Este reino foi então dominado pelo reino de Axum e aparentemente, os núbios formaram novos pequenos estados fora da região ocupada. Um deles, Makuria tornou-se preponderante na região, assinando um pacto com o Egipto islâmico para conservar a sua religião cristã (copta), que conservou até ao século XIV, quando foi finalmente submetida aos árabes dominantes.
No entanto, a parte sul conservou-se independente, como o reino de Sennar, até ao século XIX, quando o Reino Unido ocupou a região. Com a independência dos actuais estados africanos, os núbios ficaram divididos entre o Egipto e o Sudão.
Nesta região, na grande curva do Nilo, na parte sudanesa, encontram-se as ruínas das cidades de Napata, perto do monte Gebel Barkal, e Meroe que foram inscritos pela UNESCO, em 2003, na lista do Património Mundial.
- [http://whc.unesco.org/pg.cfm?cid=31&id_site=1073 Gebel Barkal and the Sites of the Napatan Region]
categoria:geografia do Egito
categoria:Geografia do Sudão
categoria:história da África
categoria:História da Antiguidade
Categoria:Patrimônio Mundial da UNESCO
Egito
O Egipto (br. Egito) é um país árabe do Norte de África e do Médio Oriente, limitado a norte pelo Mar Mediterrâneo, a leste com a Faixa de Gaza, com Israel, com o Golfo de Aqaba (através do qual faz fronteira com a Jordânia e com a Arábia Saudita) e com o Mar Vermelho, a sul com o Sudão e a oeste com a Líbia. Capital: Cairo.
História
Política
O Egipto é uma república. Hosni Mubarak é presidente desde 14 de Outubro de 1981. No dia 7 de Setembro de 2005 foi realizada a primeira eleição presidencial da história do país, onde concorreram 10 candidatos, entre eles Hosni Mubarak. O Egipto foi o primeiro país árabe a estabelecer a paz com Israel depois da assinatura dos acordos de Camp David.
Subdivisões
Geografia
Além da capital, Cairo, as outras cidades importantes do Egipto são Alexandria, al-Mansurah, Assuão, Asyut, El-Mahalla El-Kubra, Gizé, Hurghada, Luxor, Kom Ombo, Port Safaga, Porto Said, Sharm el Sheikh, Shubra-El-Khema, Suez e Zagazig.
O Egipto inclui partes do deserto do Saara e do deserto Líbio, onde existem alguns oásis, como o oásis de Bahariya, o de Dakhleh, o de Farafra, o de Kharga e o de Siwa.
O Egipto faz fronteira com a Líbia a oeste, o Sudão a sul e Israel a nordeste. O país controla o canal de Suez, que liga o Mediterrâneo ao mar Vermelho.
O papel importante que o Egipto desempenha na geopolítica vem da sua posição estratégica como ponte terrestre entre a África e a Ásia e como ponto de passagem entre o Mediterrâneo e o oceano Índico.
Economia
O Egipto tem um PIB de aproximadamente 200 bilhões de dólares, segundo o método Paridade de Poder de Compra (PPP).
Demografia
Cultura
Tópicos diversos
- África
- Lista de países
- [http://www.suapesquisa.com/paises/egito Informações sobre o Egito, em português]
- [http://www.colegiosaofrancisco.com.br/novo/civilizacao_egipcia/civilizacao_egipcia_menu.html Páginas sobre Civilização Egípcia, em português]
Categoria:Egito
Categoria:Países de África
als:Ägypten
ja:エジプト
ko:이집트
ms:Mesir
simple:Egypt
th:ประเทศอียิปต์
zh-min-nan:Ai-ki̍p
AxumAxum foi um reino africano que se tornou conhecido pelos povos da região, incluindo o Mediterrâneo, por volta do século I. Tinha a sua capital na cidade de Aksum, na actual Etiópia, embora as cidades mais prósperas fossem os portos do Mar Vermelho de Adulis e Matara, na actual Eritreia. Tal como, mais tarde, os reis da Etiópia acreditavam ser descendentes do rei Salomão e da Rainha de Sabá, os monarcas axumitas tinham a mesma crença.
Aparentemente, este reino começou a estabelecer-se nesta região no século V a.C., uma vez que muitos dos monumentos de Aksum são dessa altura. No entanto, não há muita informação sobre esses tempos antigos, até Axum atingir o seu apogeu. No século II, Axum adquiriu estados na Península Arábica, conquistou o norte da Etiópia e, finalmente, o estado de Kush, cerca do ano 350. Os axumitas controlavam uma das mais importantes rotas comerciais do mundo e ocupavam uma das mais férteis regiões in the world. Aksum encontrava-se directamente no caminho das crescentes rotas comerciais entre a África, a Arábia e a Índia e, como resultado, tornou-se fabulosamente rica e as suas maiores cidades tornaram-se centros cosmopolitas, com populações de judeus, núbios, cristãos e até budistas.
No século IV, o rei Ezana adoptou o cristianismo e foi baptizado como Abriha. O reino de Axum foi o primeiro estado africano a cunhar a sua própria moeda, aparentemente começando no reinado de Endubis (cerca de 270) até ao de Armah (aproximadamente 610). Este estado criou igualmente, também no século III o seu próprio alfabeto, denominado Ge'ez (que corresponde igualmente a uma língua ainda falada na região).
Ligações externas
- [http://www.geocities.com/CollegePark/Classroom/9912/ancientabyssinia.html Sankofa Project Guide - Ancient African History – Ancient Abyssinia]
categoria: História da África
categoria:Etiópia
Eritréia
A Eritreia (br. Eritréia) é um jovem país africano, limitado a norte e leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteiras com a Arábia Saudita e com o Iémen, a sul com o Djibouti e com a Etiópia e a oeste com o Sudão. Capital: Asmara.
Ex-colônia italiana, a Eritréia foi ocupada pela Inglaterra em 1941. Em 1952 as Nações Unidas resolveram transformá-la em entidade autônoma federada à Etiópia como um acordo entre as reivindicações etíopes por soberania e as aspirações da Eritréia por independência. Entretanto, dez anos depois o imperador da Etiópia, Haile Selassie, decidiu anexá-la, dando início a uma luta armada de 32 anos.
Isso culminou em independência logo depois que uma aliança da Frente Eritréia de Libertação do Povo (FELP) e de uma coalizão de movimentos da resistência etíope derrotou o sucessor comunista de Haile Selassie, Mengistu Haile Marian.
Em 1993, num referendo apoiado pela Etiópia, o povo eritreu votou quase que unanimemente em favor da independência, deixando a Etiópia sem saída para o mar.
No entanto, os dois países não se tornaram bons amigos. Os principais tropeços para melhorar as relações são o acesso etíope difícil aos portos eritreus de Massawa e Assab, e as condições comerciais desiguais entre os dois países.
Em 1998 disputas de fronteira em torno da cidade de Badme irromperam em hostilidades abertas. Isso terminou formalmente com tratado de paz em junho de 2000, mas não sem antes deixar ambos os lados com milhares de soldados mortos.
A Eritréia saiu de sua demorada guerra de independência em 1993 somente para mergulhar mais uma vez em guerra, primeiro com o Iêmen e depois, mais devastadoramente, com sua velha adversária, a Etiópia.
Ela enfrenta agora a gigantesca tarefa de reconstruir um país devastado por mais de 30 anos de conflito, com sua infra-estrutura, seus edifícios e seus campos destruídos.
História
A história pre-colonial da zona onde fica Eritréia não é muito conhecida más em Setembro de 1999, um grupo internacional de biologos-marinos e geologos descobre em Eritréia a resposta para uma das questões mais importantes sobre a evolução da raça humana: quando os nossos primeiros antecedentes começaram a emigrar fora da África. Foram descobertas na bahía de Zula ferramentas de pedra com mais de 125 000 anos enteradas em corais antigos pelas praias do Mar Vermelho.
Existe também pinturas em cavernas com mais de 10 000 anos nas montanhas de Rora Habab no nordoeste do país, que descreve ganadeiros e caçadores.
Os primeiros povos ainda presentes em Eritréia são os povos nilóticos que hoje se representam pelos grupos étnicos de Kunama e Nara no oeste da Eritréia. Não se sabe quando chegaram a Eritréia ou se são o mesmo povo que fez as pinturas de caverna de Rora habab ou as ferramentas de pedra pelo Mar Vermelho. Mesmo assim, é evidente que os Kunama e Nara são etnicamente relacionados com os Egípcios e Núbios. Tinham ligações fortes com as civilizações antigas de Egipto e Núbia há mais de 4000 anos atrás. Alguns desses povos practicam aínda a sua antiga religião animista entrementes a maioría deles é cristã ou musulmã.
A segunda onda de migração consistía dos primeiros povos cushíticos de Eritréia que são representados pelos grupos étnicos dos Afar e Saho. Não se sabe exatamente quando chegaram à zona que habitam hoje, mas é evidente que já moravam lá antes de chegar a próxima oleada migratoria. Nos documentos históricos de Egipto e seus explorações ultramares durante o reino da rainha Hatshepsut, fala-se dum reino que se chamava Punt pela costa meridional do Mar Vermelho, supostamente pela costa da Eritréia, Djibouti e Somalilândia, que produzía muito olíbano e mirra.
A terçeira onda de migração começou nos anos 1000 A.C desde o sul da peninsula da Arábia pelos povos semíticos do antigo reino de Saba. Estabeleceram povoas e cidades pela costa da Eritréia principalmente o porto de Adulis na bahía de Zula pelo Mar Veremelho. O povo de Saba junto com os povos cushíticos e nilóticos que habitavam a região se uniram e crearam uma civilização, o reino de Axum ou Aksum cujo capital (com o mesmo nome) fica aínda a 40 km ao sul da fronteira entre Eritréia e o norte da Etiopia. A herança da civilização Axumita na região é evidente na Eritréia pelo sistema alfabético dos Axumitas chamado "Ge'ez" que aínda se usa em Eritréia para escrever principalmente os idiomas Tigré e Tigrinha. O idioma também chamado "Ge'ez" era o idioma antigo dos Axumitas e sobrevive aínda na igreja ortodoxa da Eritréia como idioma litúrgico. O cristianismo chegou ao reino de Axum no século IV do império Byzantino. Os grupos étnicos dos Biher-Tigrinha e Tigré na Eritréia falam idiomas que são descendentes do "Ge'ez".
O reino de Axum deixou de existir no século X com a chegada da penúltima onda de migração à Eritréia, dos povos islámicos Beja que aínda habitam o norte e nordoeste do país (a tribu Hedareb) e dos árabes que aínda habitam a costa setentrional do país (a tribu Rashaida). Os poderes islámicos, principalmente os árabes e logo os turcos estabeleceram relações com os reinos e sultanatos islámicos locais que surgiram na região depois da era Axumita. No sudeste da Eritréia reinava o sultanato Adal sob os povos Afar (e Somalí em Djibouti, Somalia e Somalilândia), em quanto no norte e nordeste da Eritréia e Sudão, os Beja controlavam a terra como nómadas guerreiros islámicos. Os Beja usavam o idioma de Tigré (o idioma da maioría do povo) para governar a zona e chamavam o seu dominio Medri Bahri (a terra do mar), dividindo-lo em 5 "condados".
O povo no altiplano da Eritréia ficava cristão e influenciado pelos reinos da Abesínia que surgiram como restos do reino Axumita. Mesmo assim o povo cristão ao norte do río Mereb (fronteira natural entre Eritréia e Etiopia) era distinto do povo pelo sul do mesmo río. O altiplano da Eritréia se-chamava então Mereb Mellash (significa alem do Río Mereb no idioma dos Amhara que dominavam Abesínia) e também Bahre Negash (o reino do Mar). O povo local não reconhecía a autoridade da aristocracia da Abesínia e não practicava tanto o feodalismo. A autoridade consistía de conselhos de distritos e aldeias com as suas próprias léis enquanto a terra pertencia ao povo e à igreja.
No século XIII, durante e depois a queda da dinastía Zagwe de Abesínia, chegou a última onda de migração de Abesínia ao altiplano da Eritréia, dum povo cushitico que dominara os tronos de Abesínia (adotando a sua cultura). São representados hoje em Eritréia pelo grupo étnico dos Bilen que moram no altiplano que cerca a cidade de Keren.
No séculos XVI, o reino dos otomanos e seus vassalos árabes estabeleceram controlo direito sob a costa setentrional da Eritréia e construíam a cidade de Massawa (o porto principal da Eritréia) com prédios de corais. Ficaram até os finais do século IXX quando chegaram os italianos para crear a colónia da Eritréia.
Eritréia como território foi creado pela Itália no 1 de Janeiro de 1890 e foi então que recebeu o seu nome 'Eritréia' que vem do antigo nome Latim do Mar Vermelho: Mare Erythraeum. Os italianos ficaram quase cinqüenta anos, desde os finais do século IXX até 1941. Nos últimos anos de colonização, Itália tornou fascista e estabeleceu léis de segregação racista. Mesmo assim, o seu sistema não durou muito tempo. Pouco depois, Itália estava perdendo na segunda guerra mundial e perdeu também as suas colonias aos aliados, incluso Eritréia que veio a ser protectorado da Grã Bretanha desde 1941 até 1952. O periodo colonial na Eritréia deixou uma herança cultural, na arquitectura das cidades, na religião de catolicismo, na influência italiana do vocabulário local, hábitos e estilo de vida da gente urbanizada e uma herança econômica duma infraestrutura moderna.
Depois do tempo de protectorado britânico, a ONU decidiu fazer de Eritréia um país autônomo, federado com a Etiopia. O povo da Eritréia não concordava. A federação durou apenas 9 anos até 1961 quando o réi da Etiopia fechou o parlamento da Eritréia e iniciou uma campanha para exterminar toda a resistência em Eritréia contra a união com a Etiopia. A guerra pela independência começou.
O primeiro movimento que começou a lutar pela independência da Eritréia era o FLE (Frente pela Liberação da Eritréia) que era dominado por líderes islámicos e conservadores. Por tanto tinha o apoio dos países no méio oriente, enquanto a Etiopia tinha um acordo de seguridade com os Estados Unidos dando-lhes uma base militar na Eritréia (então ocupada pela Etiopia). Nos anos setenta, a Etiopia experimenteu uma revolução comunista e veio a receber apoio da União Soviética e os outros países comunistas. Na Eritréia, o movimento de resistência tinha muitos problemas internais e começou uma luta resultando na creacão de vários movimentos rivais. Dessas surgiu o FPLE (Frente Popular pela Liberação da Eritréia), que era mais socialista e argumentava a favor dum movimento que melhor representa o povo e que podia unî-lo melhor, cristãos com muçulmanos, homens com mulheres. A FPLE ganhou a luta interna e veio a dominar a luta pela independência até o seu fim em 24 de Maio de 1991, quando os soldados da FPLE entraram a cidade capital da Eritréia conseguindo o controle total sobre o país. Cooperando com a resistência da Etiopia contra o governo comunista da Etiopia, derrotaram também o governo comunista da Etiopia. A FPLE decidiu então a tomar dois anos para organizar um referendum para dar o povo da Eritréia a oportunidade de practicar o seu direito de auto-determinação. Em Avril de 1993, o povo votou no primeiro referendum libre da Eritréia, decidindo a maioría pela independência. Por tanto o governo declarou a independência do país no 24 de Maio de 1993.
Desde a independência formal da Eritréia em 1993, até 5 anos depois, os governos da Eritréia e Etiopia tinham uma relação muito boa de cooperação e apoio mútuo, no qual Eritréia continuou a usar a moeda corrente da Etiopia e a dar o seu vizinho acesso libre aos seus portos. É possível dizer que Eritréia era então só nomeadamente independente e aínda baixo a influência da Etiopia. Por tanto a fronteira entre os dois países, aínda que não era claramente delineada, não importava muito a nenhum dos dois países.
Em 1997, Eritréia estabeleceu a sua própria constituição e pouco depois a sua própria moeda corrente também (previamente o Birr da Etiopia e agora a Nakfa). Eritrea decidiu que para Etiopia continuar pagando Birr para serviços portuários e outros exportações da Eritréia, teríam de aceitar pagamentos da Eritréia em Nakfa e com o mesmo cambio (um Nakfa por um Birr). Etiopia rejeitou a proposta e o comércio entre os dois países foi dolarizado pela decisão do prêmio ministro da Etiopia, Meles Zenawi.
A fronteira da Etiopia e Eritreia, e a independência da Eritréia mesmo, voltou a repentemente ser uma coisa de significando muito importante para os dois países. Em Maio de 1998, a guerra de fronteiras entre a Eritréia e Etiopia começou principalmente pela aldeia de Badme.
Depois de mais de 100 000 mortos e mais feridos e uma destruição grande pelas zonas da fronteira, a guerra acabou em 2000 com o acordo de paz de Algiers. O acordo de Algiers indica que os dois países devem deixar à ONU patrulhar a fronteira e permetir uma tribunal independente determinar e delinear a fronteira. Os dois países concordavam e o Tribunal Internacional de Justiça na Haga determinou em Avril de 2002, que a aldeia de Badme pertence a Eritréia. Eritréia aceitou toda a decisão do tribunal mais Etiopia rejeitou-a e esta aínda ocupando grandes partes do território Eritréu pelo frente dos soldados da ONU.
Subdivisões
Geografia
A Eritréia tem quatro principais regiões fisiográficas: a planície costeira do mar Vermelho; o planalto centro-sul, que forma o núcleo do país; as colinas das áreas norte e centro-oeste; e os amplos planaltos ocidentais.
A costa do Mar Vermelho estende-se por mais de 1.000 quilômetros, e é dessa água que deriva o nome do país (erythrós, em grego é "vermelho"). A oeste, a planície costeira eleva-se subitamente para o planalto, onde as altitudes vão de 1.830 a 2.440 metros acima do nível do mar e chuva anual é significativamente mais alta que na costa.
As terras das colinas ao norte e oeste do centro do planalto vão de 760 a 1.370 metros acima do nível do mar, e geralmente recebe menos chuva do que o planalto. As amplas planícies ficam a oeste do rio Baraka e ao norte do rio Setit.
Demografia
Cultura
Tópicos diversos
- África
- Lista de países
Links Externos
Categoria:Eritreia
Categoria:Países de África
ja:エリトリア
ko:에리트레아
ms:Eritrea
simple:Eritrea
zh-min-nan:Eritrea
Homo sapiens
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| Reino: || Animalia
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| Filo: || Chordata
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| Subfilo: || Vertebrata
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| Classe: || Mammalia
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| Ordem: || Primates
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| Família: || Hominidae
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| Gênero: || Homo
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| Espécie: || sapiens
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| Subespécie: || sapiens
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SomáliaA Somália é um país africano do Corno de África, limitado a norte por Djibouti e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se encontra o Iémen, a leste e a sul pelo Oceano Índico, por onde faz fronteia com um arquipélago iemenita dominado pela ilha de Socotorá e a oeste pelo Quénia e pela Etiópia. Capital: Mogadíscio. A Somália é o único país africano em que toda a população fala apenas uma língua, o somali. Existem mais de mil línguas na África.
História
A guerra civil na Somália, embora intermitente, tem sido uma constante desde 1977. Em 1991, a região norte do país declarou a sua independência (Somalilândia), apesar da sua relativa estabilidade, em comparação com a tumultuosa região sul, não foi reconhecida como estado independente por nenhum governo estrangeiro.
Em 1993 iniciou-se, primeiramente no sul, uma acção humanitária da ONU que conseguiu diminuir a fome no país, contudo, a ONU acabou por retirar-se a 3 de Março de 1995, depois de ter sofrido baixas significativas.
Em 1998 registaram-se mais duas cisões no país, e uma quarta em 1999, todas elas de contornos pouco claros. A última cisão conduziu à autonomia da Southwestern Somalia (em português significa Somália do Sudoeste, contudo dada a situação pouco clara no que concerne às fronteiras da Somália há que ponderar um pouco antes de atribuir este título).
A 26 de Dezembro de 2004, uma das catástrofes naturais mais devastadoras da história contemporânea, o Tsunami que varreu os países do Sudoeste Asiático, também afectou a Somália, destruindo povoações e segundo as estimativas, causando a morte a cerca de 300 pessoas.
Política
Subdivisões
A Somália está dividida em 18 regiões (gobolka):
- Awdal
- Bakool
- Banaadir
- Bari
- Bay
- Galguduud
- Gedo
- Hiiraan
- Jubbada Dhexe
- Jubbada Hoose
- Mudug
- Nugaal
- Sanaag
- Shabeellaha Dhexe
- Shabeellaha Hoose
- Sool
- Togdheer
- Woqooyi Galbeed
Geografia
Economia
Demografia
Cultura
- África
- Lista de países
-
ja:ソマリア
ko:소말리아
ms:Somalia
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th:ประเทศโซมาเลีย
zh-min-nan:Somalia
Yemen
O Iémen ou Yémen (br. Iêmen) é um país árabe que ocupa a extremidade sudoeste da Península da Arábia. É limitado a norte pela Arábia Saudita, a leste por Omã, a sul pelo Mar da Arábia e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se estende a costa da Somália e a oeste pelo estreito de Bab el Mandeb, que o separa de Djibouti, e pelo Mar Vermelho, que providencia uma ligação à Eritreia. Além do território continental, o Iémen inclui também algumas ilhas situadas ao largo do Corno de África, das quais a maior é Socotorá. Capital: Sana
História
Política
(Subdivisões)
Geografia
Economia
O Iémen é caracterizado por uma economia predominantemente rural e agrícola. É favorecida, nesse aspecto, por ser a única região da península árabe com chuvas regulares.
Das rendas originadas pelas exportações, 95% são devidas ao petróleo. É, no entanto, o país mais pobre do Médio Oriente.
A expulsão de mais de um milhão de trabalhadores iemenitas da Arábia Saudita durante a Guerra do Golfo, em 1990 teve como consequência um acentuado declínio económico. IDH: 0,449; 149°/174.
DÍVIDA PÚBLICA: 93% DO PNB.
Renda per capita: 380 dolares (1,2% dos EUA)
Demografia
Cultura
- Ásia
- Golfo Pérsico
- Lista de países
Categoria:Países da Ásia!
ja:イエメン
ko:예멘
ms:Yaman
th:ประเทศเยเมน
zh-min-nan:Yemen
Península ArábicaA Arábia é uma vasta península localizada na junção da África e da Ásia, a leste da Etiópia e ao norte da Somália, ao sul da Palestina, da Jordânia e da Mesopotâmia, e ao sudoeste do Irã. É uma região majoritariamente de clima desértico e é também conhecida como Península Árabe ou Arábica.
A Arábia é limitada pelo Mar Vermelho e pelo golfo de Aqaba ao sudoeste, pelo mar da Arábia ao sudeste e pelo golfo de Omã e pelo golfo Pérsico ao nordeste.
Na atualidade está conformada pelos seguintes países:
- Arábia Saudita - 1.960.582 quilômetros quadrados - 24.300.000 habitantes
- Yemen - 527.970 quilômetros quadrados - 20.000.000 habitantes
- Omã - 212.460 quilômetros quadrados - 3.000.000 habitantes
- Emirados Árabes Unidos - 83.600 quilômetros quadrados - 3.500.000 habitantes
- Qatar - 11.437 quilômetros quadrados - 770.000 habitantes
- Bahrein - 665 quilômetros quadrados - 670.000 habitantes
Arábia Saudita é o pais de maior superfície dentro da Arábia, por isso às vezes se confunde o nome da península completa com este país, que, além disso, exerce uma grande influência sobre seus vizinhos.
A região foi tradicionalmente habitada por povos nômades, devido a que a escassez de água e a aridez do chão o transformam em um lugar inóspito para a agricultura. Durante muitos anos, a maior parte dos países que a compõem estiveram atrasados no âmbito da tecnologia. No século XX, o achado de enormes reserva de petróleo na península permitiu aos países fomentar um importante desenvolvimento econômico, e suas casas reais se encontram entre as mais ricas do mundo.
Apesar do crescimento devido à exportação do petróleo, a instabilidade política da região e o ainda incipiente desenvolvimento das áreas econômicas não relacionadas com a exploração de hidrocarbonetos fazem perigar o futuro da região quando as reservas comecem a esgotar-se.
Apesar dos avanços produto do petróleo, hoje em dia os beduínos continuam levando sua vida errante, embora em muitos casos tenham substituído os camelos por veículos com motor e muitos membros que vêem perigar o futuro desta forma de vida emigraram às cidades. Inclusive do próprio governo se tratou de incentivar a estes grupos para que se assentem em alguma urbanização.
Medina e Meca, as duas cidades sagradas do Islã encontram-se na Arábia. Os muçulmanos devem peregrinar a Meca ao menos uma vez em sua vida, pelo qual cada ano chegam centenas de milhares de muçulmanos de todo o mundo a visitar a cidade.
Categoria:Ásia
Categoria:Penínsulas
ja:アラビア半島
simple:Arabia
Rainha de SabáA Rainha de Sabá é mencionada no Antigo Testamento e no Corão, como a soberana dum reino muito rico, o reino de Sabá, que teria visitado o rei Salomão. Os árabes chamam a esta mulher Bilqus ou Balkis; na Etiópia, Makedda, Magda, Maqda ou Makera, que significa "grandeza". Anos mais tarde, o historiador judeu Josephus refere-se a ela como "Nikaulis, rainha da Etiópia." Na Bíblia ela é descrita como "negra e bonita".
No Kebra Negast, ou "As Gloriosas Memórias do Império", um livro sagrado da Etiópia, diz-se que a própria Makedda teria criado uma regra segundo a qual "apenas uma mulher pode reinar". Aparentemente, Sabá era uma sociedade matrilinear, em que o poder é passado aos descendentes pela via feminina. No mesmo livro, afirma-se que a dinastia dos reis da Etiópia provém do filho do rei Salomão e de Makkeda e ainda que foi desta união que a lei mosaica foi trazida para a Etiópia.
categoria:História da Antiguidade
ja:シバの女王
KushO reino de Kush foi um estado que existiu entre o 3º milénio antes da nossa era e o século IV na Núbia, a região situada no vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto e pelo Sudão. Cerca do ano 350, este estado foi submetido pelos axumitas e deixou de existir como entidade independente. Pensa-se que esta foi a mais antiga civilização negra de África.
As primeiras sociedades estruturadas que se conhecem desta região desenvolveram-se durante a 1ª dinastia egípcia, no quarto milénio antes da nossa era. Durante a sexta dinastia egípcia (entre 2240 a.C. e 2150 a.C.), os núbios estavam divididos numa série de pequenos reinos e o primeiro estado conhecido que unificou esta região foi o reino de Kerma, que apareceu cerca de 2600 a.C. e, ao longo dos tempos, dominou toda a Núbia e chegua a dominar todo o Egipto, fundando a 25ª dinastia (cerca de 730 a.C.), que durou cerca de 80 anos.
Nessa altura, os núbios fundaram a sua nova capital em Meroe, mais próximo do Mar Vermelho, donde dominaram o comércio entre a Arábia e a Europa, até serem dominados pelos axumitas, cerca de 9 séculos depois. Os anteriores núbios aprenderam a escrita egípcia mas, nesta nova fase, inventaram uma escrita própria, chamada pelos estudiosos “escrita meroítica”. Com o domínio de Axum, aparentemente esta civilização, que já tinha entrado no declínio, dissipou-se.
categoria:história da África
Budistasright
Budismo é uma religião e filosofia baseada nas escrituras e na tradição leiga e monástica iniciadas por Siddhartha Gautama, o Buda histórico, que viveu aproximadamente entre 563 e 483 a.C. Surgiu originalmente na Índia e de lá se espalhou através da Ásia, Ásia Central, Tibete, Sri Lanka (antigo Ceilão), Sudeste Asiático como também para países do Leste Asiático, incluindo China, Myanmar, Coréia, Vietnã e Japão. Hoje o Budismo se encontra em quase todos os países do mundo, amplamente divulgado pelas diferentes escolas budistas.
O Budismo ensina a desenvolver ações boas e construtivas, evitar ações ruins e danosas, e purificar e treinar a mente. O objetivo dessas práticas é o fim do sofrimento decorrente da existência cíclica, samsara, despertando no praticante o entendimento do realidade última - o Nirvana.
A moral budista é baseada nos princípios de preservação da vida e moderação. O treinamento mental foca na disciplina moral (sila), concentração meditativa (samadhi), e sabedoria (prajña).
Apesar do Budismo não negar a existência de seres sobrenaturais (de fato, há muitas referências nas escrituras Budistas), ele não confere nenhum poder especial de criação, salvação ou julgamento à esses seres. Entende-se que, assim como os humanos, eles possuem o poder de afetar os eventos mundanos.
A base do Budismo é a compreensão das Quatro Nobres Verdades, ligadas à constatação da existência de um sentimento de insatisfação (Dukkha) inerente à própria existência, que pode no entanto ser transcendido através da prática do Nobre Caminho Óctuplo. Outro conceito importante, que de certa forma sintetiza a cosmovisão budista, é o das três marcas da existência: a insatisfação (Dukkha), a impermanência (Anicca) e a ausência de um "eu" (Anatta).
Escolas
Dividiu-se em várias escolas, algumas das quais vieram a se extinguir. A principal divisão atualmente existente é entre a escola Theravada e as linhagens Mahayana e Vajrayana.
As escolas numericamente mais expressivas na atualidade são:
- Theravada, estabelecida no sudeste asiático;
- Zen japonês e Chan chinês, escolas com ênfase na meditação e integrantes da linhagem Mahayana;
- as escolas japonesas devocionais da Terra Pura (Jodo Shu) e Verdadeira Terra Pura (Jodo Shinshu), também Mahayana;
- as escolas tântricas do Budismo tibetano (Nyingma, Kagyu, Gelug, Sakya) que fazem parte da linhagem Vajrayana.
Há muita polêmica e confusão no ocidente em torno do Budismo, devido principalmente à falta de disponibilização de informação correta. Muitos movimentos esoteristas e sincréticos procuram se apresentar como "verdadeiros budismos", "adaptações para o Ocidente", etc. Freqüentemente questiona-se quanto ao Budismo ser ou não uma religião (por não aceitar a existência de um Deus criador do mundo), quanto a crer ou não em reencarnação (em contraste com o conceito de renascimento), etc.
Veja também
- Quatro Nobres Verdades
- Anatta
- Anicca (Impermanência)
- Quatro qualidades incomensuráveis
- Budismo de Nitiren
- Budismo no Brasil
- Originação dependente
- Paramitas
- Budismo tibetano
- Renascimento
- Nichiren Shoshu
- Soka Gakkai
- Lista de budistas
Páginas Externas
- [http://www.dharmanet.com.br Dharmanet]
- [http://www.acessoaoinsight.net/ Acesso ao Insight]
- [http://www.uniaobudista.pt/homepage.php União Budista Portuguesa]
- [http://www.fundamentalbuddhism.com/portugues.htm Fundamental Buddhism - tradução para Português]
- [http://www.nalanda.org.br Nalanda]
- [http://www.religioustolerance.org/buddhism.htm Ontario Consultants on Religious Tolerance (página em inglês)]
- [http://www.geocities.com/Athens/Ithaca/4886/cults.htm Grupos controversos que se apresentam como sendo Budistas (página em inglês)]
categoria:budismo
als:Buddhismus
ja:仏教
ko:불교
ms:Agama Buddha
simple:Buddhism
th:พระพุทธศาสนา
África:Este artigo é sobre o continente. Sobre a província romana clique aqui.
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A África é o segundo maior continente da Terra e igualmente o segundo mais populoso.
Tem cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da Terra e mais de 800 milhões de habitantes em 54 países, representando cerca de um sétimo da população do mundo.
Cinco dos países de África foram colónias portuguesas e usam o português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe; em Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe são ainda falados crioulos portugueses.
História da África
Artigo principal: História da África
A África é o território terrestre habitado há mais tempo, e pensa-se que foi neste continente que a raça humana surgiu. Os mais antigos fósseis de hominídeos encontrados na África têm cerca de cinco milhões de anos.
O Egito foi provavelmente o primeiro estado a constituir-se na África, há cerca de 4000 anos, mas muitos outros reinos ou cidades-estados foram sucedendo-se neste continente, ao longo dos séculos.Além disso, a África foi, desde a antiguidade, procurada por povos de outros continentes, que buscavam as suas riquezas, por vezes ocupando partes do “Continente Negro” por largos períodos. A estrutura atual da África, no entanto, é muito recente – meados do século XX – e resultou da colonização europeia.
Política da África
Apesar de se registarem atualmente na África muitos conflitos de caráter político, como o da Costa do Marfim e o do Sudão, e muitas situações irregulares, como a de Angola, pode dizer-se que a maioria dos países do continente possuem governos democraticamente eleitos. As únicas exceções neste momento (Agosto de 2005) são a Somália, que não tem sequer um estado organizado e a República Democrática do Congo (apesar do nome oficial), que tem um governo organizado por acordo entre vários grupos políticos e se encontra a organizar eleições gerais para 2006.
No entanto, é frequente as eleições serem consideradas como sujas por fraude, tanto internamente, como pela comunidade internacional. Por outro lado, ainda subsistem situações em que o presidente ou o partido governamental se encontram no poder há dezenas de anos, como são os casos da Líbia e do Zimbabwe.
Em geral, os governos africanos são presidencialistas, com exceção de duas das três monarquias existentes no continente, Marrocos e Lesoto, que têm governos de base parlamentar.
parlamentar
Geografia da África
A África está separada da Europa pelo mar Mediterrâneo e liga-se à Ásia na sua extremidade nordeste pelo istmo de Suez. No entanto, a África ocupa uma única placa tectónica, ao contrário da Europa que partilha com a Ásia a Placa Euroasiática.
Do seu ponto mais a norte, Ras ben Sakka, em Marrocos, à latitude 37°21′ N, até ao ponto mais a sul, o cabo Agulhas na África do Sul, à latitude 34°51′15″ S, vai uma distância de aproximadamente 8 000 km. Do ponto mais ocidental de África, o Cabo Verde, no Senegal, à longitude 17°33′22″ W, até Ras Hafun na Somália, à longitude 51°27′52″ E,vai uma distância de cerca de of 7 400 km.
Para além do mar Mediterrâneo, a norte, África é banhada pelo oceano Atlântico na sua costa ocidental e pelo oceano Índico do lado oriental. O comprimento da linha de costa é de 26 000 km.
Regiões da África
Abaixo indicam-se as principais regiões da África e os países que as compõem.
- África do Sul
- Angola
- Botswana
- Lesoto
- Madagáscar
- Malawi
- Maurícia
- Moçambique
- Namíbia
- Suazilândia
- Zâmbia
- Zimbabwe
- República Centro-Africana
- República Democrática do Congo
- Chade
- Congo
- Argélia
- Egipto
- Líbia
- Marrocos
- Mauritânia
- Sudão
- Tunísia
- Benin
- Burkina Faso
- Cabo Verde
- Camarões
- Costa do Marfim
- Gabão
- Gâmbia
- Gana
- Guiné
- Guiné-Bissau
- Guiné Equatorial
- Libéria
- Mali
- Níger
- Nigéria
- Senegal
- Serra Leoa
- São Tomé e Príncipe
- Togo
- Burundi
- Comores
- Djibouti
- Eritreia
- Etiópia
- Quénia
- Ruanda
- Seychelles
- Somália
- Uganda
- Tanzânia
Outras divisões, usadas frequentemente
- Norte de África
- Magrebe
- África subsaariana
- Corno de África
- Lista de animais que vivem na África
- História da África
- [http://dmoz.org/World/Portugu%c3%aas/Regional/%c3%81frica/ ODP - África]
- [http://www.pygmies.info/ Os Pigmeus africanos] Cultura e música dos primeiros habitantes da África
-
Africa
ja:アフリカ
ko:아프리카
ms:Afrika
simple:Africa
th:ทวีปแอฟริกา
zh-min-nan:Hui-chiu
LatitudeLatitude é um termo usado na geografia e cartografia. No globo terrestre, é o ângulo que um raio ao centro da Terra e que passa por determinado observador ou local estabelece com o plano do equador terrestre.
Na Linha do Equador a latitude é de 0º, no pólo Norte é 90º (indicado 90º N) e no pólo Sul é -90º (indicado 90ºS).
Categoria:Geografia
ja:緯度
Eritreia
A Eritreia (br. Eritréia) é um jovem país africano, limitado a norte e leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteiras com a Arábia Saudita e com o Iémen, a sul com o Djibouti e com a Etiópia e a oeste com o Sudão. Capital: Asmara.
Ex-colônia italiana, a Eritréia foi ocupada pela Inglaterra em 1941. Em 1952 as Nações Unidas resolveram transformá-la em entidade autônoma federada à Etiópia como um acordo entre as reivindicações etíopes por soberania e as aspirações da Eritréia por independência. Entretanto, dez anos depois o imperador da Etiópia, Haile Selassie, decidiu anexá-la, dando início a uma luta armada de 32 anos.
Isso culminou em independência logo depois que uma aliança da Frente Eritréia de Libertação do Povo (FELP) e de uma coalizão de movimentos da resistência etíope derrotou o sucessor comunista de Haile Selassie, Mengistu Haile Marian.
Em 1993, num referendo apoiado pela Etiópia, o povo eritreu votou quase que unanimemente em favor da independência, deixando a Etiópia sem saída para o mar.
No entanto, os dois países não se tornaram bons amigos. Os principais tropeços para melhorar as relações são o acesso etíope difícil aos portos eritreus de Massawa e Assab, e as condições comerciais desiguais entre os dois países.
Em 1998 disputas de fronteira em torno da cidade de Badme irromperam em hostilidades abertas. Isso terminou formalmente com tratado de paz em junho de 2000, mas não sem antes deixar ambos os lados com milhares de soldados mortos.
A Eritréia saiu de sua demorada guerra de independência em 1993 somente para mergulhar mais uma vez em guerra, primeiro com o Iêmen e depois, mais devastadoramente, com sua velha adversária, a Etiópia.
Ela enfrenta agora a gigantesca tarefa de reconstruir um país devastado por mais de 30 anos de conflito, com sua infra-estrutura, seus edifícios e seus campos destruídos.
História
A história pre-colonial da zona onde fica Eritréia não é muito conhecida más em Setembro de 1999, um grupo internacional de biologos-marinos e geologos descobre em Eritréia a resposta para uma das questões mais importantes sobre a evolução da raça humana: quando os nossos primeiros antecedentes começaram a emigrar fora da África. Foram descobertas na bahía de Zula ferramentas de pedra com mais de 125 000 anos enteradas em corais antigos pelas praias do Mar Vermelho.
Existe também pinturas em cavernas com mais de 10 000 anos nas montanhas de Rora Habab no nordoeste do país, que descreve ganadeiros e caçadores.
Os primeiros povos ainda presentes em Eritréia são os povos nilóticos que hoje se representam pelos grupos étnicos de Kunama e Nara no oeste da Eritréia. Não se sabe quando chegaram a Eritréia ou se são o mesmo povo que fez as pinturas de caverna de Rora habab ou as ferramentas de pedra pelo Mar Vermelho. Mesmo assim, é evidente que os Kunama e Nara são etnicamente relacionados com os Egípcios e Núbios. Tinham ligações fortes com as civilizações antigas de Egipto e Núbia há mais de 4000 anos atrás. Alguns desses povos practicam aínda a sua antiga religião animista entrementes a maioría deles é cristã ou musulmã.
A segunda onda de migração consistía dos primeiros povos cushíticos de Eritréia que são representados pelos grupos étnicos dos Afar e Saho. Não se sabe exatamente quando chegaram à zona que habitam hoje, mas é evidente que já moravam lá antes de chegar a próxima oleada migratoria. Nos documentos históricos de Egipto e seus explorações ultramares durante o reino da rainha Hatshepsut, fala-se dum reino que se chamava Punt pela costa meridional do Mar Vermelho, supostamente pela costa da Eritréia, Djibouti e Somalilândia, que produzía muito olíbano e mirra.
A terçeira onda de migração começou nos anos 1000 A.C desde o sul da peninsula da Arábia pelos povos semíticos do antigo reino de Saba. Estabeleceram povoas e cidades pela costa da Eritréia principalmente o porto de Adulis na bahía de Zula pelo Mar Veremelho. O povo de Saba junto com os povos cushíticos e nilóticos que habitavam a região se uniram e crearam uma civilização, o reino de Axum ou Aksum cujo capital (com o mesmo nome) fica aínda a 40 km ao sul da fronteira entre Eritréia e o norte da Etiopia. A herança da civilização Axumita na região é evidente na Eritréia pelo sistema alfabético dos Axumitas chamado "Ge'ez" que aínda se usa em Eritréia para escrever principalmente os idiomas Tigré e Tigrinha. O idioma também chamado "Ge'ez" era o idioma antigo dos Axumitas e sobrevive aínda na igreja ortodoxa da Eritréia como idioma litúrgico. O cristianismo chegou ao reino de Axum no século IV do império Byzantino. Os grupos étnicos dos Biher-Tigrinha e Tigré na Eritréia falam idiomas que são descendentes do "Ge'ez".
O reino de Axum deixou de existir no século X com a chegada da penúltima onda de migração à Eritréia, dos povos islámicos Beja que aínda habitam o norte e nordoeste do país (a tribu Hedareb) e dos árabes que aínda habitam a costa setentrional do país (a tribu Rashaida). Os poderes islámicos, principalmente os árabes e logo os turcos estabeleceram relações com os reinos e sultanatos islámicos locais que surgiram na região depois da era Axumita. No sudeste da Eritréia reinava o sultanato Adal sob os povos Afar (e Somalí em Djibouti, Somalia e Somalilândia), em quanto no norte e nordeste da Eritréia e Sudão, os Beja controlavam a terra como nómadas guerreiros islámicos. Os Beja usavam o idioma de Tigré (o idioma da maioría do povo) para governar a zona e chamavam o seu dominio Medri Bahri (a terra do mar), dividindo-lo em 5 "condados".
O povo no altiplano da Eritréia ficava cristão e influenciado pelos reinos da Abesínia que surgiram como restos do reino Axumita. Mesmo assim o povo cristão ao norte do río Mereb (fronteira natural entre Eritréia e Etiopia) era distinto do povo pelo sul do mesmo río. O altiplano da Eritréia se-chamava então Mereb Mellash (significa alem do Río Mereb no idioma dos Amhara que dominavam Abesínia) e também Bahre Negash (o reino do Mar). O povo local não reconhecía a autoridade da aristocracia da Abesínia e não practicava tanto o feodalismo. A autoridade consistía de conselhos de distritos e aldeias com as suas próprias léis enquanto a terra pertencia ao povo e à igreja.
No século XIII, durante e depois a queda da dinastía Zagwe de Abesínia, chegou a última onda de migração de Abesínia ao altiplano da Eritréia, dum povo cushitico que dominara os tronos de Abesínia (adotando a sua cultura). São representados hoje em Eritréia pelo grupo étnico dos Bilen que moram no altiplano que cerca a cidade de Keren.
No séculos XVI, o reino dos otomanos e seus vassalos árabes estabeleceram controlo direito sob a costa setentrional da Eritréia e construíam a cidade de Massawa (o porto principal da Eritréia) com prédios de corais. Ficaram até os finais do século IXX quando chegaram os italianos para crear a colónia da Eritréia.
Eritréia como território foi creado pela Itália no 1 de Janeiro de 1890 e foi então que recebeu o seu nome 'Eritréia' que vem do antigo nome Latim do Mar Vermelho: Mare Erythraeum. Os italianos ficaram quase cinqüenta anos, desde os finais do século IXX até 1941. Nos últimos anos de colonização, Itália tornou fascista e estabeleceu léis de segregação racista. Mesmo assim, o seu sistema não durou muito tempo. Pouco depois, Itália estava perdendo na segunda guerra mundial e perdeu também as suas colonias aos aliados, incluso Eritréia que veio a ser protectorado da Grã Bretanha desde 1941 até 1952. O periodo colonial na Eritréia deixou uma herança cultural, na arquitectura das cidades, na religião de catolicismo, na influência italiana do vocabulário local, hábitos e estilo de vida da gente urbanizada e uma herança econômica duma infraestrutura moderna.
Depois do tempo de protectorado britânico, a ONU decidiu fazer de Eritréia um país autônomo, federado com a Etiopia. O povo da Eritréia não concordava. A federação durou apenas 9 anos até 1961 quando o réi da Etiopia fechou o parlamento da Eritréia e iniciou uma campanha para exterminar toda a resistência em Eritréia contra a união com a Etiopia. A guerra pela independência começou.
O primeiro movimento que começou a lutar pela independência da Eritréia era o FLE (Frente pela Liberação da Eritréia) que era dominado por líderes islámicos e conservadores. Por tanto tinha o apoio dos países no méio oriente, enquanto a Etiopia tinha um acordo de seguridade com os Estados Unidos dando-lhes uma base militar na Eritréia (então ocupada pela Etiopia). Nos anos setenta, a Etiopia experimenteu uma revolução comunista e veio a receber apoio da União Soviética e os outros países comunistas. Na Eritréia, o movimento de resistência tinha muitos problemas internais e começou uma luta resultando na creacão de vários movimentos rivais. Dessas surgiu o FPLE (Frente Popular pela Liberação da Eritréia), que era mais socialista e argumentava a favor dum movimento que melhor representa o povo e que podia unî-lo melhor, cristãos com muçulmanos, homens com mulheres. A FPLE ganhou a luta interna e veio a dominar a luta pela independência até o seu fim em 24 de Maio de 1991, quando os soldados da FPLE entraram a cidade capital da Eritréia conseguindo o controle total sobre o país. Cooperando com a resistência da Etiopia contra o governo comunista da Etiopia, derrotaram também o governo comunista da Etiopia. A FPLE decidiu então a tomar dois anos para organizar um referendum para dar o povo da Eritréia a oportunidade de practicar o seu direito de auto-determinação. Em Avril de 1993, o povo votou no primeiro referendum libre da Eritréia, decidindo a maioría pela independência. Por tanto o governo declarou a independência do país no 24 de Maio de 1993.
Desde a independência formal da Eritréia em 1993, até 5 anos depois, os governos da Eritréia e Etiopia tinham uma relação muito boa de cooperação e apoio mútuo, no qual Eritréia continuou a usar a moeda corrente da Etiopia e a dar o seu vizinho acesso libre aos seus portos. É possível dizer que Eritréia era então só nomeadamente independente e aínda baixo a influência da Etiopia. Por tanto a fronteira entre os dois países, aínda que não era claramente delineada, não importava muito a nenhum dos dois países.
Em 1997, Eritréia estabeleceu a sua própria constituição e pouco depois a sua própria moeda corrente também (previamente o Birr da Etiopia e agora a Nakfa). Eritrea decidiu que para Etiopia continuar pagando Birr para serviços portuários e outros exportações da Eritréia, teríam de aceitar pagamentos da Eritréia em Nakfa e com o mesmo cambio (um Nakfa por um Birr). Etiopia rejeitou a proposta e o comércio entre os dois países foi dolarizado pela decisão do prêmio ministro da Etiopia, Meles Zenawi.
A fronteira da Etiopia e Eritreia, e a independência da Eritréia mesmo, voltou a repentemente ser uma coisa de significando muito importante para os dois países. Em Maio de 1998, a guerra de fronteiras entre a Eritréia e Etiopia começou principalmente pela aldeia de Badme.
Depois de mais de 100 000 mortos e mais feridos e uma destruição grande pelas zonas da fronteira, a guerra acabou em 2000 com o acordo de paz de Algiers. O acordo de Algiers indica que os dois países devem deixar à ONU patrulhar a fronteira e permetir uma tribunal independente determinar e delinear a fronteira. Os dois países concordavam e o Tribunal Internacional de Justiça na Haga determinou em Avril de 2002, que a aldeia de Badme pertence a Eritréia. Eritréia aceitou toda a decisão do tribunal mais Etiopia rejeitou-a e esta aínda ocupando grandes partes do território Eritréu pelo frente dos soldados da ONU.
Subdivisões
Geografia
A Eritréia tem quatro principais regiões fisiográficas: a planície costeira do mar Vermelho; o planalto centro-sul, que forma o núcleo do país; as colinas das áreas norte e centro-oeste; e os amplos planaltos ocidentais.
A costa do Mar Vermelho estende-se por mais de 1.000 quilômetros, e é dessa água que deriva o nome do país (erythrós, em grego é "vermelho"). A oeste, a planície costeira eleva-se subitamente para o planalto, onde as altitudes vão de 1.830 a 2.440 metros acima do nível do mar e chuva anual é significativamente mais alta que na costa.
As terras das colinas ao norte e oeste do centro do planalto vão de 760 a 1.370 metros acima do nível do mar, e geralmente recebe menos chuva do que o planalto. As amplas planícies ficam a oeste do rio Baraka e ao norte do rio Setit.
Demografia
Cultura
Tópicos diversos
- África
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SomáliaA Somália é um país africano do Corno de África, limitado a norte por Djibouti e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se encontra o Iémen, a leste e a sul pelo Oceano Índico, por onde faz fronteia com um arquipélago iemenita dominado pela ilha de Socotorá e a oeste pelo Quénia e pela Etiópia. Capital: Mogadíscio. A Somália é o único país africano em que toda a população fala apenas uma língua, o somali. Existem mais de mil línguas na África.
História
A guerra civil na Somália, embora intermitente, tem sido uma constante desde 1977. Em 1991, a região norte do país declarou a sua independência (Somalilândia), apesar da sua relativa estabilidade, em comparação com a tumultuosa região sul, não foi reconhecida como estado independente por nenhum governo estrangeiro.
Em 1993 iniciou-se, primeiramente no sul, uma acção humanitária da ONU que conseguiu diminuir a fome no país, contudo, a ONU acabou por retirar-se a 3 de Março de 1995, depois de ter sofrido baixas significativas.
Em 1998 registaram-se mais duas cisões no país, e uma quarta em 1999, todas elas de contornos pouco claros. A última cisão conduziu à autonomia da Southwestern Somalia (em português significa Somália do Sudoeste, contudo dada a situação pouco clara no que concerne às fronteiras da Somália há que ponderar um pouco antes de atribuir este título).
A 26 de Dezembro de 2004, uma das catástrofes naturais mais devastadoras da história contemporânea, o Tsunami que varreu os países do Sudoeste Asiático, também afectou a Somália, destruindo povoações e segundo as estimativas, causando a morte a cerca de 300 pessoas.
Política
Subdivisões
A Somália está dividida em 18 regiões (gobolka):
- Awdal
- Bakool
- Banaadir
- Bari
- Bay
- Galguduud
- Gedo
- Hiiraan
- Jubbada Dhexe
- Jubbada Hoose
- Mudug
- Nugaal
- Sanaag
- Shabeellaha Dhexe
- Shabeellaha Hoose
- Sool
- Togdheer
- Woqooyi Galbeed
Geografia
Economia
Demografia
Cultura
- África
- Lista de países
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Sudão
O Sudão é um país africano, limitado a norte pelo Egipto, a leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteira com a Arábia Saudita, pela Eritreia e pela Etiópia, a sul pelo Quénia, Uganda e República Democrática do Congo e a oeste pela República Centro-Africana, Chade e Líbia. A capital é Cartum.
História
Conhecido na Antiguidade como Núbia, o Sudão é incorporado ao mundo árabe na expansão islâmica do século VII. O sul escapa ao controle muçulmano e sofre incursões de caçadores de escravos. Entre 1820 e 1822, é conquistado e unificado pelo Egito e posteriormente entra na esfera de influência do Reino Unido. Em 1881 eclode uma revolta nacionalista chefiada por Muhammad Ahmed bin' Abd Allah, líder religioso conhecido como Mahdi, que expulsa os ingleses em 1885. Ele morre logo depois e os britânicos retomam o Sudão em 1898. No ano seguinte, a Nação é submetida o domínio egípcio-britânico. Obtém autonomia limitada em 1953 e independência total em 1956.
O Sudão é hoje o maior país da África, e este está em guerra civil há 46 anos. O conflito entre o governo muçulmano e guerrilheiros cristãos e animistas, baseados no sul do território, revela as realidades culturais opostas da Nação. A guerra e prolongados períodos de seca já deixaram 1,5 milhão de mortos.
A introdução da Sharia, a lei islâmica, causou a fuga de mais de 350 mil sudaneses para países vizinhos. Entre outras medidas, a lei determina a proibição de bebidas alcoólicas e punições por enforcamento ou mutilação.
Política
Subdivisões
Geografia
Os desertos da Núbia e da Líbia e o clima árido predominam no norte, enquanto o sul está coberto por savanas e florestas tropicais. A bacia do rio Nilo, que atravessa o território do Sudão, é fonte de energia eléctrica e de irrigação para as plantações de algodão, principal produto de exportação, ao lado da goma-arábica. A maioria da população vive da agricultura de subsistência e da pecuária.
Economia
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Grande Vale do Rift
imagem:Rift Valley.JPG
Mapa do Grande Vale do Rift mostrando alguns dos vulcões historicamente activos (triângulos vermelhos) e o Triângulo de Afar (rosa escuro), o ponto de encontro – ou de afastamento - de três placas: a Placa Arábica e as duas partes da Placa Africana (a Núbia e a Somali).
O Grande Vale do Rift é um complexo de falhas tectónicas criado há cerca de 35 milhões de anos com a separação das placas tectónicas africana e arábica. Esta estrutura estende-se no sentido norte-sul por cerca de 5000 km, desde o norte da Síria até ao centro de Moçambique, com uma largura que varia entre 30 e 100 km e, em profundidade de algumas centenas a milhares de metros.
A secção norte forma o vale do rio Jordão, que corre para sul através do Mar da Galileia até ao Mar Morto. O Vale do Rift continua para sul, através do Wadi Arabah, Golfo de Aqaba e Mar Vermelho. Na desembocadura sul do Mar Vermelho, o Rift tem uma bifurcação, formando o Triângulo de Afar (a rosa mais escuro no mapa): o Golfo de Aden, para leste, corresponde à divisão entre a Península da Arábia e África e continua como parte da Cordilheira Central do Oceano Índico; o outro ramo segue para sudoeste através do Djibouti, para fomar o Vale do Rift Oriental, que abrange a Etiópia, o Quénia, a Tanzânia, o Lago Niassa e o rio Chire, terminando no Zambeze.
Na Tanzânia, pouco a norte do Lago Niassa, o vale div | | |